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Abdução e Troca de sexos.

Publicado em 17/08/2023 por Robert@

Quando Patrick, o garoto mais forte do bairro, me bateu numa briga certa vez, comecei a malhar buscando enrijecer meus músculos, ganhar peitoral, braços e coxas másculas. Os anos se passaram, mas aquela briga jamais fora esquecida. Patrick batia bem e tinha o peitoral já bem desenvolvido pra sua idade. Naquele instante eu estava malhando enquanto comia a Mônica, que conhecia só “de vista”, com os olhos. Com os cabelos castanhos ondulados presos num coque atrás, fechando os enormes olhos azuis, trajando roupa de ginástica rosa e preta, ela arriava no aparelho, malhando as coxas e exibindo aquela xota talhada colada na lycra. Saí da Academia de noite após malhar pesado, para mim, levantando mais de 30 quilos com os braços. Eu procurava um médico que passasse dieta e asteróides a fim de me hipertrofiar, pois só a malhação não estava surtindo efeito. Entrei no carro e segui pela rodovia indo para a Capital. Morando no interior, o caminho passava fora do perímetro urbano. Na estrada escura, de repente, uma luz me cegou. Do clarão, tudo apagou, como se eu tivesse dormido por um segundo. Acordei num local estranho sentado na frente de alguns homens sem nenhum pêlo no corpo e que reluziam. A pele deles emitia luz. Disseram ser de um planeta tão longe que a mente humana não conseguiria imaginar. Lá, o sexo teria sido abolido há milênios, após uma pandemia de determinada DST mortal. A tecnologia permitiu criar bebês em laboratório, no mundo sem sexo. Pesquisando a cura para essa doença que matava quem transasse, acharam a “cura” para a morte após séculos, mas, daí, os gêneros já estavam fuidos. Sem gravidez, sem sexo, sem diferenças sociais entre machos e fêmeas, tudo se tornou a mesma coisa: machos e fêmeas não mais se reconheciam. Todos eram somente AQUELA ESPÉCIE. Resolveram reencontrar a sexualidade, pois seu mundo estava em desgraça, com a depressão sem poder matar quem já não mais morria. Visitaram a Terra. Observaram a vida de homens e mulheres e, agora, estavam num estágio avançado da pesquisa: queriam experimentar as consequências de uma consciencia masculina em um corpo feminino. Eu era o objeto de estudo perfeito, segundo eles. Iriam trocar minha consciência com a de uma MULHER a fim de me obseervar tendo um corpo e uma vida feminina. Senti um frio na barriga e me assustei. Olhei por uma escotilha e vi a Terra! Eu estava sem ter o que fazer. De repente entra uma mulher branca, de coxas grossas, olhões azuis e cabelo preso. Vestia uniforme de blazer e saia colada azuis marinho usando meias fumê. Era Mônica! Ela fantasiou certa vez ser um rapaz e “comer” uma garota. Os alienígenas monitoraram isso e a colocaram na pesquisa. Ela curiosa em ser um homem naquele planeta onde as mulheres estavam se redescobrindo, iria viver uma vida masculina lá, enquanto seu corpo caminharia com outra consciência a ser observado na Terra. Eu não deveria tentar fugir do meu destino, pois, se eu tentasse qualquer desvio de rota, eu sofreria uma morte súbita. Um cone de luz desceu do teto e me desintegrou. Tudo apagou. Acordei dentro de um avião trajando uniforme de blazer e saia colada azuis marinho usando meias fumê com cabelos castanhos ondulados presos num coque atrás da boina de aeromoça. Maquiada, olhei a placa no meu peito onde estava escrito: Mônica. Aeromoça?! Profissão EXTREMAMENTE feminina! Estranhamente eu tinha todo o know how necessário àquela realidade: caminhava elegantíssima sobre o salto alto, mesmo com a saia colada, servia perfeitamente os clientes e alguma coisa me certificava de que eu sabia todas as técnicas da minha profissão. O comandante da aeronave pediu água pelo interfone. Eu falei “um minuto; já levo pro senhor”. Escutei minha própria voz e tomei um susto! Era estranho sentir que eu sempre fora aquilo. Tinha memórias longínquas de uma vida inteira como garota: primeiro salto alto, ir estudar de saia rodada e meia três quartos, estojo e caderno rosa, calcinhas, sutiãs, camisolas e baby doll, primeiro namorado… esse, aliás, eu