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Comendo a Doméstica do Melhor Amigo

Publicado em 19/02/2024 por Paulo Antonio

Era uma sexta-feira calorenta. Mormacenta, abafada. Os pais de Cesar, há pouco, haviam ido para sua casa no litoral. Na mansão de dois andares, estávamos eu, Cesar, que consertava o seu carro e a doméstica, Karin, uma jovem de um corpo elegante e esguio. Tinha um rosto magro e ossudo, emoldurado por cabelos castanhos claros, que iam até metade de sua nuca, com uma franja, que lhe dava um eterno ar de marota. Seios grandes e uma pose de bailarina, com as costas completamente eretas, o que tornava seus seios ainda mais convidativos, por sempre estarem empinados.

Eu conversava com Cesar e o observava consertar seu automóvel. Mecânica era o passatempo preferido de meu amigo, desde a mais tenra infância. Com vontade de urinar, saí da garagem, passei pelo pátio, que um enorme pé de manga dava uma gostosa sombra. Subi os três degraus da cozinha e encontrei Karin lavando louça. Ela vestia um shorts muito curto e uma regata, que deixava à mostra a lateral de seus seios médios e duros.  Era uma mulher lindíssima, de 25 anos, que viera do interior há poucos meses para estudar à noite.

Fiquei excitado. Logo senti o membro inquieto e ao lembrar que várias vezes flagrei a jovem me observando, com um olhar de canto de olho, tomei coragem e me postei atrás dela, que curvada, sobre a pia, ensaboava um prato.

Em um golpe decidido, fixei minha mão em sua vagina sobre o shorts. Ela não esboçou resistência. Deu uma leve gingada e continuou a lavar a louca como se nada tivesse acontecido. Apertei a mão, dessa vez com mais vigor. Ela novamente rebolou e soltou um gemido de aprovação. Retirei meu membro completamente duro e prensei contra suas nádegas, fazendo movimento de encontro à sua gruta e seu ânus. Ficamos assim alguns segundos, ela rebolando lentamente, torcendo o pescoço e me olhando com um jeito luxurioso. Os gemidos e sussurros aumentavam de intensidade. Retirei seu shorts, que escorregou por suas pernas, ao mesmo tempo, em que eu acariciava suas coxas. O shorts pousou entre seus calcanhares. Retirei a calcinha branca, Karin gemeu, e me mirou com seu olhar condescendente. Continuei roçando minha vara em seu rego, alternando sua superfície entre o ânus e a vagina, que já estava úmida. Ela abriu um pouco mais as pernas e eu encostei a glande intumescida na porta de sua concha. Vendo que estava receptiva, fui introduzindo lentamente minha vara, que deslizava por suas paredes lisas, sentindo a umidade e o calor da vagina conquistada. Karin gemia, rebolava e quando meu membro atingiu o fundo de suas entranhas, iniciei uma série de golpes longos e cadenciados. Pegava a jovem pelos quadris e pelos seios que dançavam freneticamente. Arqueava meu corpo para a frente, buscando uma enterrada ainda mais profunda e prazerosa.

À medida em que, a Karin se mostrava mais ansiosa de meu falo, eu me arremetia contra ela com enterradas mais ardorosas e profundas, que provocavam gritos ensandecidos na doméstica. Quando, as penetrações atingiram um ritmo alucinado, ela batia com os pés no chão, gritava para enfiar mais fundo, mais forte, gritava me fode, me come e seus urros se misturavam com os latidos do cachorro preso no pátio e do barulho do motor do carro, que era acelerado por Cesar.

Comendo a Doméstica do Melhor Amigo

Comendo a Doméstica do Melhor Amigo

O corpo magro começou a se ondular, a corcovear e quando uma tremedeira intensa tomou conta de Karin, ela emitiu uma lamúria longa e cantada, que durou até eu gozar em  sua gruta faminta. Dei mais dois arremessos derradeiros, que expulsaram as últimas gotas de meu intenso gozo, e me curvei, e pousei sobre suas costas suadas e musculosas, enquanto sentia seu corpo, que sofria as últimas contrações do prazer intenso, que se apoderou daquela sensual mulher.

Ficamos assim por alguns instantes, até que senti o vigor de meu membro retornar, e ele já no auge de sua vitalidade roçar novamente pelo rego da empregada. Encostei a cabeça inchada em seu ânus. Karin torceu o rosto e me mirou com um olhar e um sorriso maliciosos, que me excitaram. Empurrei bem devagar e o cú foi aceitando meu caralho de veias salientes e ainda lambuzado pelo prazer de sua vagina. Quando enfiei até o talo, minha vara palpitava. Fiquei com medo de gozar tão cedo. Karin estava ofegante. Sua pela arrepiada. Ela mirava o ralo da mia e só dizia:

– Vai. Me estocada! Me come! Fode esse meu cú! – e bateu com força com o pé no chão, mostrando toda sua impaciência.

Segurei-a com força pelos quadris e iniciei as arremetidas que há cada golpe se mostravam mais impiedosas. Karin delirava. Gritava palavras obscenas e palavras imperativas, implorando para que eu a fudesse, enfiasse com força, arrebentasse com seu cú. Eu olhava encantado para aquele pequeno buraco que ganhava dimensões muito maiores do que seu estado natural, com a vara túmida que varava suas entranhas e transportava Karin para um delírio, que a fazia bater com as mãos na pia, os pés no chão e o estado de sua doce e aflitiva busca pelo gozo era tão grande, que ela apoiava as mãos na pia, se lançava de encontro a vara, tornava a bater com as mãos na pia e os pés no chão, abria a torneira e colocava a cabeça em baixo dela, molhando os cabelos e sacudindo o crânio de um lado para o outro.

Quando senti o membro anunciar através de recorrentes palpitações o orgasmo eminente, arremeti de forma mais rápida, profunda e impiedosa e Karin me respondia na mesma intensidade se jogando contra seu lancinante e doce invasor, até que ao sentir o intenso líquido inundar seu reto, ela deu um grito que ecoou por toda a casa, ouvido pelo cachorro que não parava de latir e somente Cesar que acelerava o carro não escutou. Quando meu membro escorregou para fora de seu corpo satisfeito, Karin ainda sussurrou e deu um último gemido de prazer.

Dobrado sobre seu corpo apoiado sobre a pia, permanecemos languidos e saciados, sentindo a volta de nossos sentidos. O cachorro tinha parado de latir. O barulho do carro sendo acelerado e as buzinas na rua não encobriam o som de nossas respirações arfantes que começavam a voltar a serenidade. Um bafo quente e ritmado acariciava a orelha da jovem, e ela, com seu hálito quente em minha mão, pousada na pia.

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