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Emprestando a esposa

Publicado em 14/07/2023 por Antonio Trovão

Manoel, você quer minha esposa emprestada?”, perguntou Antonio ao amigo com tom enfático; a reação de Manoel foi exibir uma expressão embasbacada incapaz de acreditar no que acabara de ouvir; Antonio e Manoel era amigos de longa data, desde a adolescência para ser mais específico; gozavam de uma intimidade única e especial usufruindo de suas primeiras experiências sexuais desde masturbarem-se mutuamente até dividirem sua primeira foda com uma solteirona convicta que morava em seu bairro, razão pela qual aquele convite continha uma enorme carga de incredibilidade. Aliás, Manoel conhecia bem a Isadora, a esposa do amigo, usufruindo da companhia do casal em almoços, jantares e outras ocasiões especiais como aniversários de casamento e festas de família. Ou seja, por toda a história que ambos tinham em comum, Manoel não conseguia compreender os motivos que levaram o amigo e lhe fazer tal oferta. “Porra, mano! Você quer ser corno? Mas porque isso? E porque agora?”, retrucou Manoel com tom de estupefação.

-Sabe eu pensei muito antes de te fazer essa proposta – respondeu Antonio com tom parcimonioso – Acho que ela tá louca para dar uma bimbada fora do casamento …, então porque não fazer isso com alguém que eu conheço e confio?

-E como é que você sabe que ela tá louca pra isso? – perguntou Manoel ainda cético com a proposta do amigo – Ela por acaso te disse isso?

-Não, ela não disse – respondeu Antonio ainda com tom moderado – mas a gente percebe isso …, então, vai aceitar a proposta ou não?

Manoel viu-se incapaz de responder ao amigo com milhares de pensamentos rondando sua mente; ele conhecia bem Isadora, uma linda morena curvilínea, com peitos médios acima da média e uma bunda cujo gingado era mirabolante; além do mais tinha uma beleza muito atraente com seus traços delicados de lábios finos e olhar de gata arisca com o rosto ornado por uma longa e negra cabeleira cacheada que a deixava ainda mais bonita e sensual; Manoel sempre teve a impressão de que certos gestos e olhares dela continham uma carga de insinuação que jamais foi afrontada por ele em respeito ao amigo de longa data e a proposta agora ofertada por Antonio punha tudo isso sobre a mesa.

-Péra aí! A Isadora tá sabendo disso? – inquiriu Manoel com tom preocupado.

-Claro que ela não sabe! – respondeu Antonio com tom enfático – Mas isso não é problema …, te conheço bem pra saber que dá conta do recado! Vai logo! Aceita, porra!

Manoel então deu-se por vencido acenando com a cabeça; ostentando um sorriso de satisfação, Antonio pôs-se a delinear a estratégia para que seu amigo usufruísse de sua esposa. Embora parecesse fácil, Manoel tinha suas dúvidas quanto ao resultado do plano elaborado pelo amigo, mas mesmo assim ouviu atentamente e depois celebraram tomando umas cervejas. Ao longo da semana tudo transcorreu dentro da normalidade até a tarde de sexta-feira quanto Antonio enviou uma mensagem para o amigo avisando que o plano estava em andamento; em seguida seu telefone vibrou.

-Oi, Manu! Sou eu a Isa! – disse a voz macia do outro lado da linha – Será que você pode me ajudar? Tô com um problemão aqui em casa com as luzes e o Antonio foi para o interior a negócios …, por favor preciso de uma força!

Manoel aceitou a empreitada e munido de sua caixa de ferramentas subiu na velha caminhonete rumando para a casa do amigo. Isadora abriu a porta exibindo um largo sorriso e vestindo uma bermuda justíssima e uma blusa cuja transparência deixava seus peitos quase a mostra; engolindo em seco ele a abraçou recebendo um beijo no rosto para em seguida rumar para a lateral da casa onde estava instalada a caixa de força. Depois de um minucioso exame Manoel deu seu veredito informando que faria um quebra-galho para aquele dia, mas voltaria no dia seguinte com as peças necessárias para um reparo mais adequado. Imensamente aliviada Isadora agradeceu e o sujeito pôs-se a realizar o reparo obtendo o êxito pretendido com a casa sendo novamente eletrificada. Quando terminou viu-se obrigado a aceitar um convite para tomar um café com ela.

-Ah! Cê sabe como é vida de casado, né? – respondeu Isadora quando Manoel lhe perguntou como andavam as coisas no casamento – Quer dizer: não sabe né? Nunca se amarrou em ninguém que eu saiba! Mas de verdade as vezes é um saco!

