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Com o vizinho curioso

Publicado em 28/11/2023 por Preto

Ter me deparado com Elton assistindo minha foda com Leonardo me fez imaginar que, daquele dia em diante, eu seria o cara mais sortudo, sendo enrabado todos os dias. Engano meu.

Depois do ocorrido, Leonardo foi ficando cada vez mais distante, até que me informou que estava namorando e que não queria trair a namorada dele, por isso, não me visitaria mais. Elton, por sua vez, permaneceu morando comigo por cerca de dois meses, mas não me permitia nem se quer tocar no corpo dele. Raras vezes, quase por misericórdia, me deixava assistir ele batendo uma, enquanto filmava pra enviar pra alguma vadia com o qual ele trocava mensagens, mas também com elas ele só enrolava. Me tratava com muito carinho, mas deixava claro que sexo, só quando ele quisesse. Em todo o tempo que ele ficou em casa, me comeu duas vez, e outras três me deixou mamá-lo, por uns 10 minutos, mas nada tão intenso quanto da primeira vez.

Não demorou pra eu ficar subindo pelas paredes. As vezes eu acordava na madrugada, sentindo a quele cheiro de macho que ele exalava e meu corpo inteiro ardia. Eu começava a passar a mão pelo seu corpo e via que seu pau ia, quase que automaticamente, respondendo aos meus toques. Quando ele já estava totalmente duro, eu tentava por na boca, mas Elton então era imperativo e me mandava ir dormir. Restava-me apenas bater uma punheta, me sentindo um lixo.

Pelo tesão, enviava mensagens para Leonardo, convidando pra tomar alguma coisa, mas ele me ignorava.

Meu tesão era tanto que eu comecei a desejar até pessoas que antes não me davam tesão. No trabalho, um dia qualquer, logo depois do almoço, conversava com um outro professor que colocou a mão na minha coxa, sem intensão alguma, mas eu tremi todo que ele percebeu e tirou a mão rápido, evitando ficar sozinho comigo de novo.

Quando Elton foi embora, comecei a procurar parceiros em aplicativos, mas não conseguia confiar e, por isso, seguia sem relação sexual.

Num domingo de manhã, fui ao mercadinho comprar algumas coisas para meu café da manhã. Encontrei com meu vizinho, Rafael, que também estava comprando pão. A gente pouco se via, por causa da diferença de horário de trabalho e, quando nos víamos, tínhamos diálogos curtos, só por cortesia. Mas a ultima vez que ele  e eu tínhamos conversado, ele deu a entender que havia escutado a minha transa com Elton.

-Bom dia, vizinho. Disse ele.

-Bom dia. Respondo.- Como estão as coisa?

-Tudo tranquilo. E seu namorado? Foi embora? – perguntou de forma direta.

-Namorado? Tenho namorado não. O rapaz que estava lá em casa era só um amigo, que precisava de um lugar pra  ficar até conseguir alugar um espaço.

-Ah, desculpe. pensei que fosse seu namorado. Ele parece ser gente boa.

-É sim. Muito gente boa.

-Deu pra perceber, mas na primeira noite ele me deixou preocupado, viu. parece que foi difícil pra você se adaptar.

Eu fiquei corado de vergonha. Agora tinha certeza que Rafael havia escultado tudo. Ele pagou as compras e saiu andando e eu me apressei pra alcança-lo, mas nem sei por que. Tendo-o alcançado, perguntei por que ele ficou preocupado e sua resposta foi direta: deu pra ouvir os gemidos, o choro e até os tapas. Ele disse que pensou até em chamar a policia, achando que eu esta sendo assaltado, mas depois desistiu quando ouviu ordens pra mamar.

Contou isso tudo e eu corado de vergonha. Abriu a porta de casa e disse:

-Fica tranquilo vizinho, vai ser segredo nosso.

Ele estava já fechando a porta, quando num impulso eu pus o pé, impedindo-o. Soltei a sacola de compras no chão e me ajoelhei, levando a boca ao pau dele, por cima do short azul, de futebol, que estava vestido. Rafael não teve tempo de reagir. eu dei pequenas mordiscadas em sua rola mole, por cima do short, querendo desperta-la. Ela foi respondendo rapidamente. Ele quis recuar, mas eu agarrei suas pernas, de forma que ele não tinha como fugir:

-Você é louco, cara?

