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Dando meu cu para o angolano que conheci na Rodoviária Novo Rio

Publicado em 18/06/2024 por Megalopta

Dando meu cu para o angolano (pica de jegue) que conheci na Rodoviária Novo Rio

Como reletei no conto anterior, intitulado: “Abrindo o cu na minha 1ª participação na Parada Orgulho LGBT+” no último domingo (02 de junho de 2024) em São Paulo, onde conheci o Flávio, um macho que socou no meu cu, no quarto do hotel em que eu estava alojado, que eu conheci na Av. Paulista, que era ex-jardineiro do local; me fazendo chorar, sofrer e gozar em sua pica de dor e prazer.

Passando a digitar o referido conto durante a viajem de volta para ao estado do Rio de Janeiro; ao chegar na Rodoviaria Novo Rio, ressolvi ir ao banheiro, antes pegar meu carro que estava estacionado no prédio garagen ao lado da rodoviária, para prosseguir para a minha cidade natal na Região Serrana.

Ao me dirigir para o banheiro, notei que um faxineiro que estava encostado em uma mureta próximo e entrada do banheiro, negro nagro de estatura mediana, uniformizado, dando para perceber seu tórax forte e largo; braços e pernas grossas, me comia com os olhos ao me ver passar com com meu shortinho e uma mini camiseta que deixava amostra a maior parte das minhas nádegas, umbigo e a minha cintura .

Eu: sorrindo dei uma piscada de olhos, passando a língua nos labios de forma à estiga-lo e dando a intender que eu era uma mona e estava respondendo os seus interece; ao entra no banheiro que devido o horário deveria ser umas 22 horas, se encontrava vazio; passando a me dirigindo ao ultimo miquitório ao fundo. Alguns minutos depois, ele entrou, se posicionou ao meu lado, pondo para fora da calça uma pica descomunal que me fez engolir em seco, seguindo a conversa abaixo:

Eu sorrindo, disse: negão que pica é essa, você é um jegue, puta que pariu!

Ele: você não viu nada viadinho, olha que ela está mole, quando tiver dura você vai ver, são 29cm de puro caralho do mais puro negro, angolano!

Eu: minha nossa, alguem já aguentou isso no cu?

Ele: tem uns travestis que guentam, mas, as mulheres se mijam e se gagam todas e mandam eu tirar, você com essa bundinha pequena e empinada vai tenta?

Eu: já tomado de tesão, disse: olha, vontade eu tenho de tentar, mas, essa coisa vai me arromba todo!

Ele: sorrindo disse: tentar é o caralho, se eu for com você no motel, e ver você peladinho com essa bundinha durinha, nem que você mora, eu vou enfiar tudo nessa bundinha maravilhosa, está entendido mona, (dando apertões em minha nádega).

Eu: eu sorrindo disse: um boquete e uma punheta não te satisfaz?

Ele: eu lá sou homem de me contentar só com punheta e boquete de uma bixinha linda como você, seria como ir a Roma e não ver o Papa; quero vê a sua aveia do pescoço inchar, você chorar e gritar com isso aqui tudo dentro de você, (balançando aquela trozoba preta dura como ferro).

Eu: bem, deixa eu pensar: então vamos, e que as entidades protetora dos viados me de cu para suporta essa pica maravilhos, (empunhando e apertando a sua pica) mais tem algo, eu conheço o centro do Rio, você sabe um  local onde possamos ir?

Ele com aquela cara de safado que me deixou com mais tesão, disse: vamos pegar um Uber para a Cinelândia,  la tem vário moteis que são frenguentados por gays, travestis, assim como você; indagando: você é de maior idade?

Eu: sou, mas não precisamos pegar Uber meu carro está estácionado no edificio garagem ao lado da Rodoviária; ao chegar no carro perguntou: você não acha melhor eu dirigir?

Em resposta, entreguei a chave, assim que sentamos no interior do carro ele tirou aquele caralho preto, grosso, duro e enorme e disse: vai brincando com ele. porque é todo seu, eu passei a beija e chupar aquela coisa que mau entrava em minha boca, ao tentar engolir, engasgando e sentido falta de ar.

Ele só murmurava: hmmmm, que boca gostosa viadinho, assim chupa, engole ele todinho!