-Porque você diz isso? …, algum problema com o Antonio? – insistiu o sujeito querendo saber até onde poderia avançar naquela conversa.

-Nada demais, apenas o de sempre – respondeu ela com tom desanimado – Chega um momento que a coisa perde a graça …, principalmente na cama …, falta aquele agito, sabe? Aposto que você não tem esse problema com tanta mulher que já comeu, né?

Emprestando a esposa

Emprestando a esposa

Manoel quase engasgou com a bebida quando Isadora finalizou sua frase com uma expressão cheia de insinuação; recompondo-se ele preferiu esquivar-se afirmando que o casal deveria procurar algo mais para apimentar a relação. “Ah, isso eu não sei!”, ele respondeu quando ela pediu sugestões a respeito desse plus para apimentar a relação. Ante o silêncio que veio a seguir, Manoel achou por bem despedir-se com o compromisso de retornar no dia seguinte para realizar o reparo necessário; ao sair ele não pôde deixar de notar o olhar lânguido de Isadora que guardava uma expressão repleta de intriga e excitação.

Pouco depois das nove da manhã, Manoel apresentou-se tocando a campainha e sendo recebido por Isadora que trajava um minúsculo biquíni que esforçava-se em ocultar o que não conseguia. “Er, bom dia, Isa! Vim fazer o conserto combinado!”, anunciou ele controlando-se para evitar olhares gulosos sobre o corpo seminu da esposa de seu amigo, que em troca pareceu fazer pose para se exibir ainda mais.

-Fique a vontade e se precisar de alguma coisa tô lá no quintal dos fundos tomando um sol – respondeu ela dando-lhe as costas como se quisesse exibir seu traseiro engolindo o fio dental.

Manoel respirou fundo e foi para a labuta incapaz de deixar de lado a imagem do corpo da esposa de seu amigo; próximo da hora do almoço, Manoel deu por concluída sua tarefa e depois de sorver o último gole de água do seu squeeze, saiu a procura de Isadora para avisá-la do término e também para despedir-se. Avançou até o quintal dos fundos onde havia um projeto antigo do casal em construir uma piscina que por enquanto limitava-se a um simulacro feito de plástico, algumas espreguiçadeiras e uma mesa com guarda-sol; notou Isadora estirada sobre uma delas e ao aproximar-se tomou um novo susto ao vê-la usando apenas a parte inferior do biquíni.

A visão quase paradisíaca daqueles peitões bronzeados pelo sol, ostentando uma firmeza inquietante e coroados por mamilos empinados cercados por aureolas levemente arrepiadas deixaram o sujeito em tal situação que mal conseguia controlar a ereção que avolumava-se dentro de sua calça. Isadora que até então estava de olhos fechados abriu-os notando a presença de Manoel ostentando uma expressão embasbacada. “Oxê! Nunca viu peitos de mulher, é?”, inquiriu ela com tom maroto, usando as mãos para juntar as mamas balançando-as para ele.

-Já vi muitos sim! – respondeu Manoel com tom gaguejante – mas bonitos como esse nunca vi!

-Seu tarado! Cobiçando a mulher do melhor amigo, hein? – retrucou Isadora com tom irônico e uma ponta de provocação.

-Afff! Fazer o que, né? – comentou Manoel criando coragem – Afinal ninguém é de ferro!

-Ah, é sim! Olha esse ferro duro que você tem aí! – redarguiu Isadora com tom sapeca apontando para a virilha do sujeito que crescia a olhos vistos – parece que você tem um ferro bem rijo no meio das pernas!

Incapaz de prosseguir aquela conversa sem controlar seus atos, Manoel avisou Isadora que o serviço estava pronto e que precisava ir porque tinha outros compromissos assumidos dando-lhe as costas e ensaiando alguns passos; Isadora imediatamente deu um salto da espreguiçadeira correndo até Manoel segurando seu braço. É assim mesmo! Vai deixar uma fêmea chupando o dedo? Não sabia que você era um frouxo!”, disse ela com tom irritado e provocador. Com os brios mexidos, Manoel perdeu a linha de vez voltando-se para ela segurando-a pelos ombros obrigando que ficasse de joelhos.

-Olha aqui o tamanho do frouxo? – grunhiu ele enquanto abria as calças pondo para fora sua piroca grossa e dura usando-a para estapear o rosto de Isadora – CHUPA MINHA ROLA, SUA CADELA! CHUPA DIREITO!

