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Ménage com a esposa

Publicado em 03/10/2022 por Roberto Rob

Ménage com a esposa – Depois do ocorrido na praia de nudismo (leia no conto anterior que se chama Surpresa na Praia) ficamos com mais  vontade de novas aventuras. Logo vislumbrei uma oportunidade (os nomes e os locais serão trocados para preservar os envolvidos).

Fui comunicado que Luiz, um engenheiro de uma empresa de São Paulo, para quem a minha empresa presta serviço estava vindo a Goiânia para resolver alguns problemas de projeto de obras que iríamos executar. Já havíamos nos contatado várias vezes, aquela amizade telefônica. No dia de sua chegada, busquei-o no aeroporto e levei-o para o primeiro contato com a contratante. Ficou marcada a reunião para a manhã seguinte. Em seguida levei-o ao hotel, onde ele perguntou se podia sair com ele e apresentar a noite goiana.

Perguntou se minha mulher “permitiria” que eu fosse, e malandramente perguntou se não conhecia algum lugar onde pudéssemos ir para conhecer alguma garota. Combinamos que o pegaria às oito horas. Quando cheguei em casa, conversei com Adriana, e lhe disse que via uma ótima oportunidade para fazermos alguma coisa diferente. Combinamos que iria levá-lo a uma choperia da cidade, e que tinha combinado com duas amigas de nos encontrarmos lá. Estávamos no terceiro chope quando ela chegou. Cumprimentamo-nos, e apresentei-os, perguntando pela sua amiga. “Ela tem um compromisso, vai chegar mais tarde”.

Adriana sentou-se na cadeira que ele lhe estendeu, sentando-se ao seu lado. Começou ali uma paquerinha, onde os dois conversavam e iam aos poucos se conhecendo, tudo dentro de certa normalidade. Adriana pediu licença para ir ao banheiro, e quando voltou, anunciou que sua amiga havia ligado, e infelizmente não poderia vir. Fiz uma cara de desagrado, e ela disse: “eu estou aqui, companhia feminina não vai faltar”. Rimos, pedimos a “saideira” e fomos a uma boate.

Eu disse que não iria perder aquele salvo conduto que havia conseguido em casa, e queria partir para a caça. Chegando à boate, notei que Luiz já monopolizava toda a atenção de Adriana. Pegou-a pela mão e levou-a para pista de dança, onde tocava uma musica “mela-cueca”. Fiquei por ali, vendo os dois dançando, e pude perceber que ela estava receptiva, sinal de que aprovara a companhia. Não demorou muito até acontecer o primeiro beijo, um selinho. Na hora me deu ciúmes, mas o tesão falou mais alto. Pararam de dançar e vieram para a mesa.

Convidei-a para dançar, só queria saber o que ela estava sentindo. “Ele meu deu umas encoxadas maravilhosas. Estou molhadinha. Se você topar, é hoje!!”. “Lógico que topo!. Agora, já está difícil voltar atrás. Mas eu quero ir também”. Ela: “Deixa comigo”. Voltamos para a mesa, e ela disse “coitadinho dele, não está conseguindo ninguém. Deve ser falta de prática”. Todos rimos e Adriana sentenciou: “fica tristinho não, vou dar atenção para os dois”. Emendei: “só atenção?”. Ela: “tudo”. Falou e se levantou, dizendo que ia ao banheiro. Perguntei ao Luiz: ”e aí? Como é que fica?” Ele: ”será que ela topa sair com nós dois? Sempre quis fazer isso!”. Eu: “que tal você nos convidar para um último drink no seu hotel?”.

Quando ela retornou, já havíamos pedido a conta. Ele chamou-a para o último drink, o que ela aceitou de imediato. Chegando ao hotel, fomos até o scotch bar, que ficava na cobertura, nos sentamos e após alguns drinks ele convidou-a para descer ao apartamento. “Você vem também?”. “Não sei, talvez eu atrapalhe…”. Ela: “De forma alguma. Começamos a noite juntos, vamos termina-la juntos, e a carona de volta é sua!”. Descemos até o apartamento. Ligamos o som e ficamos por ali, conversando e bebendo uma cerveja. Pedi licença para ir ao banheiro e propositalmente me demorei um pouquinho.

Quando saí, meu coração disparou. Os dois estavam deitados trocando um grande beijo. As mãos dele estavam sob sua saia, que já levantada mostrava uma generosa porção de suas coxas. Não fiz ruído e sentei-me em uma poltrona no canto do quarto. Ele, ainda beijando-a, foi abrindo os botões de sua blusa. Seus seios são lindos, ele começou a pegá-los, apertá-los enquanto ela gemia de tesão. Vi quando ela levou a mão e abriu o cinto, o botão e o zíper da calça, colocando para fora um caralho normal, talvez do mesmo tamanho que o meu, e começou a punheta-lo.

