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Precipício do amor

Publicado em 04/08/2023 por Dimitri Petrova

Vinícius olhou ao redor. O dia estava perfeito, com o sol forte sobre suas cabeças, revelando que não iria chover naquele dia. Vento não estava muito forte, as pedras secas e boas de pegada. O mar estava calmo, com a brisa da tarde. Ele avistou ao longe uma lancha vindo na direção da montanha. Imaginou que talvez fosse mais escaladores.

Ele deu um sorriso, se apoiando em outra fenda e subindo. Era um rapaz muito alto, de 2,02 metros, pele cor de jambo que chamava atenção. Não era forte, mas tinha corpo malhado pelas constantes atividades físicas. Sentia uma leve coceira no saco, e sabia que era devido a recente depilação que fizera. Olhou para cima, avistando o amigo.

Fernando estava um pouco mais acima. A pele branca como neve, estava vermelha devido ao sol. Era um ser pequeno, de 1,54, mas era agil como o diabo. Os cabelos vermelhos como fogo brilhavam no sol quente. Ele olhou para baixo, os olhos azuis brilhando de emoção.

– Pretendi ficar aí dia todo? – brincou Fernando.

– Daqui a pouco passo você, otario – respondeu Vinícius.

Aquela era a atividade preferida dos dois amigos. Escalar. Faziam isso a alguns meses e estavam completamente apaixonados por essa atividade, assim como também um pelo outro, embora não admitisse isso, preferindo deixar para sexos casuais.

Eles continuaram, cada vez mais rápido, mas com segurança. Vinícius observava a bunda de Fernando, grande demais para aquele pequeno corpo, empinada, que chamava atenção de todos. Ele já estava com uma ereção na bermuda.

Logo chegaram ao topo. Não foi fácil mas conseguiram. Fernando bebeu da sua garrafa de água, a sede quase o matando.

– Acho que vamos ter companhia – disse Vinicius, chegando perto da beirada e apontando para a lancha que vinha na direção da montanha. Não dava para ver seus ocupantes ainda.

– Sim. Mas acho que temos tempo para mais uma na lista – ronronou Fernando, chegando perto de Vinícius.

Eles tinham uma lista de todas as montanhas ou torre que escalavam. E em todas, eles colocam o que fizeram nelas, seja um simples oral ou um sexo completo. Era um dos hobbies favorito dos dois.

– Eu também acho – disse Vinicius, sorrindo e agachando um pouco para abraçar o pequeno.

A boca de Fernando era quente, o beijo ardente. Vinícius sentiu aquela língua explorando cada canto da sua boca, revolvendo-o por dentro. A ereção já estava pronta.

Fernando deu um gemido quando a mão grande de Vinícius pegou em sua bunda, dando um forte tapa. Aquele gigante ainda seria seu. Ele beijava bem, fazendo com que o pau de Fernando ficasse duro.

Logo Vinícius começou a enfiar a desfivelar a bermuda de Fernando, a mão explorando sua bunda. Logo ele encontrou aquele buraquinho, molhado de suor.

– Que cuzinho gostoso – disse ele, brincando com o cuzinho do amigo.

– Que delícia, todo seu… Hummm. Haaa – gemia Fernando, sentindo o dedo rodeando seu anel, e lentamente sendo introduzido.

Fernando parou o beijo e tirou a blusa, revelando um peito branco, com pelos avermelhados. Vinícius retirou a sua também, aquele tronco forte, liso, brilhando no sol.

– Hoje voce vai ser minha putinha nas alturas – disse Vinicius.

Ele então se inclinou, chupando o pescoço de Fernando, lembrando de como ele ficava marcado fácil. Chupava com força, querendo marcar aquele pequeno como seu. Fernando gemia em seu ouvido, e ele desceu. Vinícius ficou brincando com aqueles mamilos rosados, passando a língua.

– Isso meu grandão, aproveita de mim vai… Hummmm… Delicia…. Hummm…. Isso vai gostoso… Aiiii… – ele gemia, quando Vinícius começou a morder seu mamilo com força. Ele sentia como se fosse choque em seu peito. Aquela língua era fantástica.

Vinícius foi lambendo seu peito, descendo. Ele sentia o gosto salgado de suor, devido a escalada, mas não ligava. Estava delicioso. Tudo em seu pequeno era delicioso. Ele abaixou a bermuda de Fernando, vendo que o safado não usava cueca.

Aquele pau branquelo, com veias roxas e grossas, a cabeça incrivelmente vermelha. Tinha muito pelo em volta, uma farta cabeleireira vermelha. O cheiro era maravilhoso.

– Delícia de rola. Sempre fico louco com esse pau – Disse Vinícius, engolindo a rola. Ele chupava a cabeça, passava a língua por toda a rola. Desceu até aquelas bolas grandes e peludas, aspirando aquele cheiro gostoso, sugando as bolas.

– Isso vai, engole tudo. Chupa tudo putinho.. hummm… Isso… Caralho que delícia. Engole tudo vai – dizia Fernando, gemendo.

