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O Reencontro

Publicado em 26/06/2023 por Cacheada

(ELE) Seriam os sentimentos ondas que transpõem os limites da realidade física?

Eu estava morrendo de saudades dela, daqueles cachos, daquela boca, daqueles olhos serenos me encarando. Essa mulher é perfeita, desde seu tom de pele, seu toque macio, seu calor envolvente, até a sua voz que, embebida em um sonoro gemido, parece uma música. Eu ansiava tocá-la novamente. Mesmo passado tanto tempo, eu sabia exatamente o que faria, onde tocaria, onde beijaria, onde faria pressão, onde morderia. Era como se minha boca tivesse sido feita para dar-lhe prazer, pois tamanha era a elétrica atração entre nossos corpos. Após uma mensagem dela, em pleno domingo de páscoa. Será que ela mandou apenas por educação? Minha intuição me dizia o contrário. Me dizia para seguir e assim o fiz. Mensagem após mensagem me abri por inteiro. Após anos distantes precisávamos conversar. Tínhamos coisas internas para resolver e demos o primeiro passo para isso. O que não sabíamos era que, uma transa bem gostosa e intensa também era outra coisa que tínhamos para resolver. Só precisávamos de uma oportunidade. E eis que a oportunidade chegou. Em um domingo, no qual me lembrava de que ela vinha a minha cidade que é vizinha, achei oportuno chamá-la para sair. Uma janta, afinal, quem se recusaria a comer algo delicioso? Primeiro susto: ela diz que devia ter avisado mais cedo, pois havia decidido não lavar o cabelo. Fiquei ansioso, queria muito vê-la, sem necessariamente isso implicar num contato físico intenso e carnal. Somente queria vê-la, conversar com ela, pois desde sempre sua companhia era agradável e sabia que ela adorava conversar. Seria uma oportunidade de ver aquela beleza morena na minha frente. Talvez rolasse algo? Talvez, porém não senti uma firmeza da parte dela pra isso. Se houvesse, seria um lucro. Mal sabia que horas depois isso seria um lucro enorme…

Por fim, ela confirmou. Sugeri buscá-la, desta forma não haveria preocupações com horário nem com localização. Durante o caminho até sua residência, após vencida todas as objeções e preocupações de que não a veria naquele dia, me dei a liberdade de pensar as coisas mais safadas possíveis. Recordei-me das suas fotografias somente de calcinha, em uma posição deliciosa onde ela ficava de cócoras no chão, exibindo aquela bunda enorme e linda. Todas as fotos que ela estava assim, eu alternava ora entre o desejo de estar com meu rosto no caminho de direção daquela bunda, ora em estar de frente pra ela, com meu pênis ereto como o destino final daquela quicada. Lembrava da sua boca macia, que me proporcionou o melhor boquete de sempre. É incrível como aquela boquinha engolia meu pau com gosto, era uma massagem que ecoava em meu âmago até os dias de hoje. Me recordei de um vídeo que ela havia me enviado, um pornô amador, transando com outro, onde ela empinada se entregava, gemendo muito gostoso. Queria ouvir aquele gemido de novo. Esse vídeo foi uma marca essencial que explicitava nossa relação sexual: profunda safadeza, sem limites, e que, após nossa ruptura, me deixou órfão de algo tão intenso e sincero assim. Tantas coisas ficaram suspensas no ar que não pudemos dar continuidade, e que, contra todas improbabilidades, estava retornando aos meus pensamentos. Assim, a cada quilômetro de distância vencido até  sua residência, aumentava minha temperatura. Uma descarga elétrica  descia pelo meu corpo a cada pensamento que tinha com ela.  Chegando em sua residência, eu já estava de pau duro. Ela perguntou se eu não queria descer, mal sabia ela que não podia. A mãe dela também embarcou no veículo e imaginei comigo “será que ela sabe que a filha dela está indo para o abate?”. Após o desembarque dos demais ocupantes, partimos para nossa residência. A sós, com aquele mulherão do meu lado, eu imaginava coisas e mais coisas. Ela é linda, de um charme impecável, de uma simpatia única. Quase chegando em casa ela me pergunta para onde estávamos indo. Minha vontade era de falar “você está indo ser fudida até o talo, sem dó nem piedade”, mas me limitei a dizer que em casa seria mais confortável conversarmos. Afinal, queria estar a sós com ela para botar as conversas em dia, sem preocupação com hora. A vontade era de parar o carro e agarrá-la ali mesmo, tamanho desejo.

