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Dona Lúcia, minha amante de 62 anos

Um romance sexual com uma coroa. Dona Lúcia, minha amante de 62 anos, eu vivi isso na adolescência até a fase adulta, foi tudo maravilhoso e até hoje tenho saudades. Um relato perfeito pra quem gosta de contos eroticos com coroas.

Eu tinha cerca de 16 anos (estou com mais de 50 hoje) e transar com namoradinhas exigia muito mais trabalho que hoje. Normalmente, a gente tinha de pedir em namoro, namorar um tempo e daí chegar nos finalmente (se desse tempo de chegar). Claro que sempre existiu “ficar” e “transar”, mas não era regra pelo menos onde eu morava.

Dona Lúcia era avó de uma colega da rua. A nossa turma tinha cerca de 12 pessoas, a grande maioria de meninos, mas o “ponto de encontro” era normalmente na casa de Dona Lúcia, porque tinha um bom terreno na frente da casa (que era toda murada) e era o centro das nossas brincadeiras. Como ela já era viúva há um bom tempo, aquela movimentação de gente jovem no seu terraço era excelente. A nossa turma tinha liberdade de entrar no terraço, brincar, conversar, fazer churrasco, etc, apenas comunicando previamente.

Dona Lúcia era uma coroa bem forte, cabelos médios, pernas fortes e grossas, os braços também largos, e se a cintura não era de “miss”, por sua vez não tinha muita barriga. Ela era animada e sempre ajudava quando havia festas ou reuniões da gente para tomar uma ou fazer churrasco. Dona Lúcia sempre fazia aquele molho vinagrete, farofa diferenciada, etc. Na maioria das vezes sempre tinha um suco ou algumas frutas sendo oferecidas pela dona da casa.

Em gratidão, nossa turma sempre ajudava Dona Lúcia em tudo o que ela precisasse, desde ir às pressas num supermercado ou armazém para ela até, muitas vezes, a gente limpar o terreno ou ajudá-la em alguns serviço de casa mais pesado. Podar árvores, cortar galhos, pintar muros, cuidar da plantas, não: ela contratava alguém profissional, um adulto.

Uma dessas vezes ela perguntou se alguém queria ajudá-la a plantar alface e tomate no quintal da casa dela (a parte de trás da casa, muito mais próximo de um terreno baldio com coisas velhas). Dos três que estavam na hora, somente eu podia e não me fiz de rogado.

Conforme acordado, sete da manhã do dia seguinte eu já estava lá na casa de Dona Lúcia. Entrei no terraço e antes de me apresentar, ela já mandou eu entrar, dizendo que estava acabando de tomar café, já perguntando se eu não queria também. O estranho para mim foi que ela ainda estava de pijama! Sem sutiã e com um short bem apertado. Acabou de tomar café, disse que ia se arrumar, foi para o banheiro e de lá saiu SEM a parte cima do pijama, apenas segurando uma toalha como proteção para não mostrar os seios. Ela não se enrolou na toalha, pegou a toalha e segurou apertando contra os seios apenas.

Foi ao quarto “pegar uma blusa” e voltou logo. Foi o suficiente para eu mudar o meu olhar para Dona Lúcia. Ver as costas nuas dela já me deixou ativado, a rabeta engolindo o short mostrava que, apesar das celulites e estrias, a bunda dela era bem bonita. Lembrei de conversas entre os meninos sobre nossa colega (a neta), que era bem gostosinha e mesmo sobre a mãe dela (a filha de Dona Lúcia), um coroa (menos de 40 anos…) que já tinha sido alvo de punhetas da gente. Meu pau subiu na hora e os pensamentos mais sacanas me chegaram.

Mas ela ainda era uma velha para mim, avó de uma colega e eu estava ali para ajudá-la. Se hoje um jovem ainda ver mulheres de 40 anos como velha muitas vezes (e existe cada mulher sensacional nessa idade), imagine isso à época, ainda mais uma avó com mais de 60 anos!

