Menu fechado

A Páscoa e o presente da Sogrinha

A Páscoa e o presente da sogrinha, uma história que aconteceu comigo e espero que gostem de ler, se vocês curtem contos eróticos com genro e sogra, acredito que vão gostar. Eu sou o Lucas, tenho 25 anos. Um cara “normal”, nem gordo, nem magro. O charme está apenas na pele branca contrastando com os olhos claros de origem alemã.

Sempre fui um cara fascinado por mulheres mais velhas. Em sites pornográficos sempre pesquisei por MILF ou incesto com mãe e afins. Sempre tive uma queda e vontade de me deliciar com as mais velhas.

Toda essa minha história, aconteceu agora, na Páscoa de 2022. Porém o início faz aproximadamente 2 anos. Em janeiro de 2020, na praia de Ubatuba.

Eu estava em uma viagem, eu, minha namorada, meu sogro e minha sogra. Férias de uma semaninha na praia, pós ano novo.

Minha sogra, Paula, é uma mulher fantástica e encantadora. Além de toda a simpatia e educação, ela é extremamente linda! Pele branca, com algumas sardas, cabelo ruivo e olhos castanhos, penetrantes e bem escuros. O corpo é delicioso. Um par de peitos enormes, daqueles que não cabem na mão, nem magra e nem acima do peso, e uma bunda pequena, redonda.

Sempre tive um desejo imenso pela Paula. Desde que comecei a namorar, a Paula faz parte de algumas fantasias da minha mente, e consequentemente de várias punhetas. Sempre me imaginei me acabando naqueles peitões lindos.

Voltando à praia: estávamos em casa, pós um dia cansativo de muita praia e bebida. Fui tomar um banho e ao sair do banho vi que tinha uma notificação no celular. Minha namorada me avisava que eles foram ao mercado, e que voltariam mais tarde. Tudo bem, eu estava sozinho naquela casa.

Fui levar minha roupa molhada a lavanderia, para lavar mais tarde. Lá me deparo com uma calcinha da Paula. Eu não pensei duas vezes, meu coração desparrou e eu peguei aquela calcinha para cheirá-la. Na hora senti o cheiro maravilhoso daquela buceta. O meu pau começou a inchar no calção. Eu fechava os olhos e me imaginava chupando aquela mulher deliciosa. E toda minha fantasia e meu desejo sumiram ao ouvir um: “o que você está fazendo?!” da Paula, que me observava na porta da lavanderia.

Eu fiquei extremamente envergonhado, gaguejando e até hoje não sei ao certo o que falei. Lembro de ter me desculpado, que eu imaginava que estava sozinho. E implorei muito para deixar aquilo em esquecimento, que eu estava um pouco bêbado e não estava agindo conscientemente.

Os últimos dias da viagem foram péssimos. Um clima estranho. Eu não conseguia curtir. Eu não sabia se a Paula iria contar a minha namorada. Eu só conseguia pensar no quão idiota é irresponsável eu havia sido.

O tempo passou, e a Paula não contou nada para minha namorada. Meu relacionamento continuou. Por muito tempo eu não conseguia manter contato visual é uma conversa com a Paula. Isso foi voltar depois de um ano, em que ambos pareciam não ligar mais para a situação.

Porém, com certeza, a Paula sabia que o meu desejo continuava. Em festas que tinham piscina, sempre ela me pagava olhando aos peitos dela, seguido de um desvio de olhar de ambas as partes.

Na Páscoa eu tive uma surpresa. Minha namorada estava em outro estado, para convenções da faculdade que leciona. O marido da Paula viajando a trabalho, em outro país.

A Paula me chamou na sexta-feira, para almoçarmos e jantarmos para comemorar o feriadão e a Páscoa. Como ela estava sozinha, eu fui fazer companhia, entendia que eu uma data dessa é ruim estar longe dos familiares.

Foi um dia bem agradável: fizemos o almoço, tomamos café da tarde, conversamos muito sobre a vida, escolhas e futuro, e por fim jantamos um delivery. Um dia muito natural é bom! No fim do dia ela me deu uma caixinha, coberta de palha e com bom bons artesanais, desejando uma feliz Páscoa e agradecendo pela companhia.

Chegando em casa neste dia, abri a caixa de bombom para experimenta-los. Comi alguns dos bombons e ao tirar um da caixinha, percebi que tinha algo embaixo da palha. Tirei a palha e me deparei com uma cartinha é uma CALCINHA! No bilhete estava escrito: “meu pedido de desculpas, por ter te atrapalhado aquele dia, rs”.

A calcinha estava usada. Tinham algumas marcas de uso. E tinha o cheiro dela, aquele cheiro maravilhoso, cheiro de tesão, cheiro de buceta bem cuidada.

A Páscoa e o presente da sogrinha

A Páscoa e o presente da Sogrinha

A Páscoa e o presente da sogrinha

Senti aquele cheiro por algum tempo e decidi que no dia seguinte eu ia realizar dois dos meus sonhos: comer uma coroa, e comer aquela sogra deliciosa que eu tinha. Ela estava na minha mão.

