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A tia de um grande amigo

Um dos meus grandes amigos da adolescência morava bem perto de mim e é com a tia dele que se passa o conto erótico “A tia de um grande amigo”, que vou relatar agora para vocês.. Na casa dele moravam a mãe (divorciada), ele e mais dois irmãos. Desde pequeno frequentava a casa dele e vice-versa. Só que a casa dele funcionava melhor como ponto de partida para a gente e para a nossa turma, até porque a mãe dele trabalhava e a gente sempre usou o terraço como “ponto base”.

Certo tempo, a tia dele, irmã da mãe, acabou o casamento e passou uns dois anos morando lá e daí vem o que vou contar agora.

A tia dele, Lívia, era uma mulher de cerca de 35 anos, muito gostosa, sem filhos; a mãe dele, uma mulher de mais de 40 anos, que tinha três filhos mas tinha também um rabão (com celulite e estria, sim, mas deliciosa).

Como eu vivia lá dentro da casa dele, até porque me dava bem com os irmãos dele também, as duas – mãe e tia – me consideravam da família, o que era verdade, mas não a ponto de vê-las de calcinha e nada sentir.

Sim, porque as duas viviam passeando da casa de calcinhas sem se importar com a minha presença; verdade é que quando havia outros meninos isso não ocorria, ou seja, era por consideração mesmo. Porém não se faz isso com menino novo. Não que elas viessem de calcinha e sentassem na sala onde eu estava, mas, por exemplo, era normal saírem do quarto para ir buscar algo na cozinha ou no banheiro de calcinha, apesar de sempre usando blusas. Muitas vezes eram blusas justas, que permitiam ver a calcinha por inteiro.

Eu me acabava na punheta quando chegava em casa quando via qualquer uma delas, principalmente a tia Lívia, que era gostosa demais. A mãe desse meu amigo já me inspirava na punheta, imagine a irmã mais nova e sem filhos? A mãe dele, Maria, usava calcinhas mais comportadas, mas aquela bunda passando na minha frente deixava meu pau duro na hora. Imaginem Lívia, que tinha calcinha bem menores (nada que se compare com as de fio dental hoje, ok?).

Nunca falei nada e tenho certeza de que elas sabiam do que causavam, mas nem ligavam porque eu deveria ser muito novo para elas e elas não davam trela para pirralhas, queriam mesmo eram homens feitos que vivessem ao lado delas. Quando em casa, as duas sempre usavam shorts até curtos.

Certa vez cheguei na casa desse meu amigo e Lívia me mandou entrar. Ela estava sozinha (os irmãos dele estudavam à tarde e a mãe estava no trabalho) e disse que tinha mandado meu amigo no supermercado comprar algumas coisas e que ele não iria demorar. Ela estava assistindo à televisão e eu me sentei lá, para ficar vendo o mesmo programa, um desses filmes água com açúcar que vivia passando na programação da tarde. Lívia tinha mania de assistir tv com a perna dobrada, com o pé em cima do sofá. A buceta dela chega formava um pacote por conta da perna levantada. Eu já tinha visto aquela cena, mas naquele dia a xoxota estava inchada (era um absorvente íntimo kkkkk). Eu congelei a vista quando notei aquilo tudo. Me descontrolei mesmo, olhava um segundo para a tv e voltava a olhar para a buceta dela.

Lívia, mulher vivida, percebeu e ficou rindo. Numa dessas olhadas minhas, notei que ela ria e olhava para mim. Gelei. O sangue sumiu. Lívia me perguntou se eu estava bem com ironia, me disse que eu estava pálido. Nem sei o que respondi, sei que ela me disse que eu bem safado para a minha idade, levantou-se e meu amigo voltou na hora.

Daí em diante, comecei a achar que Lívia muitas vezes se exibia para mim. Quando eu ficava um instante sozinho com ela na sala, ela abria as pernas, fingia mexer nos dedos dos pés para a xoxota saltar, quando saía do quarto de calcinha para ir no banheiro fingia apanhar algo no chão para eu ver a bunda e a xoxota. Houve vezes em que mesmo com mais gente no ambiente, eu notava ela me olhando e rindo sorrateiramente. Mas eu era um abestalhado para entrar numa mulher mais velha.

