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O Debute de uma cadela

Publicado em 06/08/2023 por Antonio Trovão

A chegada de Melina ao reduto de Domme Alexa foi envolto por um enorme alvoroço entre as cadelas que integravam o canil da Domme; Melina com seu corpo esguio, peitos enormes, dotados de inquietante firmeza e suas nádegas sempre reboleantes causaram uma comoção entre as demais cadelas que a olhavam com um misto de curiosidade e ganância; Alexa divertia-se com as expressões de suas cadelas apreciando a neófita que passaria a integrar o canil definitivamente. Naquele primeiro momento, Alexa incumbiu-se de mostrar a Melina o seu verdadeiro lugar ordenando que se despisse e ficasse de quatro no chão empinando seu traseiro roliço; ante os olhares luxuriosos das cadelas, Alexa inclinou-se sobre Melina e com um gesto rápido sacou o plug anal fazendo a loira soltar um gemidinho tresloucado.

Em seguida, Alexa tomou outro de maior diâmetro e com cauda de raposa esfregando no rego e na buceta da loira cuja tórrida umidade deixou o apetrecho muito lambuzado para que a Domme pudesse introduzi-lo no brioco arrombadinho fazendo a cadela ganir como louca para desfrute das demais cadelas que mostraram-se açodadas com o gesto. “Essa aqui é Melina, minha mais recente aquisição! Uma cadela que fingia ser uma Domme! E como hoje é o primeiro dia dela aqui, vocês poderão divertir-se com ela junto a mim! Preparem-se!”, anunciou Alexa com forte entusiasmo que foi acompanhado pelas alvoroçadas cadelas que ansiavam pela diversão.

Com as cadelas soltas ao seu redor Melina sentiu um arrepio percorrer sua pele temendo pelo que estava por vir; Alexa levou-a para um quarto ordenando que ela se deitasse de barriga para cima; em seguida colocou as cadelas em fila indiana ordenando que cada uma delas lambesse a bucetinha de Melina antes da Domme, já munida de um dildo muito mais grosso e comprido, metesse com força socando sempre muito fundo; e assim desfiou-se um rosário de cadelas saboreando a grutinha molhada e alargada da novata que não escondia o prazer que experimentava gemendo e soltando gritinhos histéricos.

Já na segunda rodada Melina se pôs de quatro sendo-lhe retirado o plug e recebendo a penetração anal de sua Domme que fincava o mastro bem fundo em seu cuzinho arrombado enquanto era obrigada a chupar as bucetinhas das cadelas que também se enfileiravam a espera da sua vez. Cada nova estocada da Domme chacoalhava o corpo da cadela que já não cabia mais em si de tanto gozar com sua dona lambuzando-se com o gozo das cadelas não apenas em sua boca, mas também por todo o rosto. Aquele delicioso e luxurioso périplo durou muito tempo com a cadelinha sendo usada e abusada como merecia até não aguentar mais; satisfeita a Domme ordenou que as cadelas se afastassem após retirar o dildo do cuzinho todo arregaçado de Melina tornou a preenchê-lo com o plug de raposa trazendo-a de volta para a sala.

Ajoelhada perante a Domme, Melina tirou os sapatos de Alexa e pôs-se a lamber os pés de sua proprietária com dedicação e obediência; Enquanto desfrutava daquele momento Alexa viu-se pensativa no fato de que aquela cadelinha loira, peituda e bunduda com carinha de anjo atiçava nela um desejo obscuro como se a preferisse para além das suas outras cadelas; nesse momento Alexa inclinou-se estendendo a mão até segurar o queixo de Melina obrigando que ela a encarasse; mirou no fundo daqueles olhinhos sapecas e sorriu.

-Agora, vire-se para que possa retirar o plug e você tome um banho – ordenou ela para Melina que obedeceu prontamente.

Alexa sacou o apetrecho e depois deu algumas palmadas nas nádegas roliças da cadela mandando que ela tomasse o banho; mais tarde durante o jantar Melina ficou ajoelhada ao lado de sua dona que degustava a refeição.