Até que em um sinal de transito, um ônibus, cheio de fanqueiros que se dirigiam para o baile, parou ao lado do nosso carro, dando a eles uma visão do interio do nosso veículo, eles passaram a gritar: CHUPA SUA BIXA!

ISSO DÁ NEGÃO, ENCHE A BOCA DESCA BIXA DE PORRA! Me  fazendo palançar, exibindo para ele a trozoba para aqueles fanqueiros e fangueiras!

Algumas mulheres gritavam: GOSTOSO!

CAVALÃO, ISSO QUE É UMA PICA!

ME IMPRETA ESSE GOSTOSO, VIADINHO!

EU QUERO ESSA PICA!

Eu sinalizava que não com o dedo da mão.

Alguns minutos estavamos dando entrada em motel de quinta categoria de três andares, com vários quartos, adentrando no 303 contendo: uma cama de casal redonda, espelho no teto, ventilador, dois criado-mudos, um de cada lado da cama, televisor, interfone, rádio antigo e cheio de ruidos; banheiro com uma pia, vaso sanitário e um chuveiro no interior de pequeno box de blindex ao fundo.

Assim que ele fechou a porta do nosso quarto, me agarrou pela cintura, colando o volume da sua pica em minha bunda, me fazendo sentir o contorno e a extenção; me levando rebolar, murmurando: hmmmm angolano que pica maravilhosa! Ele enfiou as duas mãos sob a minha camisetinha segurando e apertando os meus peitinhos durinhos do tamanho de dois limões, (criados por generosas doses de hormonios femininos  ao longo de uma década) dizendo: que peitinho durinho meu viadinhos!

Eu me virei passando a beijar sua boca, mordendo seu lábios, grandes, grossos e avermelhados, caracteristicos dos negros do seu pais; tirando sua camisa, surgindo uma torax com musculos revestidos por uma pele preta e brilhante, com mamilos com uma tonalidade amarronzada que passei a morder levemente e com uma das minhas mãos dentros de sua calça massageando aquele tronco duro.

Ele tirou e abriu o minha camiseta e meu shortinho que caiu sobre os meus pés, que chutei para o lado; passando a aperta as minhas nádegas, me fezendo murmurar: hmmmm, hmmmm que pegada gostosa negro, isso meu gostoso!

Eu tirei sua calça, passando a analisar em detalhes a sua pica e disse: que pica maravilhosa angolano; sentei na cama puchando seu corpo, ficando com a cara frente aquela trozoba, passando a beija e cheira seu pentelho: hummmm negão que cheiro gostoso de macho!

Beijei o seu saco, colocando um bago por vez na boca, fazendo ele murmurar mais uma vez: hmmmmm, hmmmmm, assim viadinho chupa meus bagos!

Arregacei a chapeta do seu pau, passando a língua no pescoçinho entre a cabeça e corpo do seu caralho; encontrando um anel formado de sebo que eu passei a sugar, engolir e degustar como se fosse uma igualia.

Ele ao ver minha lígua cheia de sebo, passou o dedo médio, em seguida passou a enfiar no meu cu, me fazendo gemer hmmmmm angolano, é a primeira vez que meu cu e untado com sebo de pica para receber um caralho gostoso, hmmmmmm, aiii, aiii seu dedo grosso e calejado está entrando aiiii, hummmm gostoso!

Passando a enterrar o segundo e o terceiro dedo, proporcionando uma ardencia que só fazia aumentar o meu tesão, aiiiii que dor, assim, me deixa pronto para receber esse seu chouriço preto todo dentro de mim.

Ele: ordenou: anda, sobe na cama e fica  de quatro minha bixinha, que eu quero meter tudo dentro dessa bundinha gostosa, sobe, sobe!

Eu atendi o seu pedido, subindo, ficando de quatro todo arreganhado, segurei a sua pica de jegue, encostei a chapeleta na portinha do meu cu, olhei para trás tremendo como uma vara verde, imaginando o que estava para acontecer e implorei: por favor, mete devaga no meu cu, angolano!

Dando meu cu para o angolano que conheci na Rodoviária Novo Rio

Dando meu cu para o angolano que conheci na Rodoviária Novo Rio

Ele sem responde, segurou na minha anca, encostou a chapeleta, eu peguei o coberto que estava dobrado sobre os dois traviceiros e coloquei uma das dobras na boca, mordendo com força, até que ele deu uma estocada forte e fundo, adentrando uns 6cm de pica nas minhas entranhas, me fazendo deixar o coberto cair da minha boca e gritando: AAAIIIIII MEU CU, NEGO FILHO DE UMA PUTA, QUE DOR!

