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Ravena – Capítulo 2

Publicado em 14/10/2023 por Centauro

A segunda-feira começou arrastada e fria, com a brisa gelada do inverno invadindo a sala onde eles buscavam forças para deixar a letargia da manhã. Estavam os três sentados no sofá, após o café, assistindo a TV sem prestar atenção nas notícias da pandemia ou nas receitas que nunca seriam feitas. Ela estava deitada no colo dele, a cabeça pequena com os cabelos amarrados num rabo de cavalo pousada em suas coxas peludas, as pernas delgadas e longas pousadas no colo dela, que fazia um carinho em suas coxas tenras. Ele não acariciava seus cabelos, como ela esperava: “Ele está com receio de me tocar? Será que ele não vai se segurar? Mas eu queria tanto…” – ela pensou, enquanto roçava discretamente o queixo em suas coxas, tentando subir para sua virilha, perscrutando o membro grande e grosso que ela tanto desejava. As mãos macias dela em suas pernas causavam uma sensação de paz e segurança que contrastava com o calor que ela sentia ao procurar pelo caralho dele. De um lado, o carinho tranquilo e inocente, do outro, a tentação e desejo de ter, novamente, a piroca enorme dentro da sua xoxotinha apertada.
-Tenho uma reunião, agora. – ela disse, segurando as pernas dela para levantar do sofá e, então, reposicionando-as sobre as almofadas. – Vou fechar a porta pois preciso fazer uma apresentação, não entrem no quarto.
-Claro, pode deixar. – ele respondeu, de olhos bem abertos, sem desviá-los da TV, como se estivesse realmente interessado na programação. – Vai demorar muito?
-Até às 11 horas. Por quê? – ela perguntou enquanto caminhava para o corredor, deixando a sala.
-Só pra saber se eu precisar entrar no quarto. – ele soou despreocupado e desconversou. – Boa sorte com a apresentação!
-Obrigada! – ela sorriu para os dois sentados no sofá e caminhou para o corredor, seus passos subindo as escadas e desaparecendo com o som de uma porta sendo fechada.
Na sala, os dois permaneceram imóveis, em silêncio enquanto a TV continuava ligada, mas eles não ouviam ou viam nada além de seus próprios desejos. Suas respirações eram pesadas, carregadas de dúvidas e receios. Até imaginar parecia arriscado, e eles sabiam pois estavam imaginando desde que acordaram. Seus corpos ardiam, precisavam aplacar aquela sede, era uma necessidade primordial. Ele foi o primeiro a se mover, discretamente, pousando as costas da mão esquerda em seus cabelos negros e lisos, testa, acariciando suas sobrancelhas, casualmente, num carinho inocente. Ela retribuiu virando um pouco o rosto para baixo, a boca entreaberta, até encontrar seu caralho semiereto, sob o tecido fino do shorts de pijama que ele usava. Enquanto ele acariciava seus cabelos, ela esfregava a boquinha pequena no volume que começava a despontar, mordia bem de levinho, provocando-o com seus lábios delicados.
Seus dedos crisparam em seus cabelos, tensos, enquanto ela mordiscava seu membro oculto pelo pano, se sentindo mais confiante. Levou sua mão esquerda até a perna do shorts e puxou, libertando o pau que, ao contrário do dono, pulsava vivo, sem se preocupar com a situação proibida. Sem demora, ela abocanhou o caralho de veias suaves e glande rosa, já completamente duro, sentindo seu gosto e o desejo que fazia-o latejar enquanto ela sugava discretamente, em silêncio, como se a mulher, no andar de cima, pudesse ouvir uma mamada na sala. O risco era real, mas ela não queira pensar nele, precisava saciar sua fome. A fome que ela tinha de ser arrombada como no dia anterior.