Vez por outra Alexa estendia a mão oferecendo alguma migalha em sua boca para que ela saboreasse lambendo os dedos da dona. “Hoje a noite você vai dormir comigo, cadelinha, mas não vou te dar descanso, entendeu!”, alertou a Domme com Melina acenando obediente. As cadelas resmungaram ao saberem que Melina compartilharia a cama da Domme que irritada pegou um chicote de doze ramas ameaçando açoitá-las, gesto que causou enorme impacto com as cadelas encolhendo-se amedrontadas. Antes de se recolherem, Alexa trouxe uma pequena tigela com leite e pôs no chão próximo de Melina. “Tome, beba! Para que não tenhas fome durante a noite!”, ordenou a Domme; Melina que já estava de joelhos inclinou-se e começou a lamber o conteúdo da tigela ante os olhos lascivos de sua dona.

Foram para a cama deitando-se de conchinha com a Domme portando seu dildo preto e grosso que não demorou em ser introduzido primeiramente na bucetinha da cadela que gemeu estridente enquanto recebia as estocadas vigorosas e logo depois experimentou a sensação de tê-lo em seu cuzinho que foi ainda mais castigado que antes; Alexa golpeava ferozmente mordiscando o pescoço da cadela, ora apalpando, ora apertando as tetas fartas sentindo a intumescência dos mamilos na ponta de seus dedos. E assim avançou a noite alternando momentos em que ambas dormiam com outros envolvidos e tórrido sexo anal que resultou em uma profusão de gozos na cadela que acabou quase por perder os sentidos o que não arrefeceu o ímpeto da Domme que seguiu golpeando contra o cuzinho laceado de sua novíssima aquisição.

Nos dias que se seguiram, Melina acompanhou sua dona por todos os lugares por onde ela transitava com enorme desenvoltura sempre exibindo um olhar abismado ante um universo que ela pouco ou quase nada conhecia. A certa altura, Alexa pensou ser chegada a hora de apresentar sua nova aquisição para suas amigas, e para isso providenciou a reserva em um espaço apropriado para recebê-las assim como também providenciou serviços de adega, canapés e outros quitutes. No dia marcado ela se vestiu com especial elegância, trajando um macacão de couro justíssimo que enaltecia seu corpo malhado ostentando ainda um decote abissal; Melina foi instruída a usar uma microssaia xadrez que salientasse o plug com rabo de gata que tinha em seu brioco assim como um top que mal conseguisse sustentar suas mamas fartas; antes de saírem de casa, Alexa fez questão de pôr a coleira com seu nome na cadela que pareceu exibir um sorrisinho de alegria.

Alexa postou-se na entrada do local recebendo suas amigas que não conseguiam esconder o olhar curioso sobre a cadela novata cujo corpo curvilíneo e quase exposto incitava pensamentos libidinosos, o que deixava a Domme cheia de orgulho. Quando todas estavam presentes, Alexa as convidou a sentarem-se em círculo enquanto Melina permanecia ao centro; ao sinal da Domme, ela se pôs de joelhos engatinhando dentro do círculo; dirigiu-se a uma das Dommes e cuidadosamente tirou-lhe os sapatos e começou a lamber seus pés e dedos com enorme voracidade e dedicação.

O gesto repetiu-se continuamente uma após outra até encerrar diante de sua dona cuja expressão de orgulho era ostensiva. Ao término da sessão, todas as presentes aplaudiram a anfitriã que sentiu-se regozijada pela homenagem; seguiu-se a diversão com as Dommes trazendo suas cadelas com guias nas coleiras exibindo-as como seus preciosos animaizinhos de estimação que por sua vez comportavam-se de modo adequado ao momento. Melina fez questão de permanecer ao lado de sua Domme mesmo sem portar a guia em sua coleira e mantinha o olhar cabisbaixo evitando encarar as presentes.

O Debute de uma cadela

O Debute de uma cadela

Todavia Alexa notou uma sutil troca de olhares entre Melina e uma Domme chamada Camilla, uma morena curvilínea com longos cabelos castanhos e pele bronzeada que trouxera uma cadela mal cuidada e com gestos arredios; Alexa sentia que havia algo no ar que ela precisava descobrir e a primeira forma seria através de sua cadela Melina. Esquivando-se para um canto ela interpelou a cadela exigindo saber se ela conhecia a tal Camilla, o que Melina negou enfaticamente sem convencer a Domme.