tinha consciência de que era meu atual marido e que estaria me esperando no aeroporto. Embora eu soubesse que aquela mulher que eu vivenciava era casada, do marido eu só recordava que chegou a presidente de uma Companhia Aérea antes dos trinta e foi capa de revista entre “jovens de sucesso”! Que loucura é essa? Eu era Mônica, uma mulher branca ainda sem filhos, de olhos enormes azuis e cabelos ondulados castanhos. Não citei meus seios porque acho que dá pra imaginar a perfeição. Só vou frisar que os mamilos eram rosa. Além de tudo isso, casada. Após levar a água do comandante, instintivamente, como toda aeromoça, olhei mais uma vez no espelhinho de mão. Retoquei o rímel nos cílios, o lápis azul noturno nos olhos azuis e passei batom. Foi surpreendente perceber que fiz tudo perfeitamente. Eu estava achando estranho aquilo, mas, ao mesmo tempo, parecia que sempre fora assim. Eu lembrava de ter sido vítima de uma abdução alienígena, coisa que ninguém iria acreditar se eu falasse. Cheguei no aeroporto e, sem saber explicar agora como, reconheci meu marido. Tinha o peitoral bem desenvolvido que eu sempre sonhei, coxas e braços másculos. Era Patrick! Tomei um susto! Eu estava certa de que era mulher daquele cara há poucos anos, e que ele era o presidente de uma Companhia Aérea que, inclusive, me levou a ser aeromoça! Lembrava de namoro, noivado e casamento. E que ainda não queríamos filhos, mas era plano para breve. Recordando que eu não poderia demostrar nenhuma estranheza, pois a consequência seria uma morte súbita, tentei pegar minha bagagem de dez quilos. As unhas pintadas de vermelho sangue envolveram a alça da bagagem e eu tentei levantar. Dez quilos! Parecia uma pedra chumbada no chão! Patrick falou: “não perde a mania de tentar carregar a mala… toda vez!”. Conheci aquela voz grossa como sendo familiar pra mim. Fui caminhando de salto alto atrás dele, que carregava a bagagem. Nosso carro era um SUV dos grandes. Ele pôs a bagagem na mala e eu sentei no carona. Instintivamente, cruzei as pernas de meias fumê embaixo da saia colada. Surpreendentemente eu coube naquele espaço! Outra vez lembrei do aviso sobre “morte súbita” ao escutar Patrick falar: _Sentou e nem me deu um beijo na boca. Aliás, até agora não me deu um beijo, desde o aeroporto. Estranho… Tive taquicardia de susto. Desconversei: _O cansaço, aqui, está nas alturas. Quero chegar em casa e tomar um banho. Passei a pensar no que aconteceria “em casa”. Quando chegamos, fui direto me trancar no banheiro. Olhei o espelho enorme na parede e vi aquela mulher escultural. Seios perfeitos, nariz, boca, ainda perfeitamente maquiada, gargantilha de ouro e veludo, soltei os cabelos castanhos ondulados até a cintura. Tirei a roupa. Meus enormes olhos azuis miraram a pelugem caprichosamente aparada entre as minhas coxas depiladas. Era a vagina! Separei as pernas e olhei o talho que cortava para trás. Na vida masculina eu nunca tinha visto nada tão perfeito! Era a xoxota que eu sempre imaginei como símbolo de perfeição! Patrick bateu na porta querendo entrar. “Lembrei” que era de praxe tomarmos banho juntos. Caí em desespero, sem saber inicialmente o que fazer. Comecei a me sentir mal, uma dor de cabeça real, cansaço, e eu sentia muito calor. Aproveitei a sensação ruim para dar uma desculpa. _Tô passando mal, cara. Aí mesmo é que ele, todo preocupado,exigiu que eu abrisse a porta. Sem ter o que fazer, abri e reclamei: _Tô com dor de cabeça, sentindo o corpo quente…_Esqueceu?, disse Patrick. _Olha o calendário! _Você sempre foi um “reloginho”. _Todo mês é isso. Senti que ele me conhecia como a palma da sua mão. Eu estava com TPM. Me deixou tomar banho sozinha e foi pra cama. Meu chinelo no banheiro era rosa e a toalha, rosa. Por instinto, enrolei a toalha nos seios e fui me vestir no closet. Só havia lingerie rosa, branca, preta, vermelha e TODAS, absolutamente todas as roupas eram exageradamente femininas. _Não vai usar o baby doll de cetim branco? Lembrei da “morte súbita” e de que eu adorava vestir aquele baby doll pra dormir, mesmo que eu tivesse vários. _Pus um absorvente. _Acho melhor dormir de short.