Isso rolou uns dois meses, eu acho, até um dia em que eu cheguei na casa desse amigo meu e Lívia me disse que meu amigo tinha ido comprar algo e que não demoraria. Eu me sentei na sala e fui esperar vendo tv. A mesma coisa. Só que Lívia partiu para o ataque. Foi ao banheiro e voltou e me disse que teve de trocar o short porque o outro estava apertado demais (o outro era de jeans, o que ela colocou era de algodão). Agiu normalmente, botou a perna no sofá e aí eu notei que ela estava sem calcinha! O short chega entrava no meio da buceta dela, a xota ficava demarcada. Quando notei, fiquei impaciente, pois sabia o que tinha visto e estava com medo de ser flagrado por ela novamente.

Lívia agia como se eu nem estivesse ali, fingia estar com sono, olhava pela janela, quase que permitindo que eu a espionasse. E eu não me contive, não conseguia não olhar para aquela xoxota dividida por um short e sem calcinha. Numa dessas, Lívia me encara rindo e eu, de novo, fiquei apavorado pelo flagra. Mas ela fez tudo de propósito e já foi me dizendo “então o rapazinho está olhando o que de novo?”. Eu quase chorei de medo, senti o sangue sumir, deu um aperto na garganta. Lívia viu que se continuasse eu iria desmaiar kkkkkkk.

– “você me acha bonita?”. Eu balancei a cabeça e disse “claro, muito bonita e legal”.
– “gosta de me ver assim, mais à vontade?”
– “é um sonho, né?”
– “fique calmo que eu não conto nada para ninguém se você também não contar. Quer continuar olhando?”
– “sim, eu jamais contarei para ninguém, juro. Olhar é demais para mim”

A tia de um grande amigo

A tia de um grande amigo

A tia de um grande amigo

E Lívia fechou um lado da janela para não ser vista pela vizinhança, sentou-se onde estava, puxou o short de lado e me mostrou a buceta dela, linda, com pentelhos bem tratados (não havia moda de depilação na xoxota) e riu.

Engoli seco e meu pau quase rasgou o calção que eu usava. Aquela mulher linda e gostosa, alvo de muitas punhetas, estava se abrindo para mim.

– “se você guardar segredo, a gente pode se conhecer bem melhor. Prometa”
– “claro, Lívia (não a chamávamos de tia Lívia, apenas pelo nome)” “eu prometo”
– “vou passar a chave na porta e vamos para meu quarto. Seu amigo foi ao médico com a mãe e temos no mínimo umas duas horas livre”

Ela passou a chave na porta, me chamou e foi para o quarto. Entrei super nervoso, já tinha trepado, mas com uma experiente e uma gata daquela, ainda mais conhecida, jamais.

– “tá limpinho?”
– “tomei banho antes de almoçar, almocei e vim para cá”
– “vem, meu lindo, que eu também estou querendo”

Me abraçou e me beijou. Aí começou. Beijos na boca, ela começa a tirar minha roupa, eu vou tirando já sem vergonha ou nervosismo, ela tirar o short (que já estava molhado pela buceta pedindo rola), a blusa (ela já tinha tirado o sutiã também e eu nem tinha notado) e vamos para a cama. Ela fez um boquete e parou logo. Notou que eu ia gozar logo. Abriu as pernas e me perguntou se eu sabia chupar buceta. Sabia, não era um craque, mas meter a língua naquela xoxota foi demais. Ela mandava eu chupar mais em cima, passar a língua na xoxota, ficar no grelo, etc. Pulei em cima e começamos a trepar.

Era uma mulher de cabelos lisos e castanhos escuros, na altura dos ombros, morena clara, 1,65m, ombros meio largos, mas cintura fina e uma bunda maravilhosa, com pernas lindas, sem contar a xoxota que era sensacional, cheirosa e deliciosa. Eu estava realizando um sonho!