-Vai dizer que você não está afim?

-Alguém pode nos ver.

-Não me importo! Só deixa eu te mamar.

Eu levantei a perna esquerda do short e agarrei sua rola, colocando-o pra fora. Senti um misto de desejo e decepção: Rafael, com seu 1,75 e corpo malhado de academia, cabelo castanho, não tinha mais do que uns 15 cm de rola. A espessura também não era lá estas coisas, mas eu queria mamar. Eu precisava foder. Eu estava muito tempo sem sentir o gosto de uma rola em minha boca.

Abocanhei aquele pau, meio bomba, e fui sugando, como um bebe chupando sua mamadeira. Rafael olhava para o portão de acesso para ter certeza que ninguém iria ver aquela cena. Eu ajoelhado estava pouco me lixando para o fato de alguém ver ou não, eu só queria foder. Em determinado momento Rafael meteu o pé no meu peito, empurrando-me para trás. Eu caí e o vi trancando a porta com rapidez. Me senti envergonhado, peguei as sacolas e entrei no meu apartamento. Fiquei pensando que eu tinha feito uma grande merda e que tinha confundido as coisas, no entanto, ouvi barulho de conversa no apartamento dele e me dei conta que ele não estava sozinho. Lembrei-me que ele namorava uma moça linda e muito gente boa e pensei que talvez ela tivesse visto algo. Fiquei apreensivo, por um momento, mas percebi que não havia som de briga, o que me deixou tranquilo.

Como o tesão ainda estava forte, fui para o banho e bati uma debaixo do chuveiro. Passei o dia assistindo série. Na segunda feira, quando fui trabalhar, compartilhei o ocorrido com um colega de trabalho, também chamado Rafael, e ele rachou de ri. Quase no final do expediente, recebi uma mensagem do meu vizinho dizendo: “Mano, você é louco. Quase me colocou numa enrascada. Precisamos conversar sobre o que aconteceu ontem, mas não dá pra ser no prédio. Te aguardo amanhã, às 22h30 neste endereço…Pensa no que você fez comigo e não falta, por que você quase me prejudicou.”

Fiquei temeroso mas respondi dizendo que iria. Depois que confirmei que iria, ele respondeu pedindo que eu fosse com roupa de malhar, para não chamar atenção e só então me dei conta que o endereço era de uma academia de crossfit, próximo de casa. Passei a terça feita toda apreensivo. Cheguei do trabalho, tomei um banho, escolhi uma roupa leve e fiquei esperando dar o horário. Ás 22h eu saí de casa. O porteiro ainda perguntou se eu ia dar uma caminha. Cheguei na academia e ela ainda estava cheia, apesar do horário. Um instrutor veio me perguntar se eu queria fazer inscrição e eu disse que precisava falar com um amigo, que havia marcado ali, comigo, o Rafael. O instrutor disse:

-Ah! O Rapa? Ele tá ali, terminando uma série, mas fica aí. Ele disse que você viria.

Rafael me viu, veio até mim e me conduziu até uma salinha. Disse que eu aguardasse, que ele já falaria comigo, que só iria ajudar a organizar umas coisas. 15 minutos depois ele apareceu, só de short e disse:

-E aí, cara, que porra foi aquela na porta de casa? Sabia que minha namorada estava dormindo lá dentro?

-Mano, me desculpa. Eu confundi as coisas. Não queria te desrespeitar.

-Eu imaginava que tu gostava de macho. Já tinha visto aquele menino magrinho entrar varias vezes lá. Mas ficou mais evidente quando ouvi você sofrendo na vara do grandão e andando todo arregaçado no dia seguinte.

-Desculpa, mano. To muito tempo sem foder e fiquei com tesão acumulado. Por isso fiz o que fiz.

-Eu to ligado. Vamos fazer o seguinte: a gente esquece o que aconteceu na porta de casa e inaugura uma nova página. Beleza?

-Beleza. Só isso, mano? Posso ir. – Ele sorriu e disse:

_Ué? Não disse que tá com tesão acumulado? Aproveita bobo.

Nisso, ele abriu a porta da salinha e eu vi uns 10 caras, todos sem camisa, musculosos e suados, sentados perto da porta. Ví que os outros usuários da academia tinhamn ido embora e que as porstas estavam abaixada. Eu gelei completamente. Fiquei totalmente paralisado.