Ele estava apavorado com a situação, seu membro exposto na sala, a mulher no quarto acima deles, sua ninfetinha mamando a sua pica com muita vontade, sugando com força e mordendo a glande, já melada e pronta para meter. Sua boca era quente, ávida, ela tentava ser cuidadosa mas ele sentia seus dentes, cravando na glande, a língua no freio do prepúcio, o céu da boca roçando na ponta da cabeçorra, que minava seu melado de macho vadio. Aquela mamada fê-lo perder o resto de juízo que sobrava, ele a segurou pelos cabelos e forçou sua rola pela garganta da menina, que fez o que pôde para engoli-la naquela posição, colocando-a toda na boca, sem respirar. Ela sentiu seu homem despertar, sufocando-a com aquela rola que era enorme para a sua boca, que lutava para envolvê-la com os lábios, recebê-la inteira, o máximo que conseguia. Engasgou com a pica bem fundo e, no desespero de não conseguir respirar, fez força para se libertar, mas ele segurou sua cabeça e não deixou que ela se afastasse, fazendo-a se debater enquanto tossia aflita, espalhando baba por sua perna, manchando seu shorts.
Ela empurrou sua perna com toda  a força que seus bracinhos tinham, sentindo o ar lhe faltar, finalmente se libertando das suas mãos e retirando o caralho grosso da garganta, inspirando rápido com a boca para recuperar o fôlego. Apoiou os braços no sofá e se levantou, olhando para ele, os olhos lacrimejando em busca de uma explicação que não viria. A resposta dele foi colocá-la de lado com suas mãos grandes e fortes, baixou a frente do shorts para soltar o caralho e se levantou, segurando-a pela cabeça e voltando a enfiar a piroca completamente dura em sua boca. Ela não protestou, envolveu o mastro de carne com sua boca e sugou, como uma boa menina, mostrando que aprendera algo com o dia anterior. A pica foi metida novamente em sua garganta, com ele segurando seu rosto para não escapar. As lágrimas escorriam e ela olhou para cima, chorosa, os olhos em desespero encontrando os dele, satisfeita em perceber que seu sofrimento despertava-o, deixava sua rola ainda mais dura, para lhe sufocar sem dó. Tossiu novamente, engasgada, e ele retirou o caralho, todo babado, mas sem lhe dar descanso, tornando a enfiar, dessa vez fodendo sua boquinha, metendo a cabeça e tirando, dando tempo para que ela respirasse. Mas ela queria provar para ele que estava pronta. Colocou as mãos para trás, indefesa, inspirando profundamente enquanto a glande roçava seus lábios e, olhando para ele em desafio, embora as lágrima ainda escorressem, jogou a cabeça para frente e sugou a pica com força, fazendo-a entrar em sua boca, engolindo o máximo que podia, completamente enfiada, até o talo em sua garganta. Ela não conseguiu sustentar o olhar por muito tempo pois se engasgou novamente, tossindo e choramingando enquanto tentava enfiar a rola novamente em sua boca.
-Minha putinha, calma! – ele falou baixinho, segurando seu rosto com uma das mãos e soltando seus cabelos. – Sua mãe vai ouvir!
-Eu quero todo, papai! – ela tirou a rola da boca para falar e voltou a encará-lo. – Quero engolir tudo, até seu saco, pra você ter orgulho da sua bebezinha!
-Ah, minha bebê! – ele sorriu, satisfeito, segurando-a pelo queixo. – Papai tem muito orgulho de você. Chupa gostoso, mas não faça barulho. – ele pediu arqueando a sobrancelha, deslocando as mãos para seus cabelos lisos, fazendo-a voltar a chupar seu caralho grosso. – Mama essa pirocona do papai.
Ela sorriu para ele satisfeita e voltou a chupar, seus olhos fixos um no outro, sua boquinha engolindo com vontade, suas mãos segurando as pernas peludas dele, se apoiando para aproveitar cada centímetro do caralho em sua garganta. Suas lágrimas escorriam pelas bochechas enquanto ela se engasgava, tentando enfiar o pau cada vez mais fundo em sua boca, querendo alcançar as bolas com a língua. Tirou para tomar ar e sentiu a baba escorrer pelos cantos da boca, quando ouviram o barulho da porta e passos pelo corredor, descendo as escadas. Em pânico, foi a vez dele correr para a varanda, deixando-a na sala, entregue à própria sorte. Chegou na varanda com o pau pra fora do shorts e tentou cobri-lo com o tecido, mas estava duro e enorme, então correu para a garagem e se meteu dentro do carro.

