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Na boleia do caminhão

Publicado em 04/08/2023 por Dimitri Petrova

Atenção: Este conto tem ligação com o conto Passando marcha. Leia o conto anterior para uma melhor experiência.

Luciano e Ebinho eram dois grandes amigos desde a infância. Os dois eram do estilo aventureiros, sempre em busca de uma boa aventura. Se consideravam mochileiros profissionais, afinal, já tinha cruzado 3 estados a pé, somente com as mochilas nas costas, e com diversas caronas.

Luciano tinha 32 anos, moreno claro, com 1,92 de altura, com corte militar, corpo natural, nem magro nem gordo, entre os dois. Era dono de um sorriso espetacular e era brincalhão.

Ebinho era sério, pele morena escura, com 35 anos, cabelo cortado curto, com 1.85 de altura, e tinha o corpo considerado magro definido. Não frequentava academia, mas adorava correr e nadar, o que lhe garantiu um belo corpo definido.

Os dois estavam planejando chegar ao seu quarto estado. Mas estava complicado. Já estavam na rodovia a quase 3 horas, pedindo carona, porém os caminhoneiros apenas buzinavam e seguiam em frente.

– Essa bosta de mochila já tá ficando pesada – resmungou Ebinho.

– Deve ser a sujeira da sua roupa que tá pesando. Não quis lavar junto com as minhas – brincou Luciano, onde Ebinho lhe respondeu mostrando o dedo do meio.

– Bando de caminhoneiro escroto – ele resmungou, ao ver outro caminhão apenas buzinando e não parando.

Eles andaram por cerca de meia hora quando um caminhão apareceu. Luciano fez o famoso sinal de Carol, levantando o punho com o dedão para cima. O caminhão buzinou e quando Ebinho já estava pronto para xingar, o caminhão parou no acostamento. Os dois amigos olharam entre si com um sorriso e correram para o caminhão.

– Posso deixar vocês na próxima cidade. É onde vou parar. Vocês querem ? – perguntou o motorista. Era um gordinho baixinho, com um bigode que quase lhe tampava a boca.

– Sim, está ótimo senhor. Mas tem espaço? – Perguntou Luciano, observando que ao lado dele havia mais uma mulher e outro rapaz, extremante lindo, espremidos na cabine.

– Se não se importarem podem ir na carga. – disse o motorista saindo do caminhão.

– Não importamos senhor – disse Ebinho.

O motorista então os guiou até atrás do caminhão e ao abrir a porta, os dois amigos viram diversos móveis lá dentro. Ele estava fazendo uma mudança. Os dois amigos pularam para dentro, observando aquela imensa caixa de metal, toda fechada.

– Se segurem firme. Preciso correr – resmungou o motorista, fechando as grandes portas do compartimento de carga.

Felizmente havia uma luz dentro do compartimento. Ebinho se sentiu um pouco claustrofóbico ali dentro. Ele reparou que os móveis eram todos novos e com aspecto caros. Ele se sentiu numa cadeira que havia ali.

– Caramba, demos sorte. A próxima cidade é mais ou menos 4 horas de caminhada – Disse Luciano, sentando perto de Ebinho.

– Nem me fala. Ainda bem – ele respondeu, tirando a blusa.

Ali dentro fazia bastante calor. Somado aos móveis e ao corpo quente de ambos, logo estavam suando. Luciano que está a sem camisa, logo tirou os tênis e as meias. Em seguida tirou a bermuda que usava, ficando apenas de cueca.

– O que está fazendo? Quer que o motorista nos leve para a delegacia? – disse Ebinho, com reprovação.

– Está quente. Sei que está com calor também. Pode ficar a vontade, a próxima parada é só daqui umas 2 horas – respondeu Luciano, se encostando na cadeira.

Ebinho realmente estava com calor. Ele sempre foi mais calorento que o amigo. Então ele retirou os sapatos, notando um leve chulé, mas não ligou. Isso era normal entre mochileiros. Tirou a calça que usava, ficando pelado. Ele nunca gostara de usar cueca, e era raras as vezes que usava.

Luciano olhou com desejo para o pau do amigo. Era um pau moreno, flácido, rodeado por fartos pelos encaracolados e pretos. As bolas eram grandes, peludas, descansando na cadeira. Ele notou que os pelos desciam em direção ao buraco do amigo.

