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Como iniciamos numa casa de swing

Essa é a nossa história, de como iniciamos numa casa de swing, espero que curtam e comentem o que acharam.

Nosso início ocorreu anos atrás. A Mara estranhou muito quando eu propus a ela de irmos a uma casa de swing e demorei a convencê-la a irmos “só para ver como era”, sem a intenção inicial de participarmos de nada. Seríamos quando muito voyeurs.
Depois de muita insistência minha, ela acabou topando e fomos. Escolhi pela internet o Marrakesh em Moema. Chegamos cedo, por volta das 22h, e encontramos a casa vazia. Um dos funcionários nos acompanhou então num tour pela casa com as devidas explicações do que rolava em cada ambiente. Só de imaginar, já começamos a nos excitar.
Lembrando disso agora, é até engraçado relembrar como ficamos excitados por tão pouco.
Um pouco mais tarde, com a casa ainda semivazia, depois de muito namoro na mesa, não resistimos e fomos a uma das cabinas privadas e nos trancamos lá dentro. Ainda iniciantes e tímidos, escolhemos uma cabina sem treliça, e transamos lá dentro.
Voltamos à nossa mesa, relaxamos, bebemos um pouco, dançamos e aí assistimos a um show de strippers. Voltamos a ficar excitados. Depois resolvemos circular um pouco pela casa e o que vimos aumentava ainda mais nosso tesão. Nunca havíamos visto outras pessoas transando na nossa frente, e tudo que víamos e ouvíamos nos excitava.
Eu já estava disposto a entrar na brincadeira, mas a insegurança da Mara ainda não permitia e ela não deu espaço para rolar nada. Acabei ficando na minha para não magoá-la e perder a chance de uma volta à casa numa outra oportunidade.

No mês seguinte voltamos ao Marra e dessa vez a Mara aceitou que nos sentássemos na sala coletiva. Alguns casais se sentaram próximos, mas ela deixou claro para eles que não queríamos transar com outras pessoas.
No final da madrugada ela topou transar comigo lá na sala. Eu até fiquei surpreso, não achava que a Mara fosse ter coragem. Ela não se despiu, apenas levantou um pouco o vestido, afastou a calcinha para o lado e se sentou no meu colo, de modo que transamos sem que ela mostrasse o corpo dela para ninguém.
De qualquer modo, aquele tinha sido para ela um grande passo corajoso. Adorei e gozei gostoso, com um prazer muito acima do normal.
Nessas duas primeiras visitas, toda vez que algum homem se insinuava, ela sinalizava que não estava a fim e afastava rapidamente a mão dos mais ousados que encostavam nela. Aí, na nossa terceira vez, fomos a uma outra casa que logo se tornaria nossa favorita: o Innerclub.
Já um pouco mais descontraídos (mas não muito) que das outras vezes, nos acomodamos, tomamos umas bebidinhas, dançamos e assistimos aos shows apresentados. Mais tarde fomos conhecer a sala coletiva. Estava cheia e com muitos casais trocando carícias.
Depois de esperarmos um pouco apreciando a brincadeira dos outros, acabamos descolando um espaço para sentarmos e logo começamos a nos beijar. O clima de sacanagem havia nos contagiado e senti que ela estava molhadinha, enquanto que meu pau estava duro desde a hora que entramos naquele ambiente.
Eu a bolinava e beijava os biquinhos dela, depois de tirar o peito dela pra fora da blusa. Era a primeira vez que ela se deixava mostrar para os outros.