Ravena - Capítulo 2

Ravena – Capítulo 2

Se acalmou enquanto fingia procurar algo no porta-luvas, revirando boletos antigos e comprovantes de pedágio, quando viu a mulher na porta da varanda, o rosto vermelho, gesticulando para ele com cara de preocupada. Expirou profundamente, tentando manter a calma, passou as mãos pelo shorts, para conferir o volume. O pau ainda estava grande, mas ele deu de ombros: “Não adianta tentar fingir, ela já sabe, mesmo.” – pensou, enquanto abria a porta e saia, caminhando de volta para a varanda. Chegou na porta da sala resoluto, pronto para encarar a verdade, e viu a mulher sentada no sofá, com a menina em seu colo, chorando. Ela olhou para ele e fez uma careta de dúvida, enquanto acariciava os cabelos da menina.
-Calma, filha! – sua voz soava ofegante, ela puxava o ar profundamente antes de falar. – Está tudo bem, nada de ruim vai nos acontecer.
-Nada de ruim? – ele perguntou, sem entender o que se passava. Olhou para a mulher em busca de respostas.
-Ela estava vendo essas reportagens sobre a pandemia e acabou tendo maus pensamentos. – a mulher falou tranquila, a mão acariciando os cabelos escuros e lisos da menina, enxugando suas lágrimas com seu vestido. – Nada de ruim vai acontecer, meu bebê!
-Promete, mamãe? – ela perguntou, erguendo o rosto marcado por lágrimas e baba, abraçando a mãe com força. A mulher assentiu e retribuiu o abraço, olhando para ele com um ar piedoso.
-Prometemos, filhinha. – ele endossou, sem se aproximar. Foi se arrastando para o corredor, sem muita certeza sobre o que estava se passando. – Vou no banheiro, já que está tudo bem.
-Use o aqui de baixo, esqueci de dar descarga na suíte! – a mulher falou, olhando pra ele preocupada, mas ele não respondeu.
Subiu as escadas sorrindo com a preocupação da mulher. Após anos de casamento, a intimidade entre eles permitia que ele desse descarga por ela. Entrou no quarto, aliviado, e foi lavar o rosto, ainda sem acreditar na presença de espírito que ela teve para acobertar seus atos. Deu descarga sem olhar e se lavou, saindo da suíte enxugando o rosto na toalha quando notou o notebook em cima da cama e algo debaixo do lençol. Puxou o pano e descobriu um consolo enorme, maior que seu próprio pau: “Essa era a reunião, então?” – ele pensou, mas não quis investigar mais. Cobriu o instrumento com o lençol, pendurou a toalha no suporte e saiu do quarto, encontrando a mulher no corredor, subindo as escadas com pressa.
-Ela já está mais calma! – ela falou apressada, olhando-o com os olhos bem abertos.
– Que bom. – ele respondeu, respirando mais tranquilo, finalmente. – E a sua videoconferência?
-Atrasou! – ela respondeu rapidamente, já voltando ao assunto . – Eu ouvi ela tossindo, fiquei preocupada.
-Claro, mas não se preocupe mais. – ele a beijou e desceu as escadas. – Eu cuidarei dela, pode voltar ao trabalho.
Ela fechou a porta e ele chegou até a sala, onde a encontrou sentada no sofá, com os olhos brilhantes e sorrindo de lado. Sem falar qualquer coisa, ela se ajoelhou no sofá e virou de costas, baixando seu shortinho até o meio das coxas e empinando sua bundinha. Com as duas mãos, arreganhou sua bocetinha e esperou por ele. A visão daquela ninfeta oferecendo sua bocetinha sem falar nada apagou da sua mente qualquer preocupação. Ele se abaixou e segurou aquele bumbumzinho com as duas mãos, aproximando seus lábios e provando do meladinho que escorria, sorvendo seus sucos com a vontade renovada. Seu membro estava duro novamente, ele tinha pressa e sua ninfeta também. Lambeu com vontade o seu grelo, introduzindo sua língua na vulva recém deflorada e ficou satisfeito com o gemido abafado que ela deu, segurando o ímpeto de gritar sendo invadida por sua língua. Ela procurava empinar e se arreganhar ao máximo, se abrindo completamente, arreganhada e oferecida, esperando por mais. Sentiu a língua dele deixar a entrada da sua boceta e ir até o seu cuzinho, provocando um arrepio profundo e uma sensação de prazer nova. Não se demorou ali e logo subiu com sua língua, ora mordiscando suas ancas, ora beijando suas costas, até que ele chegou em seu pescoço e a glande encaixou na sua grutinha, escancarada para que ele metesse.