-Eu contei pros caras o que tinha ouvido e o que rolou na porta de casa e eles disseram que a melhor maneira de te punir, era te dar o que você queria, até vc implorar pra parar.

Nisso, Rafael foi me empurrando pra fora da sala e os outros caras, já formaram um circulo ao meu redor. Um deles pôs as duas mãos no meu ombro e mandou eu ajoelhar: nem ousei questionar. Rafael me deu um rapinha na cara e disse:

-Como foi que o grandão te comeu? Conta aí, por que você chorou igual mulherzinha. Quero repetir contigo.

Eu tive um lapso de deboche, ao lembrar que o pau de Rafael não era nem um terço do que era o pau do Elton, mas respondi, gaguejando.

-Foi amarrado. Ele me amarrou numa cadeira.

Todos caíram na gargalhada e um deles foi pegar uma cadeira. Voltou dizendo que não tinha corda, mas que dava pra improvisar. Eles me colocaram na cadeira e amarraram minhas mãos e meus pés com suas camisetas. As camisetas estava encharcadas de suor, a ponte de escorrer suor pelo meu corpo. Eu senti um certo nojo, mas o cheiro me deu tesão. Eu disse:

-Ele também me amordaçou.

Um dos caras disse que não iriam me amordaçar, por que eu ia ficar com a boca ocupada. Um outro manifestou incomodo, disse que estavam enrolando muito e que ele não poderia demorar mais. Então decidiram começar.

-Quem você escolhe pra começar. Disse o Rafael.

Eu olhei e vi um rapaz com traços indígenas muito forte. Era alto, bombado como todos, mas as penas dele se destacava pela grossura e beleza. Eu sinalizei que queria ele  e todos começaram a zoar o Rafael, por não ter sido escolhido. O rapaz que escolhi se aproximou, esfregou o pau na minha cara, ainda com short e perguntou se eu queria. Eu prontamente abri a boca pus a língua pra fora. Alguém disse pra Rafael meter no meu rabo, mas ele falo que queria ser o ultimo, talvez por que todos, ali pareciam ser mais dotado que ele.

Com o vizinho curioso

Com o vizinho curioso

Um outro cara negro foi até um armário e voltou com sua bolsa. Ele era policial e trouxe um quepe e um cacetete. Colocou o quepe na minha cabeça e disse: tá na hora de começar a chorar.

Ele deu um soco nas minhas costelas, cuspiu no meu rabo e meteu  o cacetete quase pela metade, de uma vez só. Foi inevitável o grito de dor, por que não esperava e pelo tempo que estava sem ser penetrado. Para calar minha boca, meu escolhido enfiou uma rola grossa, que a preencheu inteira. O cheiro de suor dele me levou à loucura, enquanto o negão, atras de mim, metia e tirava o cacetete do meu rabo. Os outros começaram a por o pau pra fora e a se punhetar. Rafael estava sentado, junto com o instrutor, assistindo tudo. Um cara de uns 47 anos deu a ideia de soltarem minhas mãos, por que ele queria que eu o punhetasse enquanto os dois me fodiam. Minhas mãos foram soltas e eu tratei de agarrar o cacete daquele coroa. Ele tinha o peitoril bem definido. Em algum momento eu levei a boca pra mama-lo, mas meu escolhido puxou meus dreads e me deu um tapa, dizendo que já que ele tinha sido escolhido primeiro, ele era o meu dono.

Neste momento, o negão já tinha se cansado do cacetete e começou a pincelar meu rabo com sua rola. Ela era grande demais, dava pra sentir, talvez até maior que a do Elton, mas eu não ia sentir tanto, por que o tempo aquele brincou com meu cu, metendo o cacetete, havia me deixado preparado, contudo, o filho da puta meteu sem nem lubrificar. A rola dele entrou rasgando. Eu respondi à dor causada pela penetração com o impulso de querer fugir. Tomei outro tapa e uma estocada forte na garganta.

Os caras que se masturbavam começaram a querer se reversar e cada um, na sua vez, fodiam minha boca e meu rabo. Um deles, para minha surpresa, pegou um tatame e jogou no chão e disse:

-Eu gosto que as putas cavalguem.