Quando o evento já caminhava para seu encerramento Alexa aproximou-se de Camilla engatando uma animada conversa de Dommes; a medida em que a conversa avançava, crescia a desconfiança de Alexa de que aquela Domme também seria uma farsa e para arrematar a situação conseguiu convidá-la para um encontro em seu apartamento já para o dia seguinte; Camilla estava tão encantada com o convite que afoita o aceitou. Já em seu carro Melina implorou para que Alexa não progredisse com o tal encontro, chegando mesmo a suplicar em nome de Camilla, o que atiçou ainda mais a curiosidade da Domme.

Dentro do apartamento, Alexa levou Melina para o quarto mandando que ela se despisse e ficasse de quatro sobre a cama enquanto ela abria um armário onde se viam dildos de todos os tamanhos e calibres; ela pegou aquele cuja grossura era alarmante e depois de colocá-lo partiu para cima da cadela enterrando o mastro em seu cuzinho com duas vigorosas estocadas. Melina gritou de dor e tentou escapar o que foi impedido pelas mãos fortes da Domme que logo estava a socar furiosamente. “Vai, cadela! Desembucha! Quem é Camilla? E qual é a dela? VAMOS! RESPONDA, SUA VADIA!”, vociferava a Domme com tom impaciente.

-AIII! TÁ DOENDO! AHHH! CLEMÊNCIA MINHA SENHORA! ARGH! – gritava a cadela incapaz de resistir e vendo a dor tornando-se prazer – Ela …, ela …, é minha …, minha irmã!

Tomada por uma indescritível sensação de prazer Alexa intensificou ainda mais as estocadas causando uma delirante onda de orgasmos que chacoalharam o corpo da cadela que não tinha forças mais sequer para murmurar alguma coisa chegando ao desfalecimento sem que sua dona arrefecesse seu ímpeto de arregaçar seu selo anal; enquanto fodia sua cadela, a mente de Alexa imaginava como seria desmascarar mais uma falsa Domme para transformá-la em cadela que lhe serviria ao lado da irmã e também teria sua máscara arrancada para as demais Dommes. Por fim vendo que Melina já não demonstrava qualquer resistência e incapaz de resistir ao gozo que vibrava intenso em suas entranhas, Alexa sacou o dildo deixando a cadela prostrada sobre a cama, maquinando ideias sobre como desmascarar Camilla.

Na manhã do dia seguinte, Melina acordou olhando ao redor e vendo que ainda permanecia no quarto sem compreender o que havia acontecido; na sala a Domme a esperava para o café matinal com a tigela de leite aos seus pés; Melina de pôs de quatro e sorveu avidamente a bebida, pedindo depois para ir ao banheiro; ao sair deu de cara com Alexa que a espera com um novo apetrecho entre as mãos; tratava-se de uma mordaça de couro com uma bola no meio; antes que a cadela pudesse esboçar uma reação, Alexa a segurou com força e colocou a mordaça na baca de Melina. “Isto aqui é para que você fique em silêncio enquanto adestro sua irmã! Aliás, vais ficar trancada no quarto, amarrada!”, asseverou a Domme enquanto arrastava a cadela para o quarto mantendo-a nua prendendo mãos e pés sobre a cama.

Um pouco depois das quinze horas a campainha soou; ao abrir a porta Alexa vislumbrou Camilla cuja exuberância era insinuante; usando uma calça de couro justíssima e um colete de látex que procurava avantajar ainda mais suas mamas, a morena tinha os longos cabelos cacheados soltos emoldurando seu rostinho de boneca. “Hummm, até que a vadia é bem atraente! Será uma ótima aquisição!”, pensava Alexa enquanto recebia a convidada. Acomodadas na sala tomando um café servido por uma cadela de Alexa ela e Camilla conversavam animadamente e em dado momento a visitante perguntou sobre Melina de modo disfarçado.

-Hoje ela não está disposta, por isso deixei-a descansando – respondeu Alexa estalando os dedos para que uma cadela ruiva se aproximasse – Mas, me diga, tens experiência com cadelas? Sabe do que elas gostam?

-Ah, sim! Claro que sei! – respondeu Camilla toda cheia de si – porque a pergunta, se posso saber?

-Está vendo essa cadela? Quer que ela te chupe? – perguntou Alexa cheia de más intenções.

-Sim! Sim! Quero! – respondeu Camilla com enorme entusiasmo.

-Então dispa-se, que do resto cuido eu – retrucou a Domme observando as reações da convidada.