-Mete, papai. – ela pediu baixinho mas cheia de confiança. Sua boceta ainda estava ardida da foda do domingo, mas ela já achava que sabia como fazer e que aguentaria mais uma foda com aquela piroca grossa..
-Toma, bebezinha. – ele respondeu, enquanto forçava a glande na entradinha da boceta recém arrombada, que estava bem molhada e se abriu para seu caralho. – Sente o caralhão do papai entrando nessa bocetinha apertadinha, minha putinha!
-Ai, papai! – ela mergulhou a cabeça na almofada do sofá. – Arromba sua menininha!
Ela pediu e sabia que ele não negaria. O caralho entrou devagar mas de uma vez, como quando ele a descabaçou. Sentiu a pica rasgando mais uma vez, mas sua bocetinha ardia ainda mais, estava esfolada do dia anterior e ela quase desmaiou com tamanha dor. Mas não gritou como ontem, aguentou firme, fechando os olhos e cerrando os dentes, tentando se concentrar no prazer que sentia a despeito da dor. Ele chegou até o seu útero, a glande inchada, latejando, toda atolada em sua grutinha molhada, preenchendo-a completamente. Suas mãos grandes apertaram seus peitinhos pequenos, beliscando seus mamilos, fazendo-a se contorcer e gemer mais alto, deixando-os apreensivos. Eles estacaram e esperaram, mas nenhum som veio lá de cima.
Mais confiantes, entregaram-se ao prazer, ele iniciando o vai e vem e ela segurando a respiração, gemendo cada vez que ele enfiava a rola. Uma das mãos grandes correu para o seu grelinho, que apesar de diminuto estava bem durinho e intumescido. O toque dele em seu clitóris junto com as estocadas que recebia fizeram-na tremer. Ela choramingou de dor e tesão e olhou para trás, vendo-o meter, com a boca escancarada e um olhar de sádico, praticamente um animal, socando sem piedade dentro daquela vulva tão pequena e apertada. Foi então que ela sentiu novamente seu corpo estremecer em espasmos desconexos, seus olhos se encontraram e ela, choramingando, assentiu com a cabeça, como se pedindo que ele metesse mais e com mais força. Ele pareceu compreender, pois seu caralho se afundou com mais força, até as bolas, entrando e saindo rápido, levando-a ao clímax. Ela perdeu o comando das pernas e caiu para frente, mas ele estava com as mãos por baixo, uma no grelo e outra em seus seios, e a amparou, mantendo-a de quatro, enquanto fodia como um cão, cobrindo sua cadela no cio. Ela tentava olhar para ele, seu rosto era um misto de dor e prazer, enquanto sentia seu corpo ser percorrido por ondas que começavam em seu útero, em cada estocada, e se espalhavam até a base da nuca. Ela gozou assim, com ele metendo sem descanso e as mãos grandes em seus seios e grelo, até que ele próprio não aguentou.
Tirou o caralho pingando da bocetinha e foi até sua boca. Ela não tinha noção do que fazia, estava gozando ainda, profundamente, caiu sobre o sofá sem o amparo dele e percebeu que ele colocou o membro melado em seus lábios. Sentiu o gosto da própria boceta naquela rola grande e grossa, mas logo vieram os jatos de porra, quentes e caudalosos, enquanto ele gemia baixo, ensandecido. Ela recebeu seu leite dentro da boquinha e se deliciou com seu gosto de macho, sorvendo até a última gota, usando sua língua para limpar toda a extensão da pica. Seus corpos tombaram, enfim, no sofá. Estavam exaustos, o risco de serem descobertos era gigante, mas seu tesão não esmorecia, o desejo que sentiam apenas aumentava.
-Papai, quanto tempo vocês vão ficar de home-office? – ela arriscou, reunindo forças para perguntar, baixinho.
-Espero que muito tempo, minha bebezinha.

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