Uffa. Cheguei em casa, finalmente. Após descer do carro, a abracei bem forte. Um abraço demorado e cheio de sentimentos. Senti uma descarga elétrica percorrer meu corpo enquanto sentia aquela morena em meus braços. Me sentia poderoso abraçando-o daquela maneira, imobilizando-a, porém mantendo mais um sentimento de carinho e proteção do que dominação por si. Aquele cheiro, aquela pele macia entrando em contato comigo, criaram um ar propício para beijá-la, mas me limitei a beijar sua bochecha e cabelos. Percorri suas costas suavemente com minhas mãos largas, sentindo tudo aquilo e desejando toda aquela gostosura. “Que corpo perfeito, que encaixe gostoso, se essa morena fosse minha eu me esbaldava!”, pensava enquanto meus braços a mediam. Ela estava linda, um shortinho amarelo de um tecido tão suave e que deixava suas magníficas coxas à disposição dos meus olhos famintos. Não sei se ela percebeu meu membro alterado, porém foi inevitável não estar a desejando com segundas, terceiras e quartas intenções. Não queria me precipitar e acabar assustando-a. Fomos para o quarto, onde comecei ligando o ar. Liguei a TV, pois não queria causar desconforto a ela. Ela perguntou da janta, meio que me lembrando do porquê estávamos ali. “Ela que era a janta”, pensei maliciosamente. Comecei a realizar o pedido, pois realmente estava faminto. Chamei-a para junto de mim, para assistirmos algo enquanto eu pedia. Ela obedientemente veio, porém com uma certa resistência. Porém, ciente ou não, ela estava na toca do leão prestes a ser devorada.

Que abraço gostoso, abraçando-a por trás, de frente, era uma delícia sentir ela, seu cheiro, seu toque. Ficamos nisso por um tempo até que nos beijamos. Que boca gostosa, que lábios lindos, doces como mel. E eu queria seu mel… Minha mão começou a percorrê-la sem cerimônia, deslizando por entre suas coxas, por debaixo de seu shortinho. Eu estava faminto, sedento por aquele sabor maravilhoso que ela tinha. Que morena perfeita! Seu corpo, esculpido, desenhado cuidadosamente me enchiam do mais puro e cristalino tesão, aquele que preenche meu corpo todo com o mais fervoroso sangue. Meu corpo explodia de felicidade, estar diante de tanta beleza, tanto tesão. Ela gemia baixinho e silenciosamente a cada momento que minha boca beijava suas partes descobertas. Era uma delícia vê-la se controlando, pausando, mas não se controlando. Eu queria chupá-la, estava salivando por isso e deixei bem claro para ela. Acho que ela gostava de me ver assim, apaixonado por ela, altamente excitado. Em um momento de nossos amassos sua mãozinha alcança meu membro. Por baixo da bermuda ele está em pura excitação, rígido como pedra, latejando. Ela pega, morde os lábios e começa a apalpá-lo. Seria saudade? Será que ela ainda se lembrava dele?