TIRA, TIRA, ESTÁ ARDENDO MUITO, PORRA, TIRA, TIRA!

SEU JEGUE, AAAIIIII, QUE DOR! Passando a chorar: ahn, ahn, ahn, tira por favor, tira, tira, não estou aguentando esse pica, tira, tira, seu animal.

Ele: com uma voz roca que não era sua, disse: só vou tirar quando estive tudo dentro de você sua bixa!

Acho bom você relachar, se você não relachar e fechar o cu é pior, vai doer mais, vai relacha!

Ele foi enterrando cada vez mais, me alargando, fazendo meu cu queimar como se estivesse pegando fogo , eu só chorava e gemia: aha, aha, aha, aaaaiiiiii, aaaaaiiiiiii, que dor, para, para!

Passando a sentir um filete de sangue escorrer do meu do cu, fazendo uma pocinha sobre o lençol brando da cama; deixando aquele neguinho com mais tesão, mas indiabrado; passando a socar mais rapido, mais fundo, como se desejasse me dividir ao meio com a sua pica, dizendo: toma pica sua bixa, sua puta, vou arrombar esse cu, sua vagabunda, toma, toma, hmmmmm, cu gostoso; que cu apertadinho, vou tranformar ele em uma buceta, seu viado!

Eu sabendo que ele não iria para de socar no meu cu, até gozar; resolvi colocar meu cu na brincadeira, passando a provoca-lo: “é, então soca, soca fundo, soca forte seu filho de uma puta; eu quero mais pica, vai soca, soca, você só tem isso; quero mais, mais angolano”.

“Tem brasileiro, mais gostoso e mais pirocudo que você, seu filho de uma puta! aaaaiiiiiii, aaaaaiiiiiii, assim, assim me arrombaba todo, huuuuuuuu, huuuuuuuuu, que pica gostosa aaaiiiiii, seu saco está batendo no meu saquinho, os 30cm de sua pica estão entrando e saindo do meu cu, meu negão, eu chova e gemia: huuuuuu, huuuuuu, aha, aha, aha,aha, isso gostoso soca, soca no cu do seu viado aha, aha, aha,huuuuuuu, huuuuuuu, gostoso!

Até que ele disse: viadinho estou gozando: huuuuuuu, huuuuuu que cu gostoso, huuuuuu,huuuuuu, huuuuu!

Eu apertando sua pica com cu, passei a gosar simuntaniamente com ele, huuuuuuu, eu também estou gozando meu negro, huuuuuuu, huuuuuuu!

Desabando os dois sobre a cama  com ele sobre mim, com sua pica enterrada em minhas entranhas!

Apos, uns minutos, virei minha cabeça e com olhos cheio de lagrimas, disse: sai, sai de cima de mim seu animal!

Anda, sai logo seu monstro!

Você é um desalmado, você é um sádico seu filho da puta, sente prazer em ver as pessoas sobre na sua pica, seu covarde!

Ele: vai dizer que você não gostou?

Eu: pode até ser, mas, você como um cavalheiro não podia me tratar como seu fosse uma égua, estou com o cu arromabado e ardendo, aha, aha, aha, (chorando de dor) aiiiii, aiiiiii, meu cu!

Ele: perdão, eu não sei o que acontece comigo, meu amor; quando eu vejo vocês, sofrendo, chorando e sangrando; eu fico louco de tesão e perco os sentidos das coisa e só paro quando gozo!

Eu vendo a sua sinceridade, fiquei com pena dele e disse: angolano, você é muito gostoso; mas, tem que ser mais cuidadoso e carinhoso com suas parceiras e paceiros de cama; se não, ninguém vai querer voltar a sentir essa sua pica maravilhosa; ela é muito gostosa, tinha que ter várias viasdinhos correndo atrás de você para ter essa pica no cu, mas com essa forma animal que você tem, não tem cu que suporte!

Ele: me pegou pelo braço e disse: vamos tomar um banho!

