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Indo com Tâmara para o motel

Indo com Tâmara para o motel, a continuação de uma história de quase amor, relatado de forma precisa para quem gosta de ler bons contos eróticos de travestis, espero que curtam.
No conto anterior (Comendo uma rosquinha na loja de doces), disse como conheci e transei com TÂMARA bem rapidinho. Agora digo a vocês como foi a nossa primeira ida ao motel.

O carro foi consertado e fui embora para casa. Ainda passei pela loja mas havia gente por lá e preferi apenas dar uma buzinada sem parar. Passamos o resto do dia, eu e TÂMARA, apenas trocando mensagens e dizendo que a rapidinha tinha sido espetacular, foi uma loucura que deu certo e que de noite a gente faria mais.

Por volta das 20h, passei em frente da casa dela e ela já me esperava no portão. Estava uma tesão. Usava um vestido escuro, daquele tipo sem mangas e sem marcar muito a cintura, vestido na altura do joelho. Sem dúvidas, parecia uma mulher. De perto, ainda faltam alguns ajustes para a feminilização completa de TÂMARA, apenas meros detalhes perfeccionistas. Ela não usava silicone, mas os peitinhos eram destacados pelo excesso de gordurinha e mesmo porque ela vivia fazendo massagens neles para aumentar (não sei se funciona!). O vestido sem mangas destacava os peitos.

No motel, já entramos no quarto se beijando. Meu pau duro virou pedra quando deixei TÂMARA só de calcinha. Ela estava sem sutiã e a calcinha vermelha era linda, mas não era fio dental, o que combinava demais nela. Não vi um só pelo. Era toda depilada (e me disse que jamais teve muito pelos no corpo). Não tinha muita barriga, é aquela gordinha mais larga que com barriga. A bunda era totalmente branca, sem marquinhas de sol ou de qualquer outra coisa. Usava um perfume maravilhoso. Seu cabelo é castanho na altura dos ombros.

Arranquei a calcinha e vi pular um pau de tamanho de pequeno a médio, normal da grossura, e todo rosinha. Estava duro e já babando. Fui chupar mas ela já pediu um 69. Veio por cima e eu tanto chupava o pau dela quanto aquele cu delicioso. Meu pau já estava babando também. TÂMARA me pede para que a gente invertesse a posição no 69 e eu ficasse por cima (o que nunca faço). TÂMARA disse que morria de tesão em cu de macho e me linguava no cu muito. Partimos para o coito.

Indo com Tâmara para o motel

Indo com Tâmara para o motel

TÂMARA ficou de quatro e eu fui atrás dela, não antes de enfiar a língua toda naquele cuzinho lindo. Ela gozou nessa posição sem se tocar e eu enchi aquele cu de porra. Deitamos, tomamos um banho, conversamos muito e trepamos de novo. Pedi para TÂMARA me comer, mas ela disse que estava muito fêmea naquele dia, que não conseguiria. Gozamos mais uma vez e ficamos conversando de conchinha. Falamos como a tesão tinha nos guiado sem a gente se conhecer. O clima da gente era de namoro, de se conhecer, algo maravilhoso. A voz dela era naturalmente feminina.

Ela me disse que estava com bastante tesão naquele dia e que já estava decidida em bater uma punheta na hora do almoço, dando sorte de eu ter aparecido antes disso. Até hoje a gente não entende como é que demos a rapidinha pouco tempo depois de a gente se ver, sem nem mesmo falar quase. TÂMARA tinha 22 anos e nunca tinha tido um namorado, apenas os garotos da localidade que vez por outro matavam a tesão dela, tudo muito sem sentimento, só safadeza mesmo, às vezes ela dando até dinheiro para isso.

Na adolescência tinha transado com coleguinhas, que até tinha saído com uma delas depois da transição, mas que foi só para matar a curiosidade, em que pese viver levando cantada de mulheres – e de homens também, principalmente os casados.

Quando fomos tomar banho para ir embora, em clima de “quase amor”, TÂMARA começa a me chupar no banheiro, me vira, começa a enfiar a língua no meu rabo, sobe, passa sabonete no cacete que voltou a ficar duro e me penetra bem devagarzinho, dizendo que comigo ela seria tudo que eu quisesse. Ela gozou bem pouco, mas aquela transa foi muito especial para a gente.

Mantive um relacionamento de quase um ano com TÂMARA, mas o fato de eu nunca ter assumido o namoro para todo mundo com ela (eu ia na casa dela, mas confesso que não tive coragem de assumir em todo lugar, uma fraqueza que não superei) e também o ciúme forte que ela tinha de mim, tudo isso, foi matando o nosso vínculo.

Até hoje sinto saudades de TÂMARA mulher, TÂMARA viril, TÂMARA companheira, TÂMARA amiga.

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