Gozei antes dela, mas já era esperado isso por ela, sabia do meu desespero e agonia juvenil. Ela mandou eu ficar roçando o dedo no grelo dela e gozou em seguida. Em pouco tempo demos outra trepada e ela enfim gozou comigo dentro. E enchi a buceta dela de porra (sim, não eram litros, mas uma gozada legal).

Eu e Lívia trepamos várias vezes depois disso, acho que ficamos juntos por quase um ano ou mais.

Por mim, era todo dia, mas não dava. Motel era longe, não tínhamos carro e Lívia não faria as loucuras que uma menina da minha idade faria se fosse para trepar comigo. Isso não impediu que muitas loucuras fossem feitas, do tipo ela mandar meu amigo para comprar algo no supermercado e eu ficar de tocaia, esperando ele sair para chegar lá e a gente trepar numa rapidinha (se eu chegasse antes, teria de acompanhar meu amigo). Cheguei uma vez na casa desse amigo e ele estava dormindo após almoçar. Trepamos no banheiro. Certo dia, eu já estava lá dentro da casa, tomando água na cozinha e na espera da trepada quando uma vizinha perguntou se ela não tinha massa de bolo disponível. Lívia mandou a vizinha entrar, se sentar na sala e foi procurar a massa de bolo. Com a vizinha na sala, ela tirou a calcinha, levantou a saia e me mandou penetrá-la. Trepamos na cozinha com a vizinha na sala, não deu tempo de gozar, foi só pela safadeza mesmo, pois Lívia interrompeu o coito, deu a massa de bolo para a vizinha e depois voltou para a gente terminar o serviço, na cozinha mesmo, ela de saia levantada e eu por trás.

Quando ela ficava em casa sozinha, eu passava a tarde lá, o que foi ficando mais raro porque a vizinhança começou a desconfiar.

Eu me apaixonei por Lívia, mas ela voltou a trabalhar e tudo ficou mais difícil para a gente. No trabalho ela conheceu o novo marido e foi morar com ele, acabando nosso romance. Não havia celular e a comunicação com ela acabou. Apenas uma vez encontrei com ela num shopping center, bem dez anos depois, e fomos para um motel. Lívia continuava uma mulher bonita, não mais esplendorosa porque a idade e dois filhos alteraram aquela linda mulher, mas ainda assim uma mulher espetacular. Só que a trepada nesse dia não teve mais o gosto que a gente imaginava que teria, Lívia disse que até traía o marido, só que eu e ela não estávamos mais na sintonia e foi a última vez que transei (e que também vi) Lívia.

Dois detalhes que só soube nessa “despedida”.

O primeiro é que Lívia, já casada e vários anos depois, contou tudo à irmã, que ficou “com raiva” porque, se soubesse, teria dividido com ela as “minhas disponibilidades”, até porque, para dona Maria (a mãe do meu amigo) ela tinha muita tesão em mim e outro amigo nosso.

O segundo foi mais impressionante, pois Lívia enfim me disse que só resolveu dar para mim porque estava a perigo, estava sem trepar há um bom tempo e os pretendentes que apareciam eram canalhas. Como sabia que eu era de confiança e que já tinha me visto olhando para ela e para a irmã (a mãe do meu amigo) com olhar safado, resolveu apostar, algo que de nunca se arrependeu. Disse que as nossas primeiras trepadas eram uma merda, eram só para matar a tesão e por safadeza mesmo, mas depois comecei a fazer o negócio direitinho, tanto que ela chegou a ficar balançada por mim e de ter ciúmes até. E que no tempo em que ficamos juntos ela pensou que tinha ficado grávida de mim!!! Sim, como nunca usamos camisinha, Lívia atrasou tanto a menstruação uma vez que julgou ser gravidez, o que não era (sem nada me contar, ela começou a tomar pílulas). Eu disse a ela que notei que ela tinha desenvolvido algo mais por mim além da tesão de trepar, ainda me apavorei de saber que poderia ter sido pai muito novo e que jamais pensei que ela pudesse engravidar, porque imaginava que uma adulta tomaria todas as precauções…

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