Sem perda de tempo, Camilla ficou nua tornando a sentar-se na poltrona; Alexa estalou os dedos e a cadela ruiva pôs-se de quatro engatinhando na direção de Camilla e caindo de boca em sua grutinha lisa e delicada. Não demorou para que a convidada começasse a estrebuchar gemendo a cada gozo que fluía de seu corpo diante da língua hábil da cadela; Alexa quedou-se apreciando a cena até o momento em que estalou os dedos novamente fazendo com que a cadela ruiva se afastasse de Camilla deixando-a suada, ofegante e prostrada por tanto gozo.

-Acho que você sabe também que a melhor forma de adestrar uma cadela para um bom sexo oral é fazendo com ela – disse Alexa com tom professoral – Mas creio que você sabe disso! Quer tentar com a minha cadela? …, ela ainda precisa de alguma instrução!

-Hã? Como? …, sim! Quero! – respondeu Camilla quando conseguiu recobrar o domínio de sua mente.

Alexa olhou para a cadela ruiva que imediatamente deitou-se no chão abrindo as pernas mesmo exibindo uma expressão aturdida; com enorme rapidez, Camilla se pôs de quatro entre as pernas da cadela saboreando a bucetinha coberta por uma fina camada de pelos avermelhados fazendo com tanto afã que a parceira não conseguiu conter o estardalhaço de seus gritos e gemidos. Percebendo a concentração de Camilla, Alexa se levantou circundando a dupla enquanto abria uma gaveta em um pequeno móvel que ficava ao lado e dele retirando um dildo de dimensões generosas.

Com gestos rápidos a Domme despiu-se e colocou o apetrecho untando-o com muito gel lubrificante; com gestos cuidadosos aproximou-se de Camilla; sem aviso ela ficou de joelhos e segurando a visitante pelas ancas cutucou seu selinho com a ponta do dildo; antes que Camilla pudesse esboçar uma reação, Alexa fincou o mastro com um potente golpe pélvico rompendo as pregas do orifício alargando-o dolorosamente. Camilla soltou um grito lancinante e tentou em vão livrar-se das mãos fortes da Domme que arremetia resoluta e impiedosamente. E logo a falsa Domme gemia como cadela recebendo as socadas vigorosas de Alexa, a verdadeira Domme.

-Ahhh! Pare! Você não pode fazer isso! Eu sou uma Domme! …, Ahhh! – balbuciava inutilmente a vítima tentando negar a sua derrota.

-CALE A BOCA, SUA CADELA! JAMAIS VOCÊ FOI UMA DOMME! – gritou Alexa com tom raivoso socando ainda mais contra o buraquinho arrombado de Camilla – Eu sei de tudo! Sei que você não é uma Domme! Você é uma farsa! Assim como a sua irmã! Agora vai juntar-se a ela!

Alexa sentia-se vitoriosa e plena socando com enorme vigor contra o traseiro da falsa Domme cuja resistência pífia foi suprimida pelo prazer que sentia naquele momento, dando-se por derrotada. “SIM!SIM! EU SOU UMA CADELA, SIM! …, SUA CADELA! AHHH!”, gritou em resposta quando a Domme exigiu uma declaração. Algum tempo depois, Alexa sacou o dildo e encoleirou Camilla puxando-a por uma guia até o quarto onde Melina jazia presa sobre a cama.

-Pronto! Agora as cadelas irmãs estão juntas! – anunciou a Domme em regozijo exibindo Camilla para os olhos aturdidos de Melina – E esta noite ambas irão me servir! Hoje e sempre!

Naquela noite, Camilla e Melina revezaram-se a receber o dildo da Domme em todos os seus buracos sendo obrigadas inclusive a lamber e chupar o instrumento desfrutando de um vagalhão de orgasmos que as deixaram suadas, ofegantes e quase desfalecidas. Nos dias que se seguiram, as irmãs serviram à sua nova dona ostentando plugs anais com rabos de gata e raposa e tomando leitinho na tigela. Alexa desfrutava de ambas, embora não ocultasse a preferência pela cadela loira de peitos fartos.

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1 - Comentário(s)

  • Beatriz 06/08/2023 17:00

    Melina e Camila se renderam a dominante, agora serão escravas sexuais, gostei do seu conto.

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