Na tarde seguinte toquei a campainha dela. Ela veio me atender. De shorts leg preto e uma camiseta regata rosa, sem sutiã. Ao me ver no portão esboçou uma surpresa um pouco falsa, ela já sabia que eu estaria lá. Falei que estava lá para agradecer o presente que ela havia me dado. Nessa hora vi os bicos das tetas acessos, marcando muito aquela regata.

Quando ela abriu o portão, coloquei as duas mãos na cintura dela, olhei bem fundo no olho e disse: “eu adorei mesmo o presente”. Ela me deu um sorriso e eu beijei o pescoço dela.

Entramos na casa e já fomos subindo para o segundo andar, onde fica o quarto dela. Ela completou e disse: “melhor não falarmos nada sobre isso para não acabarmos desistindo, só vamos curtir o dia”. Concordei e fui tirando o tênis e as meias.

Deitei na cama dela, ela deitou ao meu lado. Fui por cima beijando aquele lábio carnudo. Uma mão na nuca e outra na cintura da Paula. Depois de alguns beijos eu sentia o bico do peito dela acesso, e aquilo me dava mais desejo.

Eu passava a mão nas coxas dela, enquanto ela passava no meu peitoral. Fiquei de joelhos, tirei a minha camiseta e comecei a puxar a dela pra cima. Ela levantou os braços e eu tirei aquela regata, revelando finalmente aqueles lindos peitões de bicos rosas.

Minha mão direita manteve-se na nuca, enquanto a esquerda apertava loucamente o peito dessa gostosa. Chupei os bicos que ficavam cada vez mais durinhos, enquanto arrancava alguns gemidos daquela puta.

Me deitei ao lado dela, tirei o shorts e a cueca. Meu cacete já estava como uma pedra, muito duro. Na hora ela já agarrou ele com a mão. Olhei para ela e disse “será que você aguenta” (afinal são 21 cm de um pau grosso), e ela me respondeu “era tudo o que eu imaginava e queria”. Ela deu duas batidinhas com o pau na cara e começou a mamar.

Ela sugava a cabeça. Lambia das bolas até a cabecinha. Mamava até se engasgar. Que delícia. Que putinha safada.

Mandei ela tirar o shorts e fazer um 69. Ela me obedeceu na hora. Abaixou o shorts, revelando aquela buceta raspadinha. Ela colocou os joelhos do lado da minha cabeça, voltou a mamar meu pau e deixou a buceta bem na minha cara.

Que buceta perfeita, rosinha, apertada e quente. Lambi inteira, chupei e me lambuzei. Sempre ouvindo os gemidos de fundo.

Mandei ela se deitar. Coloquei a camisinha e comecei a pincelar a entrada da buceta, enquanto ela já gemia e se contorcia. Fui colocando devagarinho, era apertada. Eu sentia meu pau preenchendo toda aquela buceta, e a cada empurradinha a mais, mais gemidos. Depois de alguns entra e sai, meu pau estava totalmente naquela buceta quente.

Me deitei sobre ela e comecei a socar devagarinho, friccionando bem o quadril com o clitóris dela. Ela estava indo a loucura, gemendo e me arranhando toda as costas. Comecei a aumentar o ritmo, fodendo aquela buceta com vontade, até que os quadris começaram a se bater e formaram aquele som de sexo selvagem.

A puta gemia, se contorcia e eu segurava. Segurava ela hora pelo cabelo, hora pelo pescoço e hora pelos peitos. Fodia empurrando até o fundo da buceta dela. Segurei o rosto dela e ela pedia para eu não parar. Não demorou muito até que ela disse que estava gozando, e eu sentia a buceta dela apertando meu pau, uma sensação incrível!

Ela me empurrou, ofegante. Tirei o pau da buceta e dei um tapa no peitão dela, que já estava vermelho de tanto que segurei nessa foda.

Mandei ela ficar de quatro e empinar a bunda pra mim. Ela se deitou e abriu a bunda pra eu por a pica pra dentro. Coloquei o pau inteiro e comecei a puxar o cabelo e dar tapa na bunda dela. Ela gemia, gritava. Eu abria a bunda dela e passava o dedo pelo cuzinho da cachorra, ela gostava e gemia mais.

Tirei o pau, me abaixei e chupei ela de 4, eu estava quase gozando e queria ao máximo postergar aquilo. Chupei ela e dei algumas cuspidinhas na buceta, pro pau voltar a entrar deslizando. Fiquei de pé e fodia ela de 4, empurrando a cabeça dela contra o travesseiro.

Gozei gostoso nessa posição, finalizando com uma bela lambida naquela buceta e um tapa na bunda.

Ela continuou ofegante e gemendo por minutos. Ficamos pelados e deitados durante um tempo, até voltarmos a condições normais. Me vesti pois ela precisava ir se arrumar, ia jantar logo menos com uma amiga.

Ela continuou pelada, me levou no portão de toalha. Dei um último beijo e fui embora, com um grande sonho realizado.

Espero que tenham gostado, foi o melhor feriado da minha vida.

Veja abaixo outros contos eróticos de incesto:

Minha prima casada é uma puta

Virei amante da minha tia carente de pica

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.