De repente ela me sussurrou assustada: “Ci, o cara sentado aqui do meu lado está com a mão na minha coxa!”
Eu respondi baixinho: “Relaxa… deixa ele…” e continuei beijando como se eu não soubesse de nada.
Percebi que ela estava com medo e ao mesmo tempo com vontade de deixar rolar. Pensei comigo: “safada!”
O cara, ao ver que ela não ia afastar a mão dele, criou coragem e começou a alisar as pernas e por fim escorregou a mão por baixo da saia.
Eu estava com meus dedos na xaninha dela quando senti a mão dele se aproximando, aí afastei a minha para ceder o lugar a ele.
Quando ela sentiu o dedo dele tocando na xaninha dela, ela se mexeu e deu uma primeira gemida. “Safada, ela está com tesão causado por um cara cujo rosto ela ainda nem viu.” – pensei.
Era minha primeira vez como espectador da minha própria mulher com outro e eu estava com sentimentos confusos. Eu sentia uma espécie de dor no peito de ciúme, mas ao mesmo tempo ver aquilo também estava me dando tesão.
Muuuuuito tesão.
Este tesão foi mais forte que meu sentimento de posse e eu queria ver mais, portanto deixei rolar e fiz sinal para ela que estava tudo OK. Ela estava sentada meio que virada pro meu lado e de costas pro cara sentado do outro lado dela.
Eu, que até então estava grudado na minha esposa, resolvi então me afastar um pouco para dar mais espaço para o cara. Ele não perdeu tempo e a abraçou por trás, segurando os peitos dela.
Ela adora ser acariciada nos seios e se inclinou para trás oferecendo a nuca para ele. Ele beijou a nuca, a orelha e depois de alguns agrados fez ela girar o corpo pra ficar de frente para ele. Ele pôde então mamar os biquinhos da Mara. Que eu sei que estavam arrepiados.
Em seguida o cara se ajoelhou no chão em frente à Mara, levantou o vestido, afastou a calcinha pro lado (sem tirá-la), enfiou a cabeça no meio das suas pernas e começou a chupar.
Ela, que tinha se controlado até então, não conseguiu se conter mais e começou a gemer. Ela até tentou morder os lábios (isso ela me contou depois), mas sem sucesso.
Nisso, como o cara estava no chão, vagou o lugar ao lado dela onde ele estava. Aí se sentou mais um rapaz ali.
Enquanto o primeiro no chão chupava embaixo, o segundo, sentado, começou a chupar em cima. Ela sendo servida por duas bocas e eu de boca aberta vendo tudo aquilo… rs
Eu podia ver que ela estava nitidamente morrendo de tesão. Ela começou a se contorcer. Teve uma hora que ela segurou a cabeça do cara como que para garantir que ele não fosse sair de lá… rs. Parecia que podia gozar a qualquer momento. Gemia mais alto agora.
Não sei bem como aconteceu, mas quando vi ela estava segurando o pau do segundo cara na mão esquerda.
Ela tentava bater pra ele, mas estava tão entregue ao próprio prazer que não conseguia se concentrar direito e batia, aí parava, batia de novo, parava.
Aí o cara no chão se levantou e se sentou à direita dela, me deslocando e ficando entre eu e ela. Eu então me levantei e fiquei em pé na frente, de onde continuei observando tudo. Vi quando o cara botou a mão dela em cima da calça dele e sussurrou algo no ouvido dela. Não precisei ouvir para saber o que ele queria… rs