Ebinho já notara que o amigo as vezes o olhava com malícia. Sabia que o amigo curtia. Ele próprio já deixará Luciano lhe chupar quando eram mais novos. Ele coçou o pau e o saco, atraindo a atenção do amigo.

– O que você tá olhando? – perguntou Ebinho.

– Teu pau é peludo em. Conhece gilete não ? – brincou Luciano rindo.

– Aposto que teu é mais e tá falando do meu – retrucou Ebinho.

– Não é não – disse Luciano.

Ele se levantou da cadeira, tirando a cueca. Revelou um pau moreno claro, cheio de veias, meio bomba já. Era liso, sem nenhum sinal de pelo a vista.

– Hum – resmungou Ebinho.

– Sou completamente liso amigo. – disse Luciano se sentando, a cueca no chão na altura de seu calcanhar.

– De tudo ? – perguntou Ebinho.

– De tudo – respondeu Luciano. Ele levantou os braços, revelando as axilas lisas. E deu uma risada.

– Só o buraco que é peludo – riu Ebinho.

– Né nada – disse Luciano.

Ele se levantou novamente, e virou de costas. Ebinho observou as costas, e depois a bunda, empinada, morena. Luciano então abriu a bunda, revelando um cuzinho liso, limpo e moreno. O pau de Ebinho instantaneamente subiu, afinal havia quase 3 semanas que ele não transava.

Luciano se virou e viu o pau do amigo duro. Era grande, com uns 17cm, grosso, as veias dilatadas. A cabeça era de um moreno escuro, com uma pinta próxima a base. A boca dele salivou e seu pau ficou duro.

– Acho que podemos fazer o tempo passar mais depressa – fosse Luciano, de agachando na frente de Ebinho.

Luciano então colocou a boca naquele pau. Era meio salgado, gosto leve de urina, mas ele não ligou. Lambeu toda a cabeça, descendo um pouco para perto do saco.

Na boleia do caminhão

Na boleia do caminhão

– Que delícia. Que língua quentinha – disse Ebinho. A boca do amigo era quente, engolia com maestria sua rola.

– Pica gostosa velho – disse Luciano.

Ebinho se posicionou de pernas abertas na cadeira. Luciano ficou entre suas pernas, ele pegou o pau e sugava com força. Engolia todo, a cabeça batendo em sua garganta. Ele lambia aquele pau, sugava as bolas. Estava levemente salgado de suor, devido a caminhada que fizeram, mas não atrapalhava.

– Isso vai, engole minha jeba…. Hummm… Isso… Gostoso do caralho – gemia Ebinho.

Luciano estava adorando enfiar o rosto naquela moita em volta do pau do amigo. Ele engolia, lambia, dava voltas com a língua no saco do amigo. Ebinho estava relaxado, as pernas esticadas e de olhos fechados. Luciano então foi chupando suas bolas e desceu com a língua, sentindo as pregas do cuzinho do amigo. Ebinho deu um pulo para cima.

– Aí não amigo, está querendo demais – ele disse, com semblante fechado.

– Relaxa e curte – disse Luciano.

Ele voltou a chupar o amigo, engolindo o pau, lambendo as bolas. Tentou novamente lamber o cuzinho do amigo que dessa vez não fez objeção. Ele lambia aquele buraquinho virgem, peludo. Pegou as duas pernas de Ebinho e as levantou, observando o cu do amigo, que hora ou outra piscava.

Ele então caiu de boca naquele cu, com ferocidade. Lambia, chupava e dava leves mordidas.

Ebinho estava em êxtase. Nunca ganharam uma chupada no cu e era gostosa. Ele sentia a língua quente do amigo lhe penetrando, rodando seu buraquinho que nunca fora explorado. A língua quente de Luciano subia do cu para o saco, engolindo suas bolas.

O caminhão fez uma curva, e Ebinho perdeu o equilíbrio e caiu por cima de Luciano. Os dois amigos riram da situação e logo Luciano estava escorado na cadeira, meio ajoelhado, com a bunda virada para Ebinho.

– Pode meter sem dó – ele falou.