Cavalgar era de faro a expressão correta, por que montar aquele cara era um desafio, considerando que o pau, que não era grande, era grosso demais. Eu fui levantado pelos dreads e conduzido até o tatame. O cara, ja deitado, lubrificou a rola com um óleo ( o que me fez perceber que aquilo tinha sido bem organizado), Eu sentei e, com a mão direita, comecei a colocar a rola no meu cuzinho. Um Loiro, baixinho com tatuagens tribais pelo peitoril todo, pôs as mãos no meu ombro e empurrou pra baixo, me fazendo sentar de uma vez. Urrei mais uma vez  de dor, um tapa na cara e a risada dos machos. Eu senti algo quente escorrer e presumi que eu estava sangrando.

-Agora sim! Isto tá com cara de castigo.- Gritou o instrutor, que já estava totalmente pelado se masturbando. O Negão, não aguentou e já gozou na minha cara. retirou o quepe e disse que ia tomar uma ducha para ir embora. Enquanto isso, eu cavalgava enlouquecidamente no cara moreno de pau grosso. Meu escolhido cansou de foder minha boca e decidiu me maltratar mais: mandou que eu me inclinasse e ele queria meter também.

Eu nunca havia recebido uma dupla penetração e isso me assustou, mas eu não tinha escolha. Dois dos caras me seguraram, e o moreno que eu cavalgava me abraçou com força, enquanto eu sentia o pau grosso e grande do escolhido forçando pra entrar também no meu rabo. Tentou a primeira, a segunda e a terceira e não conseguiu. Alguém mandou que lubrificasse mais e, na quarta, entrou de uma só vez.

Eu senti que as coisas giravam e, de repente, tudo escureceu. Não sei por quanto tempo fiquei apagado. Sei apenas que ao acordar, os dois se reversavam nas estocadas e eu sentia que não tinha forças. O moreno gozou, meu escolhido ocupou seu lugar e outro veio para a dupla penetração. Rafael seguia olhando, o único de roupa, ao lado do instrutor. Os que gozavam, iam indo embora, agora estavam apenas cinco, contando com o Rafael e o instrutor, para eu satisfazer.

Trouxeram uma mesa e me colocaram sobre ela. Um cara baixinho, branco, veio me fode o rabo, enquanto meu escolhi voltou a foder minha boca. Ele subiu em cima da mesa, e ficou com o rabo aberto na altura do rosto do cara que me fodia. Ele socava na boca e eu vi que o baixinho começou a passar a mão na bunda  dele. Nesta hora Rafael começou a passar a mão no pau. Os dois restantes gozaram, um na punheta, sem nem ter metido em mim e o outro, o baixinho, no meu rabo, deixando dentro de mim uma grande quantidade de leite. Meu escolhido, seguia invencível. Quando os dois saíram para a ducha, meu escolhido voltou para meu rabo e ficou me fodendo sozinho até que ficássemos só os quatro na academia. Depois que os outros foram embora, Rafael, levantou, tirou a roupa e foi na minha direção. Meu escolhido estava por baixo e eu por cima. Imaginei que Rafael iria tentar uma dupla penetração, se fosse isso, nesta altura, eu já não sentia tanto, mas, ao contrário do que imaginei, ele veio  até mim e meteu a boca no meu pau.

Quando eu senti aquele boca quente me chupando, estremeci de tesão e comecei a cavalgar com mais força.

-Eae, Rafa. Que porra é essa meu Parceiro? – Disse meu escolhido, sem parar de me bombar em momento algum.

-É só putaria de macho, Guilherme. Deixa o cara aproveitar – respondeu o instrutor.

Rafael nem se quer se importou em responder, continuou me mamando. Guilherme se preocupou de que a mesa quebrasse e me levou pro tatame. Ele continuou por baixo e eu cavalgando por cima. Rafael ficou de quatro, me mamando e massageando as bolas de Guilherme. Neste ponto, o instrutor que seguia se masturbando desde o primeiro momento, chegou por trás do Rafael, cuspiu na rola e me teu de uma vez no cu dele. Rafael não esboçou nem um sinal de dor, o que me fez perceber que ele já havia dado o rabo outras vezes. Guilherme comentou assustado:

-Owww. Isto ta perdendo o controle.

E eu lhe disse, com tesão:

-Só curte. Eu to amando te sentir dentro de mim.

Frente a essa minha reação, o filho da puta  se empolgou e começou a socar com mais força. Socava incansável e eu me assustava com o fato de estarmos a mais de uma hora fodendo e ele não ter diminuído a ereção momento algum, e nem ter gozado. Ele seguiu me bombando por mais uns 10 minutos, até que eu senti sua porra escorrendo pelas minhas pernas.