Abdução e Troca de sexos.

Abdução e Troca de sexos.

Ao procurar um short para dormir, foi pior ainda: todos shortinhos curtinhos que modelavam o corpo feminino e TODOS, com algum babadinho, aplique ou coisas assim. Peguei o menos chamativo e fui dormir. De noite, a menstruação desceu. Como se sabe, menstruada, a mulher tem uma maior vascularização da região genital, deixando a vagina mais sensível e, consequentemente, aumentando a libido. Acordei sangrando rios com os biquinhos dos seios furando o cetim. Fui pro banheiro. Antes de pensar que estava com sorte, pois, menstruada, poderia adiar minha obrigação como mulher, lembrei que Patrick nunca ligou para o fato de transarmos quando estou menstruada. Pelo contrário. Os orgasmos que eu mais gozei foram justamente no período menstrual. E a libido feminina exacerbada realimentava a libido masculina dele, ou seja, eu lembrava que explodíamos de gozo quando meu ciclo se apresentava. As recordações jorravam em torrentes pela minha cabeça. Chuva de pensamentos. Recordações do que eu nunca tinha vivido e que era a vida daquela mulher. Naturalmente ela estava no pico da lidibo. O corpo feminino seguia sua natureza e eu tentava desviar o foco sem, contudo, poder transparecer sob pena da “morte súbita”. A água escorria pelo meu corpo. O perfume do sabonete excitava ainda mais. Só percebi que tinha esquecido a porta do banheiro aberta quando Patrick entrou pelado, abrindo o box, com o pênis completamente duro. Confusa, tendo chuva de pensamentos, não sabia o que fazer. Fiquei somente embasbacada, com as mãos boiando no ar. Ele entrou no box e me abraçou por trás. O corpo pedia MARIDO, a mente perdia o foco. Meus punhos cerraram e eu mordia os próprios dentes. Meus dois punhos com toda força fechados e eu tendo os dentes cerrados e os olhos fechados. Patrick não sabia, mas minha mente tentava focalizar alguma forma de sair dali. No entanto, o corpo era completa e exageradamente feminino. Tudo o que aquele corpo fizesse desaguava em feminilidade: movimentos, tentativa de falar alguma coisa, tudo terminava, mesmo sem querer, sendo de forma que causava cada vez mais tesão no homem. A cabeça já não focava nada. De repente, de tanta torrente de pensamentos, ela se perdeu, ficou vazia. Senti a cabeça em branco, fiquei débil mental, oca, solta no espaço sideral. Patrick, por trás, pôs a mão quente na minha barriga. A buceta latejou e o mel escorreu. Sentia meus lábios grossos da vagina latejando. Sentia pontadas na xoxota. Meu coração parecia que ia explodir. Os punhos cerrados desfaleceram. fiquei em pé toda mole. A mão com as unhas pintadas foram pra trás sem eu pensar. Segurei, sem perceber, o pênis de Patrick. Quando senti, estava com o pau de Patrick na minha mão de fada. Só percebi quando ele suspirou com voz grossa e rouca, soltando o ar. Foi aí que acordei que estava segurando o pau do meu marido. Rígido. Parecia uma pedra chumbada na sua cintura. Os mamilos enriçaram. Era a natureza seguindo seu curso. Tentar resistir era como tentar segurar fogo morro acima ou água morro abaixo. Era impossível. A natureza seguia inevitavelmente seu curso. Patrick beliscou suavemente meus mamilos, dando leve puxõezinhos. Minha mão cerrou novamente com a vagina pulsando desesperada, gritando enquanto eu lutava para não escutá-la. De repente, ele encostou aquela cabeça de pênis arregaçada na entrada do meu ânus. O pau deslizou pela minha bunda redonda perfeita e encaixou entre os lábios da minha xota. Nem percebi que prendi meus cabelos para cima (onde aprendi a fazer isso?) e, quando vi, estava de frente pra Patrick com seu peitoral másculo, coxas grossas, braços fortes e aquele taco ereto. Ele me puxou pra um beijo de língua na boca e o pênis dele roçou na minha buceta. De cabeça vazia, tonta, meus joelhos “desligaram”. Num ato reflexo, segurei aquele pênis rígido e automaticamente abocanhei. Percebi, num lance de momento, que mamava naquele caralho como se fosse a coisa mais normal do mundo! Como se a pratica fosse resultado de uma vida inteira sendo mulher e aquela atividade tivesse sido aprendida na vivência como parte feminina de um relacionamento. Estava num ponto em que não poderia mais voltar. Sugando um pau de marido. Com um corpo de mulher e uma violenta atividade hormonal feminina. Com um psiquismo completamente diferente do masculino. Memórias de uma vida inteira como fêmea e, o pior, casada de papel passado com aquele macho. A buceta latejava a mil. Os mamilos doíam enrijecidos. A barriga estava fria e o coração explodindo. Patrick me levantou pelos cabelos e eu saltei no colo dele, abrindo as pernas. Ele me deitou no chão e eu estava de olhos fechados. Senti a cabeça do pau dele abrindo minha xota. O corpo gordo foi entrando em seguida. Era o ponto final, com aquela banana volumosa atravessada na minha vagina. A alma gritava: _Você é MULHER! Você é UMA MULHER! E as pernas abriam ainda mais, instintivamente. A mente, de repente, percebeu: _Ele está me comendo! E as mãos de Patrick, em cima de mim, encaixado no papai e mamãe, seguraram todos os meus fios de cabelo. Já sem responder por mim, minha voz saiu sozinha dizendo: _ Me soca de quatro! E ele me botou de quatro, segurou todos os meus fios de cabelo, e puxou pra si, enquanto socava aquele pênis branco de cabeça rosa e duro na minha xoxota. Tomei longos minutos de socada sentindo a vagina ser invadida, recheada e preenchida. Patrick gozou na minha buceta. Senti seu semen grosso e quente escorrendo e isso me deu um prazer estranho naquela hora. Gozei tendo choques pelo corpo e espasmos vaginais. Caí desfalecida nos seus braços grossos, no chão do banheiro. Ele falou, com aquela voz grossa: _MINHA mulher. Eu senti um frio na barriga. Involuntariamente apaixonada menos pelo “mulher” do que pelo “MINHA”.

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1 - Comentário(s)

  • Gabriel 19/08/2023 23:22

    Oi

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