Ebinho se aproximou, cuspiu naquele cuzinho que piscava e bateu a cabeça na porta do cu do amigo.

– Tem camisinha? – perguntou Ebinho.

– Não. Mas eu sou limpo, único que vou fazer sem camisinha é você – disse Luciano o observando.

Ebinho sabia quando o amigo estava mentindo, e aquela não era uma dessas situações. Ele realmente não fazia sem camisinha, diferente de Ebinho, que adorava gozar em qualquer buceta que encontrasse pelo caminho.

Então ele foi colocando aquele pau dentro do amigo. Senti do aquele cuzinho quente engolindo seu pau, centímetro por centímetro.

– Haaaa… Caralho… Que rola gostosa – gemia Luciano. Então ele sentiu o saco do amigo bater no seu e soube que estava tudo dentro.

Ebinho estava afoito. Muito tempo sem transar, entao ele começou a bombar com força.

– Calma…. Porra…. Que pau é esse…. Puta que pariu – gemia Luciano, mordendo o punho. Ele sentia o pau de Ebinho rasgando suas últimas pregas, o movimento fazendo o saco do amigo bater com força no seu.

– Isso… Haaaa.. rebola minha putinha… Vai sua cadela – disse Ebinho, dando uns tapa na bunda de luciano.

Luciano rebolava no pau do amigo, sentindo ele pulsar. O caminhao fez outra curva, mas eles conseguiram se segurar. O pau de Ebinho entrou mais fundo, fazendo Luciano sentir uma pontada de dor.

– Agora sei porque as mulheres são loucas com você…. Que metida gostosa.. isso vai – gemeu Luciano.

– Quero te comer sempre velho – disse Ebinho já entregue ao prazer daquele cu gostoso e quente.

Luciano batia uma punheta para si mesmo. Já batera inúmeras sonhando com aquele dia em que dava para Ebinho. Ele sabia meter bem, num ritmo gostoso e forte. Ebinho deu dois tapas fortes na bunda de Luciano, e ele retribuiu rebolando mais forte. Ele já sentia o gozo vindo e pela pulsação do pau de Ebinho, sabia que o amigo também estava perto de gozar.

Na parte dianteira, o caminhoneiro dirigia sonolento. Sua irmã e o cunhado já estavam dormindo do seu lado. Ele ainda so dormira ainda porque o cunhado roncava como um boi velho. O que ele tinha de beleza ele tinha de sem noção. Roncava alto, tirava meleca do nariz, e fora os peidos altos e fedorentos que dava com frequência.

Mas o sono estava pegando com força. Ele começou a cochilar. Então abriu os olhos, assustado com uma forte luz em seus olhos. Ele viu que era um carro que vinha em sua direção. Ele até tentou desviar, mas o carro bateu diretamente no caminhão, fazendo com que ele rodasse, esmagando um dos passageiros do carro que havia caído na rodovia.

Com o giro, ele perdeu controle do caminhão, que rodou pela pista e passou pela mureta de proteção, capotando várias vezes antes de bater no fim do precipício, quase 20, metros abaixo.

Alguns minutos antes disso tudo acontecer, na boleia, Ebinho comia com força Luciano. Os gemidos eram altos. Ele sentia o gozo vindo. Pegou com força na bunda de Luciano e então gozou, sentindo o pau pulsar.

Luciano ao sentir aquele pau grosso o enchendo de porra, quente e farta, também gozou, sujando a cadeira azul marinho de um branco leitoso que era sua porra. Ele riu, quase sem forças. Ebinho ainda deu duas bombadas, Luciano sentindo a porra querendo sair.

Mas então do nada escutaram fortes barulhos do lado de fora. Houve forte barulho de colisão e tudo começou a rodar. Ebinho e Luciano gritavam, os móveis rodando a sua volta.

A geladeira gigante que estava presa por cordas, se soltou, voando com força em cima de Luciano, o esmagando e quebrando todos seus ossos instantemente. Ebinho não teve a mesma sorte, pois o caminhão começou a rodar e ele bateu em todas as paredes, acabando por ser morto ao ser prensado entre guarda roupa e uma baú pesado, quando caminhão bateu no solo.

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1 - Comentário(s)

  • Jonas 30/12/2023 20:43

    Bem confuso e trágico rsss

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