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Fui fodido pelo seu Jorge, o taxista negão safado e dominador

Publicado em 01/03/2024 por Vinicius Menezes

Me chamo Vinicius, tenho 26 anos, sou muito discreto, todo lisinho, sou branco, 1.70 altura, 74 kgs, uma bundinha bem chamativa e redondinha, passo totalmente despercebido com relação as minhas tendências sexuais.
Conheci o seu Jorge, taxista, faz uns 4 anos e eu nunca imaginei que aconteceria o que vou relatar agora.
Seu Jorge é um coroa de 53 anos, negão, bem másculo, de 1,90 de altura, careca e de bigode e cavanhaque, mãos grandes, o típico machão dominador, um pouco acima do peso, mas não chega a ser gordo, tem o corpo normal pra idade dele, fortão. Era comum eu sair nos finais de semana pra jogar conversa fora e beber com amigos e nessas ocasiões, como eu sabia que iria beber, não ia com meu carro, pegava sempre um táxi do ponto que tem ao lado do meu apartamento e geralmente era o seu Jorge quem me levava, até então, ele sempre me tratará com muito respeito e nunca foi de muita conversa, aquele tipo bem sério e de poucas palavras, porém nesse dia foi diferente. Como de costume liguei para o ponto de táxi e o seu Jorge quem atendeu, pedi a ele pra me levar num bar na Vila Leopoldina, a corrida de ida transcorreu normalmente, paguei a corrida e disse a ele que mais tarde ligaria pra ele vir me buscar no bar, e ao descer do carro, ele ainda brincou comigo dizendo ” vê se não bebe muito hein, sabe que cú de bêbado não tem dono né?”, deu uma risada e foi embora, achei bem estranho ele dizer aquilo pra mim, pois até então ele nunca foi de fazer brincadeiras comigo, fiquei no bar das 20:30 até perto da meia noite bebendo e conversando com os amigos, percebi que eu já estava um pouco bêbado, então resolvi ligar para o seu Jorge vir me buscar. Assim que ele chegou, fui até ele e entrei no táxi no banco da frente como sempre fazia, ele logo percebeu que eu estava meio bêbado e perguntou se eu iria pra casa ou pra algum outro local e eu respondi, “vamos pro meu apartamento mesmo, estou cansado e bêbado”, aí ele dá uma risadinha bem sacana e pergunta “vocé se lembra do que eu disse né?”, daí eu pensei comigo mesmo, que estranho, será que ele está querendo alguma coisa comigo? começamos então o percurso da volta, porém a marginal Tiête estava com forte trânsito devido algum acidente que tinha ocorrido à frente, pedi então pra ele fazer um outro caminho para escapar daquele trânsito e fui indicando por onde ele deveria ir, nesse caminho para escapar do trânsito a gente tinha que passar pela conhecida praça da TV Cultura na região da Lapa de baixo em SP, ponto conhecido de casais praticantes de Dogging e casais de namorados fazendo sexo dentro dos carros, assim que entramos na rua, já avistamos alguns travestis na esquina, inclusive um deles estava semi nú manuseando seu belo pauzão, eu dei aquela olhada e o seu Jorge percebendo que eu havia manjado a rola do travesti, deu uma risadinha e me perguntou se eu curtia travestis, eu disse que não, que nunca tinha saido com nenhum, mas nada contra quem goste, dai ele me diz que já havia pegado um travesti uma