Como iniciamos numa casa de swing

Como iniciamos numa casa de swing

E eu só olhando, excitadérrimo.
Ela abriu o zíper dele, meio atrapalhada, tirou o pau do cara pra fora e começou a bater punheta pros 2 ao mesmo tempo, um em cada mão, um sentado em cada lado dela. Ela conseguiu se controlar melhor e começou a bater de forma ritmada e constante.
Chegou uma hora que o primeiro cara não aguentava mais, tirou a mão dela, enfiou a mão no bolso e de lá tirou uma camisinha.
Ele rasgou a embalagem com o dente e pediu para a Mara colocar no pau dele. Ela então largou do segundo cara e vestiu com carinho a camisinha no primeiro.
Do jeito que ela segurou e olhou de pertinho, na hora pensei que ela fosse chupá-lo, acho até que sentiu vontade, mas no fim ela acabou só pondo a camisinha mesmo.. Acho que se o cara tivesse encostado o pau no rosto dela, ela teria chupado. Ele perdeu a chance porque ela chupa muuuuuito bem…
Assim que ela acabou de desenrolar a camisinha, ele de repente puxou minha mulher, pondo ela sentada no colo de costas para ele. Ele até aquele momento estava quieto (ou pelo menos, de onde eu estava, parecia estar), mas quando começou a movimentar a Mara pra cima e pra baixo no pau dele, começou a chamá-la em voz alta de gostosa, safada, delícia…
Falava bem excitado.
Ela continuava gemendo… e ele comendo minha mulher com vontade. O cara era forte e a Mara é pequena, de modo que ele levantava e movimentava minha mulher com a maior facilidade.
A cena do pau se mexendo para dentro e para fora na buceta ficou gravada bem nítida para sempre na minha cabeça. Era a primeira vez que eu via. Entrando, saindo, entrando, saindo. Não era um filme pornô. Dessa vez era minha mulher!
Enquanto isso o segundo cara ficou na mão, mas ele ficou ao lado falando qualquer coisa pra ela (depois a Mara me contou que ele ficava elogiando, a chamava de gostosa e dizia que queria depois comê-la gostoso também, que estava louco de vontade de enfiar o pau dele na bucetinha dela) e permaneceu com o pau duro pra fora da calça, do jeito que ela havia deixado.
Lógico que não demorou muito e o primeiro cara gozou com ela no colo. Ele até gritou no fim.
A Mara, apesar de estar excitadíssima, ainda não havia gozado. Ela mal saiu do colo do primeiro, foi puxada pro colo do segundo, só que agora virada de frente.
Aí eles transaram nessa posição por bastante tempo, e não sei como este cara tinha tanto controle para se segurar. Eu mesmo, sem estar trepando, só de ver estava quase gozando. A diferença é que o segundo cara transava num ritmo bem mais tranquilo que o primeiro.
Minha mulher subia e descia devagar, mas a impressão que dava é que cada vez que o pau do cara penetrava, era um momento de muito prazer para ela.
A Mara curtia cada penetração e gemia mais contida agora, mas eram gemidos de muito tesão, sem dúvida.
Aí ele falou algo para ela que não escutei, mas logo entendi, porque eles se levantaram e mudaram de posição.
Ela então se debruçou sobre o encosto do assento e ele então a encoxou por trás. (ele de pé, ela de joelho sobre o sofá virada para a parede)
Ele simplesmente se encostou e enfiou de uma vez só na xaninha de novo – ela até deu um grito. Na hora, por causa do grito, eu até achei que ele tinha enfiado no cuzinho, mas depois ela me contou que não.

Nesse momento reparei que a sala toda estava olhando…
Dessa vez ele não estava com a calma de antes e começou a comê-la que nem um tarado. Ele metia com força. Ela gemia sem eu saber o quanto era de dor, quanto de prazer.
Aí eu me levantei do meu lugar e fui sentar ao lado de onde ela estava para ver de perto o rosto de tesão dela. Mesmo no escuro deu para ver (ou imaginar, sei lá) que ela estava vermelha, como costuma ficar quando está com tesão.
No fim foi ela que gozou primeiro. Ela de repente parou de gemer, pegou minha mão e começou a tremer enquanto o cara continuava comendo. Vendo ela gozar assim tão gostoso foi pra mim um dos momentos mais emocionantes da minha vida sexual.
Depois de mais várias estocadas, o segundo cara também gozou. Imagino que tenha sido muito gostoso pra ele também. Ele ficou um tempo debruçado sobre ela e então se despediu dizendo que havia sido ótimo e que esperava encontrá-la ali de novo numa outra noite.
Ele apertou minha mão, me deu parabéns “pela gata que eu tinha” e disse rindo para a “gente ter juízo” naquela noite. Foi bem mais simpático e educado que o primeiro.
Depois de ver tudo aquilo, eu não estava me aguentando mais.
Assim que me despedi do segundo cara, eu deitei (ou joguei) a Mara de costas no assento, abaixei as calças e meti nela como se estivesse violentando uma mulher.
Eu normalmente transo com calma, com muitas brincadeiras e preliminares, mas naquela hora eu só queria mesmo era comer minha mulher como se eu tivesse pressa e ela fosse uma puta à minha disposição.

A Mara estava exausta e nem se mexeu, só deu uns gemidos. Eu devo ter gozado em menos de 1 minuto, mas foi com certeza a rapidinha mais gostosa que dei na minha vida !!!

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