(ELA) Sim, era saudades e eu nunca os esqueci! Então, deitada sobre o peito dele, segurei seu pau que estava bem rígido, de fato feito pedra, eu o segurava firme porém com muito cuidado e vontade de ser dele mais uma vez. Então fui descendo e antes de começar a acariciar com minha boca que ele adora, fiquei admirando sem parar. Eu olhava cada detalhe para me certificar de que realmente aquilo estava acontecendo após tantas idas e vindas em nossas vidas. Comecei a fazer movimentos de cima para baixo, de baixo para cima, comecei lambendo enquanto me deliciava ao vê-lo se contorcendo de tanto prazer e saudade. Ele dizia: “que saudade eu estava disso, dessa boquinha gostosa. Além de ser linda, tem uma boca gostosa.” Enquanto isso, minha buceta toda molhadinha, latejando, gritava loucamente por ele, mas naquele momento eu não podia sentar na cara dele como ele adora,  nem naquele pau duro e grosso que eu amo. Em pensar o quanto já fugi dele!!! Ele é tão lindo e na cama, cheio de prazer, de tesão torna-se ainda mais lindo. Lá fora uma buzina toca, pensamos ser o entregador pois havíamos feito pedido de algo para comer. Então sorrindo lhe disse: “você vai sair assim pra receber o entregador kkkkk.” Então ele foi no portão e era alarme falso, por enquanto. E, mesmo sabendo que já já nosso entregador chegaria, continuamos de onde paramos e cada vez mais intenso. Eu chupava e engolia aquele pau delicioso sem muita pressa, para sentir bem o seu sabor em minha boca e poder dormir com aquele gosto de quero, quero muito mais. Fui descendo para suas “bolas” e então ele ficou muito, muito louco de tesão. Eu me segurei tanto para não sentar no pau naquele momento, mas me contive pois sabia que tão logo isso aconteceria. 

Mais uma vez fomos interrompidos, dessa vez era o entregador. Então demos uma pausa para comer, sendo que nossa fome era de comer um ao outro. Depois de um tempo demos continuidade e ele voltou a me chupar, nos seios que ele também diz amar. Me levantou pelos braços e me colocou com os seios na cara dele, eu delirando de muito prazer, quase não resistir e sentei naquela pica grossa e deliciosa. Depois ele me virou de costas e me puxou para baixo, tirou um pouco minha calcinha e começou lamber meu cuzinho: “ai que delícia”, pensei alto! Ele com a cara dentro da minha bunda, me chupando, me sugando com gosto e desesperadamente, e eu rebolando na cara dele do jeito que ele gosta. O que foi aquilo?! Minhas pernas tremiam de um jeito…  

O Reencontro

O Reencontro

Naquele domingo quando ele me chamou para jantar tremi na base mas pensei: hum, já vai começar! Fiquei sem ação, medo de ir ao encontro dele e ao mesmo tempo não quis dizer “não” por medo dele desistir na primeira tentativa e mesmo assim encontrei a desculpa de que eu não estava preparada para sair, porém, logo aceitei o convite. Combinamos que ele viria me buscar e o simples fato de ver o carro chegando a minha porta já fiquei nervosa, com a respiração ofegante, coração e pensamentos a mil, tentei agir naturalmente, não sei se consegui disfarçar. Entramos no carro eu e outros passageiros, mas logo ficamos a sós. Seguimos o caminho e eu cada vez mais nervosa e com muita vontade de abraçá-lo, passando um filme diante de meus olhos somente das coisas boas que já vivemos e ao mesmo tempo quase pedindo para ele voltar e me levar para minha casa.  Eu sinceramente não esperava um reencontro tão maravilhoso. Estava apreensiva, tensa mas bastou um abraço dele para me desarmar. Um abraço gostoso, minha vontade era de morar ali.  Nosso reencontro não se resume apenas em safadeza, houve muita troca de carinho e apesar de tanto fogo, os olhares e cheios de afetos, o beijo, um mais gostoso que o outro. Nosso encaixe continua o mesmo de sempre!! Nossa atração, química, conexão é tamanha que mesmo muito tempo distantes nada disso mudou.  

Finalizamos aquele domingo com mais sexo oral nele, chupei, chupei muito aquele pau lindo igual ao dono, até ele gozar!! Enquanto ele gozava eu continuei passando a língua e com ele na mão fazendo movimentos de vai e vem enquanto ele se contorcia todinho, sorrindo alto em êxtase de tanto prazer, de tanto tesão!!! Logo após nos recompomos e ele foi me deixar em minha residência.  Antes dele sair pedi para que avisasse quando chegasse em casa e após alguns minutos recebo uma mensagem dele: “que boca perfeita, vim flutuando”. Adormeci com um sorriso bobo e safado, porém levou um pouco de tempo para eu pegar no sono, pois eu parecia não acreditar no que estava acontecendo e já ansiosa, pensando quando eu iria vê-lo outra vez.

História real escrita em vários capítulos. Espero que gostem e logo postaremos mais capítulos.

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