vez e que foi a melhor chupeta que ele recebeu na vida. E me pergunta, “você achou a rola daquele travesti grande?” Eu falei, “nem vi direito, passamos muito rápido por eles”, daí ele me fala que a rola dele era maior que a do travesti, quando ele disse isso eu fiquei quieto e fingi nem ter ouvido, dai mais alguns metros à frente passamos por vários carros estacionados e com os vidros embassados e ele diz, “olha isso, a putaria aqui hoje está boa hein, o que você acha da gente dar uma parada pra ver o movimento?” Eu disse, “o senhor quem sabe, se quiser parar, por mim, tudo bem”, como eu estava meio bêbado, nem me liguei nas intenções reais dele e disse, “vamos ver se tem algo interessante, quem sabe conseguimos ver alguns casais se pegando dentro dos carros”. Ele então, mais que depressa, estaciona o carro entre outros dois carros e então ele abaixa um pouco os vidros e a gente começa a ver os casais transando nos carros dos dois lados onde tinhamos parado, inclusive dava pra ouvir alguns gemidos. Aquilo começou a me dar um tesão doído, nisso o seu Jorge fala, ” nossa que tesão da porra, o cara aqui no carro do meu lado está socando a rola com vontade na safada ” e nisso ele leva a mão dele no pau e começa a alisar o pau dele por cima da calça, eu dei uma breve olhadinha bem discretamente e nisso ele já olha pra mim e bem direto já me pergunta , ” você não quer ver meu pau?, é bem maior do que o do traveco que você ficou manjando”, eu nem sabia o que dizer, ele então muito do safado, já foi tirando aquela picona preta enorme pra fora e dizendo, “o que você acha de a gente se divertir um pouco aqui ? pelo que pude perceber, você curte um pauzão né? Você se lembra do que eu te disse que cú de bêbado não tem dono né?, então relaxa, ninguém vai saber de nada, vai ser nosso segredinho e já me ordenando fala, vem cá, dá uma mamada no negão, na minha pica preta” e já foi pegando na minha mão e levando até seu pauzão duro e grande, com aquela cabeçona que brilhava e já exalava aquele cheiro de rola de macho, quando segurei naquela pica enorme ele com sua mão grande já pega no meu rosto me segurando pela nuca e fala ” vem cá viadinho gostoso, vem mamar no seu negão roludo, vem sentir o gosto da minha rola” e já empurra minha cabeça em direção aquela picona preta e cheia de veias e pentelhuda, e me faz engolir parte dela, comecei sentir aquele cheiro de macho e o gosto do pau dele soltando aquele melzinho salgadinho na minha garganta e ele fodendo minha boca com vontade e dizendo “eu sabia que você era chegado numa rola, seu viadinho safado”, ficamos ali por alguns minutos, eu mamando ele com sofreguidão, engasgando naquela picona pulsante e ele falando um monte de sacanagens pra mim e dava uns tapas em mim ao mesmo tempo, com aquelas mãos grandes e pesadas, fiquei cheio de tesão sendo tratado como uma putinha e mamava bem gostoso naquele pauzão preto e grosso, derepente ele me empurra e diz bravo, “calma ai, porra, caralho!!!, senão vou gozar na sua boca, vamos com calma” e já me ordena para pular para o banco de trás, e diz “hoje eu vou te torar, quero fuder essa sua bundinha branquinha, sua bichinha safada”.