Quando Dona Lúcia saiu do banheiro, veio com uma bermuda de jeans normal (frouxa nas pernas), a tal blusa e de sutiã. Ela riu e me perguntou se eu tinha visto algo a mais por conta dessa loucura dela de sair daquele jeito. Eu respondi na hora que “não, Dona Lúcia”, mas ri quando falei isso. Ela me perguntou “que riso é esse, menino?”. Fiquei vermelho e não falei mais nada.

Plantamos os alfaces e os tomates até as 9 da manhã, demorando mais porque ainda teve intervalo para suco e bolo. Dica de agricultor amador: mais difícil foi preparar o terreno! (kkkkkk, como também ocorre quando a gente quer plantar a mandioca em alguém).

Mas quando acabamos estávamos bastante suados e sujos de areia, lama, estrume, enfim, de tudo com que a gente tinha trabalhado.

Dona Lúcia disse que estava louca para tomar um banho e me perguntou se eu não queria, ao invés de apenas tirar o excesso na torneira do jardim (o que era o que a gente fazia), tomar banho lá. Ela daria toalha e sabonete. Eu deveria ter aceitado, mas na vergonha disse que não. Notei que ela ficou meio desapontada, mas uma mulher experiente sabe dobrar um adolescente besta.

Ela então me pediu um último favor. Ela estava esperando a entrega de uma mesa que tinha comprado e estava com medo de o pessoal chegar e ninguém atender. Tinha sido marcada a entrega para aquela manhã. Eu disse que esperaria ela tomar banho, sem problemas. Ela botou um copo de suco na mesa e disse que não demoraria. Ela já entrou no banheiro tirando a blusa, deu até para eu ver o sutiã dela…

Continuei na minha. O banho foi demorado e, ao ouvir o chuveiro ser fechado, chega fiquei alegre. Eis que Dona Lúcia dá um grito e me chama. Fui para a porta e ela pede a toalha que tinha deixado no quarto, quando estava se arrumando no início da manhã. Eu peguei a toalha e bati na porta do banheiro. Dona Lúcia me disse “menino, entre e me entregue que eu não quero molhar o banheiro. Mas venha de olhos fechados, que estou nuazinha”. Meu cacete saltou quando imaginei a cena. Entrei de olhos fechados mas louco para abrir os danados. Interessante é que Dona Lúcia ficou repetindo “não abra os olhos” e rindo ao mesmo tempo.

Dona Lúcia, minha amante de 62 anos

Dona Lúcia, minha amante de 62 anos

Dona Lúcia, minha amante de 62 anos

Eu não iria abrir os olhos mas meu pau estava duro e ela notou. Ainda rindo, ela me perguntou se eu estava com uma enxada dentro do calção. Tomei um susto e no reflexo abri os olhos, não para ver a enxada, mas por me achar perdido diante de uma mulher nua me vendo de cacete duro. Quando abri, Dona Lúcia não fez nenhum movimento para se cobrir. Rindo ainda, pegou a toalha da minha mão e agradeceu. Eu vi aquele corpo cheinho, de boas formas ainda, a buceta com pentelhos mas não era uma mata selvagem (como ocorria muito à época), os peitos meios caídos mas ainda bonitos. Vi e fiquei sem reação. Parado, tarando aquela mulher. Ela me perguntou se eu nunca tinha visto uma mulher nua, mas eu não respondia, apenas continuava olhando e me deliciando.

Dona Lúcia, que tinha planejado tudo desde o esquecimento da blusa até o esquecimento da toalha, me disse então que, se eu quisesse, ela aproveitaria para me dar um banho, pois eu estava muito alterado. Quase que imediatamente, fui para dentro do box. Eu já estava sem camisa (que ficou muito suja e estava lá fora) e o calção e a cueca saíram em dois segundos.

Aí começou o show e um relacionamento que durou uns bons anos.

Lúcia, e não mais Dona Lúcia, ligou o chuveiro e me botou embaixo. Começou a me elogiar, que eu era muito bonito, que eu era um dos que ela mais torcia para que a neta dela namorasse, e que, além de tudo, tinha “um negócio entre as pernas” que deixava as mulheres bem alegres. Eu ria e disse que ia conhecer a família começando pela avó. Lúcia já me esfregava sabonete no corpo inteiro e, após lavar meu pau, desceu para um boquete. Foi rápido, ela subiu e me agarrou, me dando um beijo que achei sensacional.