Eu saí de cima de meu escolhido e movido pelo desejo, puxei Rafael e sinalizei que queria fode-lo. O safado nem questionou, virou pro instrutor e começou a abocanhar a rola dele. Era perceptível que aqueles dois já faziam isso a muito tempo. Guilherme foi pro banho e eu comecei a socar forte no rabo de Rafael. Pensava comigo: como esse filho da puta me fez pensar que tinha prejudicado ele, sendo que ele curte dar o rabo também.

Fodia o cu dele com a mesma violência que Elton me comia. Dava tapas e murros na costela, ao mesmo tempo que passava a mão no peitoril definido do instrutor. Em determinado momento, o instrutor veio para traz de mim e disse:

-O cu do Rafinha é gostoso, mas a estrela da noite é você. Não deixa ele roubar tua luz?

Ele começou e a me foder e eu delirei. Ele sabia como meter gostoso, mesmo num cu arrombado como o meu.

Eu saí de dentro do Rafael, dei um cuspida na cara dele e disse:

-Você vai ter que me comer. Foi pra isso que eu vim.

Ele obedeceu e deitou no tatame. Sentei na rola dele e o instrutor veio por trás. Ficamos numa gostosa dp por uns 10 minutos. Guilherme voltou com o corpo limpo, e já de pau duro, pôs o pau na minha boca e eu me vi todo preenchido. os dois gozaram, faltando só Guilherme gozar de novo. Eu fiquei na frente dele, ajoelhado, de boca aberta enquanto ele se punhetava. Eu me punhetava também. Quando gozou, eu tomei toda a porra dele. Rafael e o instrutor voltavam do banho com cara de cumplicidade. Guilherme apenas limpou o pau com a cueca. Eu decidi que tomaria banho em casa. Quando fui vesti a cueca, Guilherme puxou da minha mão e disse que, já que eu o havia escolhido, aquele seria o “lencinho da princesa” que ele guardaria como troféu.

Eu sorri e me preparei pra ir embora, ele me ofereceu uma carona, e eu disse que morava perto, mas ele insistiu., No carro ele disse que ficou com dó por que eu desmaiei, mas que foi a melhor sensação dele de foder alguém que não aguentou. Disse que eu fui guerreiro e pediu meu contato. Obviamente que eu passei, por que ele era gato, gostoso e o estereótipo de cara que eu curto. Desci do carro e fui, meio que andando de pernas abertas até a portaria. Quando passei pela portaria, o porteiro perguntou se eu estava bem. Respondi que “sim!” e indaguei o por que da pergunta. Ele apontou pro chão e eu vi que estava sangrando. Um fio de sangue escorria pelas minhas pernas. Eu justifiquei dizendo que havia arrancado uma casca de feria da coxa, mas não pareceu que ele acreditou. Rafael também chegava, e me olhava com vergonha e desejo. Caminhamos juntos, em silencio, até a porta de casa, ele entrou no apartamento dele  e eu no meu. Tomei uma ducha quente, passei uma pomada no rabo e fui deitar. Era quase meia noite. Ele mandou uma mensagem dizendo:

-Você foi guerreiro.

Respondi:

-Vai ter de novo?

-Quem sabe. Vamos marcar a quatro: eu e o marcos (o instrutor) você e o Guilherme (o meu escolhido). Parece que ele vai querer te comer mais vezes.

-Claro. Só marcar. Mas e tua noiva?

-Ela não precisa saber. Isso é só uma brincadeirinha de macho.

O celular notificou outra mensagem. Era o porteiro.

-Seu Giovanni, aqui é o Jorge. Olha, eu não quero me meter na sua vida não, mas não pareceu que aquele sangue foi uma casca de ferida. Só vim dizer pro senhor, que caso precise de alguma coisa, é só chamar. Se precisar passar remédio, eu ajudo. Eu sou só seu amigo. Precisando é só chamar.

Eu ia responder, quando vi uma mensagem temporária. Abri a mensagem e era a foto da rola dele. Em seguida, outra mensagem.

-Desculpa, seu Giovanni. Mandei errado.

-Rapaz, oque é isso? Tá grandão, hein. Não se preocupe, eu estou bem, mas se quiser me ajudar, só vir.

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