Com um olhar extasiado, Isadora abriu a boca para receber o bruto em seu interior; Manoel por sua vez segurou seus cabelos em rabo de cavalo, enfiando a vara dentro da boca de Isadora começando a socar com enorme vigor; por mais que ele parecesse agressivo em seus movimentos, a reação de sua parceira parecia deixar claro que era exatamente assim que ela apreciava. Manoel socou por um tempo considerável até sacar a ferramenta mirando o rosto extenuado de Isadora; em seguida ele a tomou pelo braço e ambos foram para dentro da casa onde Manoel a atirou sobre o sofá ordenando que ficasse de quatro.

Ele puxou o biquíni para o lado e depois de algumas pinceladas na bucetinha lisa, quente e molhada da parceiro estocou com força metendo a vara rija bem fundo nas entranhas de Isadora que soltou um gritinho de tesão. “AHHH! SOCA! SOCA ESSA ROLONA COM FORÇA! CASTIGA MINHA BUCETINHA QUE TÁ ARDENDO DE TESÃO! UHHH! AHHH!”, bradou ela com tom de súplica. Manoel atendeu ao seu pedido desferindo vigorosos golpes pélvicos enfiando e sacando seu cacete daquela buceta quente provocando de imediato uma sucessão de orgasmos que Isadora comemorava com gritos, gemidos e suspiros. Com um gestual incansável, Manoel socou muito naquela gruta desfrutando de seu gozo que vertia copioso lambuzando seu membro e suas bolas.

Após um bom tempo Isadora jogou o corpo para frente livrando-se da rola de Manoel e tomando outra posição de frente para ele com as pernas abertas e flexionadas na altura dos joelhos. “Vem, seu safado! Vem fuder a mulher do seu melhor amigo olhando pro rosto dela! Vem!”, exigiu ela com tom provocador e olhar aguerrido; Manoel não tinha mais controle sobre a sua impetuosidade e tratou logo de cobrir a fêmea metendo a vara em sua greta iniciando mais movimentos pélvicos intensos e cuja redundância logo surtiu resultados estrondosos com a gruta de Isadora sendo devastada por outra sucessão orgásmica veemente e caudalosa.

Manoel levou seu corpo ao limite até que arrepios anunciaram a chegada de seu clímax. “Não goza dentro! Quero engolir teu leitinho!”, exigiu Isadora encarando resoluta o rosto lívido do parceiro, já afastando-o de si. Manoel pôs-se em pé e Isadora ajoelhou-se na sua frente passando a linguar, mamar e punhetar a rola do macho até ele soltar um grunhido rouco enquanto seus músculos se contraíam explodindo em um gozo farto e espesso que ela não foi capaz de reter inteiramente em sua boca, deixando-se lambuzar pelo rosto escorrendo até os peitos. “Esse foi apenas o começo!”, pensou ela enquanto observava Manoel se recompondo dando-lhe as costas sem olhar para trás.

Naquela noite Antonio ao chegar em casa foi recebido pela esposa nua em pelo que logo tratou de despi-lo para que juntos fossem para a cama; fizeram um suculento meia nove até Isadora pedir para ser currada; trocaram de posição e Antonio partiu para o ataque não sem antes linguar o rego exposto da esposa que se incumbira de deixá-lo a mostra; com uma socada voraz e precisa, o marido enfiou a chapeleta laceando o brioco que logo foi castigado com o membro avolumando-se em seu interior. Com golpes resolutos Antonio desfrutava dos gemidos de sua esposa que aproveitava para dedilhar sua gruta obtendo deliciosos orgasmos que eram ampliados por aqueles que seu esposo lhe proporcionava socando vara em seu selinho já arregaçado. E algum tempo depois, Isadora recebeu uma descarga quente inundando suas entranhas; Antonio fez questão de sacar o membro para apreciar o espetáculo do sêmen escorrendo do orifício da esposa que via-se incapaz de contraí-lo, aproveitando a oportunidade para morder e chupar as nádegas roliças da esposa que não parava de gemer e suspirar.

-Então, amor, deu certo o lance com o Manoel? – perguntou o marido já abraçado à esposa trocando beijos e carícias, desfrutando também de suas mamas com mamilos intumescidos que pareciam implorar pela boca do macho.

-Ah, cê sabe, né? – respondeu ela fazendo dengo – Ele bem que tentou resistir, mas você conhece sua fêmea que não desiste fácil! E acho que com mais algumas amaciadas ele servirá direitinho para ser o meu número dois …, porque você sempre será o número um!

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