Ménage com a esposa

Ménage com a esposa

Levantaram-se e se livraram das roupas rapidamente. Vi então minha mulher ali, linda, gostosa, só de calcinha e sandália. Ele deitou-a na cama e começou a beijá-la, lambe-la no pescoço, seios, barriga e finalmente na xoxotinha depilada. Ela gemeu, se retesou e tenho quase certeza que teve ali seu primeiro orgasmo. Ela então, segurando o pau pela base, ficou olhando pra mim e finalmente envolveu a cabeça com seus lábios. Fechou os olhos e começou uma chupetinha daquelas que sempre recebi e que ali, naquela hora, me dava mais tesão do que se estivesse sendo eu o chupado.

Estava vendo minha mulher por um ângulo ainda não visto. Ela se deliciou. Luís se contorcia na cama, segurava em sua nuca e queria fazer com que ela engolisse tudo. Ela fazia o possível para engoli-lo por inteiro. Cortando um pouco o clima ela se levantou e como uma gata no cio foi até a mesinha, e abrindo a bolsa, pegou um pacote de camisinhas. Voltou e continuou punhetando, até colocar a camisinha. Montou sobre ele e foi sentando até que o pau sumiu todo. Que tesão ela estava! Rebolava como louca, enquanto ele pegava em seus peitinhos lindos. Fiquei ali, massageando meu pau, fazendo força para não gozar, vendo aquela cena que até então só tinha se passado em minha imaginação.

Vi o movimento crescendo, até que os dois gozaram, e ela caiu sobre seu peito. Os dois estavam ofegantes. Passados alguns momentos, ela se recobrou e então se lembrou de mim. Chamou-me para perto da cama. Aproximei-me com o pau duro, morrendo de tesão. Ela abocanhou meu pau e foi lentamente tirando minha calça, minha cueca, ajudei-a e ela então colocou uma camisinha, ficando de quatro na cama, me oferecendo aquela bucetinha. Enfiei tudo de uma vez, estava abertinha e molhada. Ela apenas gemeu e começou a rebolar. Luis, vendo aquilo, deu sinal de vida, e ela foi se chegando, e tirando a camisinha de seu pau, começou a chupá-lo novamente.

Vendo aquela cena, não aguentei e gozei… muito. Ela continuou a chupá-lo e quando sentiu que ele estava pronto, colocou outra camisinha e ficou de quatro pra ele. Ele, sem perder tempo, colocou novamente em sua bucetinha. Eu vendo tudo aquilo, senti meu pau começando a endurecer novamente. Segurei em seus cabelos e puxei-a para mim. Ela me abocanhou e gemia, rebolava e gemia. Foi então que ela parou de me chupar, e levando a mão atrás, pegou no pau de Luís e colocou-o na porta do seu cuzinho. Fiquei apreciando a cena, vendo a carinha dela enquanto Luís ia colocando, centímetro a centímetro.

Ela colocava a mão em sua perna, comandando a penetração. Não se mexia, apenas se concentrava para receber todo o pau. Eu conhecia aquele ritual. Demorava um pouquinho para que ela acostumasse, mas quando isso acontecia, ela ficava doida. E foi o que aconteceu. O seu rosto, de crispado pela dor foi se transformando em puro tesão. Ela começou a rebolar e a pedir para fodê-la. Mais forte, cada vez mais forte. Ela foi engatinhando na cama até ficar na altura do meu rosto e começou a me beijar, de uma forma até desesperada. Então ela pediu que ele esperasse um pouco, e pegando meu pau, foi levando-o em direção a sua bucetinha.

Senti que ela estava apertada pela presença do outro, mas com calma foi se sentando, até que ele estivesse todinho dentro. Deitou-se sobre mim e ficou me falando ao ouvido: “que delícia, ele está fudendo meu cuzinho, fode minha bucetinha” Demorou até que sincronizássemos os movimentos e aí foi uma loucura. Luís gozou primeiro e exausto caiu para o lado. Pudemos então terminar nossa trepada, e gozamos juntos. Ela caiu sobre mim, e disse apenas: “melhor gozada da minha vida”. “Minha também”, disse Luís. Fiz apenas hum hum confirmando. Ficamos ali nos recuperando até que ela disse que ia se lavar.

Luís se ofereceu para ajuda-la, e foram juntos para o banheiro. Após um tempo, entrei no banheiro e vi Adriana em pé, colada na parede e Luís penetrando-a por trás. Fiquei ali apreciando até que gozassem, e voltei para o quarto. Eles retornaram, eu já estava vestido e disse: “tenho que ir. Já está tarde e minha mulher vai ficar uma fera comigo”. Ela: “me dá uma carona?” Se vestiu e deu aquele beijo na boca do Luís. Fomos para casa eufóricos.

Tinha sido ótimo e não pintou nenhum arrependimento pelo que fizemos, enfim um ménage com a esposa.
No outro dia fui buscar Luís para a reunião, e ele estava alucinado. Tinha adorado a noite, e queria repeti-la da próxima vez que viesse. Estamos aguardando.

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1 - Comentário(s)

  • Antonio 19/11/2022 09:04

    Meu sonho é ver e poder participar assim que for chamado pela minha esposa,meu pau fica uma pedra só de imaginar ela sentada em outra rola, parabéns casal que conto sensacional.

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