Ainda molhados, ela me levou para a cama, me jogou lá e já veio por cima. Montou por cima, pegou meu pau e foi enfiando na buceta. Ela estava encharcada, o pau (que sempre foi meio grosso mas nada demais para uma buceta com 3 partos normais) entrou sem dificuldades. Ela cavalgava e pegou minhas mãos para alisar os peitos dela. Gozei em pouco tempo, mas ela continuou mais se esfregando em mim do que cavalgando. Só mexia a cintura e não subia e descia, pois o pau poderia sair. Ela gozou assim e foi a primeira vez que vi uma mulher gozar no meu cacete. Lúcia não gritava, gemia muito e virava os olhos quando gozava. Lindo de se ver.

Lúcia continuou montada e eu notei que o meu gozo e o dela já escorriam sobre mim. Ela saiu de cima, deitou-se ao meu lado e me deu outro beijo na boca, disse que estava me tarando há muito tempo, pois sabia pela neta que eu era o que mais guardava segredos.

Nesse dia ainda comi Lúcia mais uma vez e a partir de então virei frequentador da cama dela. Ela me disse que não transava há mais de cinco anos, que se virava enfiando objetos e gozando sozinha. Não conseguia achar um namorado, nem mesmo alguém que apenas a lhe satisfizesse na cama. Disse também que não tinha mesa alguma para ser entregue, tudo foi pensado para me conquistar e pensou que eu seria mais afoito.

Nunca comi o cu de Lúcia, ela não relaxava mesmo quando aceitou tentar após inúmeros pedidos meus. Se não fosse uma trepada rapidinha, Lúcia sempre gozava 2 ou 3 vezes, a primeira sendo chupada. Mas é bom dizer que a grande maioria das vezes a gente trepava às pressas. Eu vinha da escola, passava na casa dela para “pegar algo que tinha esquecido lá”, entrava na casa, Lúcia ficava nua na cama, a gente se pegava, dava a trepada e eu mal limpava o pau e ia para casa. Já cheguei do cinema às 23:30h e passei pela casa dela, só para dar uma.

O dia mais louco foi quando, durante uma reunião da turma no terraço dela, a gente estava fazendo churrasco, Lúcia me disse que eu fosse no quarto dela. Esperei a turma “esquecer” de mim, dei uma de perdido, entrei, transamos, ela nem gozou, e voltei para a festa.

Quando fiz 18 anos, Lúcia me levou – de táxi – para um motel. Foi a primeira vez que entrei em um e era de excelente qualidade. Foi o meu melhor presente de aniversário. Lúcia virou a pessoa mais importante para mim. Eu não a amava, mas tinha ciúmes dela; ela, por sua vez, só mostrava ciúme se soubesse pela turma (ela escutava muito as nossas conversas) que eu estava puxando as asas para alguma menina de que ela não gostava. Lúcia me dava conselhos sobre meninas “não indicadas”.

Mesmo com namoradas, continuei meu relacionamento com Lúcia. Ela chegava até me dar dinheiro para eu sair com algumas, fazia questão disso. Ela me disse que nunca me daria um presente propriamente dito (relógio, camisa, etc) para não chamar a atenção de todos, pois ela só comprava presentes para familiares e amigos próximos.

Eu e Lúcia ficamos quase dez anos juntos, mas a tesão foi diminuindo entre a gente, ela própria teve um declínio em seus desejos sexuais e, mesmo assim, a gente ainda saiu algumas poucas vezes após o “término”, mas já sem o brilho que nos juntou.

Sim, ela já tinha cerca de 70 anos e a diferença da que eu conheci aos 62 não era pequena, mas o entrosamento na cama, o cheiro da buceta dela, o sexo e nossa cumplicidade existiu fortemente enquanto durou.

Engraçado é que, quando a gente se separou de vez, começamos a nos dar presentes durante os respectivos aniversários e Natal. Ela conheceu algumas namoradas minhas e mesmo uma noiva, pois eu ia visitá-la e chegamos a jantar os três na casa dela.

Infelizmente, Lúcia faleceu nem 2005 em um acidente de carro e eu, que estava de férias no exterior, não pude me despedir da minha grande amante.

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