Eu: sorrindo, disse: deixa eu fazer uma limpeza preliminar, deita aqui, (batendo com a mão sobre o colchão da cana)

Ele deitou eu pequei a sua  pica e passei a limpar com a boca, passando a língua, nos pentelhos, no saco e na pica; fazendo aquela coisa enorme criar vida mais uma vez na minha boca.

Ele trás esse cuzinha na minha boca que eu também quero chupa e deixa ele limpinho meu viadinho; subi sobre o seu corpo, entrando nos dois na posição  69, deixando ele chupa meu cu, em quanto eu chupava aquela trozoba que já estava dura como uma tora de madeira.

Eu sem falar nada, tirei minha bunda da sua cara, girando o meu corpo, sobre o seu; ficando de cara, cara com ele, passando a beijar sua boca e mordendo seus lábios mais uma vez; fiquei na ponta dos pés sobre o colchão com o cu aberto sobre a sua pica, conduzi sua chapeleta para o burraco do cu mesmo estando queimando e ardendo de dor. Fui soltando o meu corpo, deixando aquela anaconda entrar, gemendo bem baixinho no seu ouvido huuuuuu, aiiii, aiiiii, assim gostoso! aiii, a cabeça já entrou!

Ele: meu amor, só vai até onde você suportar, você está todo arrombado meu viadinho!

Eu: aiiii, aiiiii, quero ele todo dentro de mim, sentindo centímetros por centímetros entrando nas minhas entranhas bem devagar, aiiiii huuuuuuu, que pica gostosa, assim que eu gosto!

Ele: falta pouco amor, assim, senta, deixa minha pica abrir a sua entranhas, huuuuuu, huuuuu amor; assustado, disse: você está sangrando de novo amor!

Como se uma entidade tivesse entrado em mim, deixando o meu cu como se nada estivesse em seu interior, ficando louco de tesão, com uma voz que não era minha, passei a subir e descer com o cu na quela pica enorme, cavalgando como uma louca, dei um tapa na cara e disse: deixa ele vim, quero o meu rei, deixa, deixa; quero a pica dele, essa bundinha aguenta ele socando com toda força, deixa, deixa, gargalhando: ahhhhhh, ahhhhhh!

Ele arregalou os olhos e disse: estou aqui minha rainha!

Eu: vem meu rei soca neste cu, isso, assim!

Ele: então toma, toma, passando a socar no meu cu, levando eu sentir prazer como nunca senti: assim, aaai, aaai. me arromba, meu homem, sua nega está louca para receber sua porra, huuuuuu maravilhoso, soca com raiva arromba esse cu que é todo seu!

Ele, me deitou sobre o colchão com a barriga para cima, colocou as minhas pernas sobre seus ombros, eu abri as nadegas com as duas mão, expondo o meu cu todo arreganhado e disse: vem, soca meu negro, soca no meu cu com força e fundo quero que esse cu fique todo dilacerado meu homem, meu rei!

Ele deu uma socada, maior e mais forte que aquela que havia feito quase eu quase esmaiar de dor, alguns momentos atrás; fazendo entrar quase a metade da pica, me fazendo gritar HUUUUUUUU, ASSIM QUE EU GOSTO!

MEU MACHO ME RACHA AO MEIO HUUUUUU, ASSIM, ASSIM GOSTOSO!

Ele passou a trazer a aqueles 30cm de caralho até a portinha do meu cu e socava até o fundo, gritando: TOMA MEU AMOR, SÓ VOCÊ PARA ME SATISFAZER, MINHA NEGA!

TOMA, TOMA! HUUUU, QUE CU ABERTADINHO AMOR!

VOU GAZAR MINHA RAINHA!

Eu gritei: ESTOU GOZANDO TAMBEM AMOR, (passado e jorrar porra entre os nossos corpos) desabando mais uma vez na cama mortos de prazer e satisfação!

Alguns momentos depois, meu cu passou arde como nunca; me fazendo chorar de dor: aha. aha, aaaaiiiiiii o que nos fizemos angolano; acabamos com o meu cu meu negro!

Ele quem sabe um dia eu explico!

Na volta para casa, deixei ele dirigir meu carro, parando em uma farmacia para comprar uma pomada de uso interno e aplicando no cu e ele desceu do carro na subida de um morro, logo após o município Niteroí; eu mau podia sentar no banco do carro de tanta dor.

Foram três dias sem nem pensar em dá o cu para outro macho!

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