Fui fodido pelo seu Jorge, o taxista negão safado e dominador

Fui fodido pelo seu Jorge, o taxista negão safado e dominador

Eu então faço o que ele mandou e pulo para o banco de trás, ele então, abre o porta luvas e pega um ky gel, na hora eu pensei comigo, esse negão filho da puta já tinha tudo planejado, ele já estava com a intenção de foder meu cú, que safado. Nisso ele já afasta os bancos da frente pra ter mais espaço e já manda eu tirar a roupa e mamar nele mais um pouco, eu obedeço, tiro minha roupa e fico pelado e volto a engolir aquele caralhão preto, fico subindo e descendo a lingua nele e massageando o sacão dele e ele aproveitando que eu estou de 4, começa a lubrificar os dedos e meu cú com ky e a massagear introduzir os dedos bem devagar no meu cuzinho, que nessa altura, já estava latejando de vontade de receber a aquela picona grossa e grande, eu sentia aqueles dedos enormes dentro, mexendo o tempo todo, eu estava com muito tesão com o seu Jorge preparando meu cuzinho pra receber aquela tora enorme que eu estava engolindo, mas ao mesmo tempo eu estava com medo de não aguentar, pois o pau dele era o maior que eu já tinha encarado. Ele então, percebendo que eu já estava louco de vontade de sentir ele dentro de mim, pede pra eu ficar de 4 pra ele e diz, “vem aqui minha bichinha branca, chegou a hora,vou arrombar esse seu cuzinho rosadinho, agora o negão aqui vai te mostrar o que é bom”, então já sinto ele esfregando o pauzão no meu reguinho e já sinto encostar a cabeçona no meu anelzinho pulsante, sinto ele pressionar e forçar pra me enrabar, aquela pressão da cabeça do pau dele no meu anelzinho foi aumentando, eu fui facilitando a entrada e como o meu cuzinho estava bem lambuzado de ky e o pau dele todo babado e lubrificado, eu já sinto meu esfínter seder para a entrada daquela picona, foi bem rápido o início da penetração e em instantes ele já tinha entrado em mim com aquele pirocão preto, senti uma dor suportável e sabia que iria passar em instantes, meu cuzinho foi se acostumando com a grossura e foi recebendo ele inteiro, senti seu saco batendo na minha bunda, ele ficou alguns segundos parado sem bombar, apenas me segurando pelos quadris com força e dizendo “está gostando da rolona do negão toda dentro de você meu viadinho?” eu de tanto tesão nem consigo responder e começo a mexer meu bumbum pra trás e pra frente bem lentamente, sentindo me preenchido com aquele pedaço de carne dura e pulsante dentro do meu cuzinho, comecei então a rebolar naquele pauzão daquele negão safado, seu Jorge então começa a macetar o meu cuzinho com força e estocadas vigorosas, ele sabia como foder bem gostoso um cuzinho, ficou naquele vai e vem gostoso e falando muita putaria no meu ouvido enquanto bombava com força aquela tora no meu rabo e roçava aquela barba nas minhas costas e nuca e enfiava a língua no meu ouvido, eu estava totalmente entregue aquele macho gostoso, empurrava minha bunda pra trás e sentia o pau dele cada vez mais no fundo no meu cú, ele me pegava com bastante força e vigor, queria me mostrar que ele era um macho dominando sua fêmea, me apertava e dizia “você é a melhor bichinha que eu já fodi, muito gostosa, não é qualquer uma que aguenta essa picona no rabo”, e ao mesmo tempo que ele socava no meu cú ele enfiava os dedos na minha boca pra eu ficar chupando enquanto ele me enrabava feito um louco, ele então começa a me beijar e vai aumentando a velocidade que bombava no meu cuzinho, eu estava em êxtase, aquele negão roludo me abrindo ao meio e enfiando a lingua na minha boca e estocando cada vez mais rápido em mim, me senti nas nuvens sendo enrabado, comecei a gemer muito e comecei a gozar bem gostoso com o vigor daquelas estocadas, esporrei no banco do carro dele sem nem sequer me tocar no meu pau, meu cuzinho latejava e aguentava aquela curra maravilhosa, eu rebolava e aproveitava cada segundo naquela pica preta maravilhosa e ele então diz, ” toma sua bichinha, toma bastante pica nesse cuzinho safada” e começa a gozar bem forte e intenso no meu cuzinho, sinto o pau dele latejando dentro de mim, ele despejando a porra quentinha e enchendo meu cú, ele fica bombando ainda por alguns segundos enquanto me aperta com muita força nos quadris e me xinga de vários palavrões, eu e ele estávamos muito ofegantes e exaustos, ele então vai aos poucos amolecendo e vai tirando aquela picona do meu cuzinho, eu fico sentindo ela escorregando pra fora do meu cú enxarcado de porra e escorrendo pelas minhas coxas. Ele então se senta ao meu lado, ambos lavados em suor, me abraça e me faz repousar no seu peito por alguns instantes, em seguida, empurra minha cabeça pro pau dele e fica esfregando na minha cara aquele cassetão delicioso, todo lambuzado de porra e com forte odor de sexo e confessa pra mim, que ele tinha uma tara pra me comer fazia tempo e que ele me manjava e sabia que eu era um gayzinho enrustido. Eu pedi pra ele manter sigilo e disse que “ficaria a disposição dele pra quando ele quisesse se aliviar, mesmo que fosse só um boquete ou se ele preferisse, um serviço completo”, então ele diz, “é assim que eu gosto, uma bichinha obediente e submissa, sempre prontinha pra satisfazer seu macho, de hoje em diante você vai ser minha putinha”. Então ele manda eu colocar minhas roupas e ele também se veste e me leva pra casa. No dia seguinte, eu estava todo dolorido e com várias marcas roxas e hematomas pelo corpo, principalmente nos quadris e com marcas de alguns chupões que ele me deu nas costas e nuca, mesmo dolorido, me sentia realizado por ter conseguido aguentar e satisfazer aquele coroa negão safado, roludo e metelão e também ter gozado muito gostoso, como nunca havia gozado antes.
Logo, relatarei novas situações que vivenciei com o seu Jorge taxista, meu negão dominador.

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