– Essa rola não dá pra engolir tudo não hahaha – disse Vinicius mas tentou.

Ele chupava a rola com força, cada vez mais. Tentava engolir tudo mas não era fácil. Fernando era pequeno, mas bem dotado. A rola de 22cm era grande, levemente torta para a esquerda. E ele sabia o quanto aquela pica jorrava leite.

– Delícia, quero esse leitinho – disse Vinicius. Ele deu um tapa na bunda de Fernando e virou o rapaz com força.

A bunda grandeza empinada e agora com a marca da sua palma, estava bem a sua frente. Ele mordiscou aquela bunda, cheirou, mordeu. Fernando estava levemente inclinado, gemendo.

– Caralho, faz o que quiser com esse cuzinho, ele é todo seu… Vai meu macho, hummmm…. Haaaa… Delicia – gemia Fernando.

Ele rebolava, sentindo hora tapa de Vinícius, que fazia dia bunda queimar, hora beijos e lambidas. Então ele sentiu a língua quente do macho em seu cu.

– Haaaaa, puta que pariu – ele gemeu.

Precipício do amor

Precipício do amor

Era a primeira vez que Vinícius fazia aquilo. A língua quente rodeava seu cuzinho, penetrando, lambendo. Era quente, levemente áspera. Mas ele sabia fazer bem.

Vinícius estava louco de tesão. Não resistiu ao ver aquele cuzinho vermelhinho e rodeado por pelos ainda mais vermelhos em volta. Queria sentir o gosto de seu pequeno e logo meteu a língua. Era ótimo, ele chupava o cuzinho, enfiando a língua. Ele tirou o rosto, e brincou com um dedo, chupou o dedo e depois enfiou no pequeno, tirou e chupou novamente, sentindo o cuzinho um pouco mais largo dessa vez.

– Isso vai, gostoso. Mete esse linguao no meu cu… Haaaa…. Isso…. Delicia – gemia Fernando, rebolando cada vez mais na língua.

– Cuzinho gostoso da moléstia – dizia Vinícius, chupando aquele cu.

Ele ficou em pé e Fernando se virou, tirando a bermuda por cima do tênis mesmo. Vinicius fez o mesmo, ficando nu, apenas de tênis.

Fernando se maravilhou com aquela cena. Aquele gingante, gostoso, pelado na sua frente. A pica era considerada pequena para os padrões, 14cm, mas era extremamente grossa. Era morena, apontando para cima, toda depilada. Na cabeça brilhava uma gota de baba. Ele logo se ajoelhou, chupando aquele mastro que amava. Engolia com facilidade, chupando, lambendo aquelas bolas lisas.

– Isso gostoso, vai engole tudo haaaaa delícia caralho – Gemia Vinícius.

– Essa rola é gostosa demais, delícia, quero ela no meu cu – disse Fernando, chupando as bolas do amigo. Ele enfiava na boca cada um por vez, sentindo aquele gostinho amargo de suor, mas a rola era limpa.

– Então engole, quero acabar com seu cuzinho vai…. Fica de quatro – disse Vinicius.

Fernando rapidamente ficou de 4, observando o horizonte. A lancha estava cada vez mais perto. Logo ele sentiu a língua quente do amigo chupando seu cu. Ele gemia, rebolando. Ele olhou para trás e viu Vinícius posicionando o pau na entrada do seu buraco.

– Acaba comigo grandao – disse ele.

Vinícius deu uma cuspida no pau, e então enfiou de uma vez. O cu quente e apertado recebeu aquela rola de uma vez. Vinícius até extremeceu de prazer.

– Aiiiiiiii, caralho velho. Devagar porra – gemeu Fernando.

– Você não queria que eu acabasse com seu cu? – disse Vinicius.

Ele então começou a bombar, as bolas batendo com força no saco de Fernando. Vinícius pegou no topete de Fernando, inclinando sua cabeça. Ele metia com força, puxando o cabelo do amigo. As bombadas eram fortes e rápidas.

– Isso caralho, haaaaa…. Isso…. Vai soca com força – gemia Fernando, rebolando para acostumar naquela rola. O gigante podia até ter uma pica pequena, mas era extremamente grossa e era isso que era difícil de aguentar.

– Pedi rola sua putinha. Não era isso que você queria? Hummmmm….. Haaaa… Que cu gostoso, quero foder muito mais – disse Vinicius, dando um tapa na bunda de Fernando.

As batidas foram ficando mais fortes, os gemidos dos dois voando pelo ar, sendo carregado pelo vento. Vinícius tirou o pau e virou Fernando, o deixando de frango assado. Ele meteu a rola de uma vez, louco para sentir aquela quentura.

– Caralho que tesão… Isso, fode vai – disse Fernando, vendo a cara gostosa e safada de Vinícius, o peito largo brilhando de suor.

– Putinha sedenta de tola. Toma rola viadinho não é o que gosta? – disse Vinicius.

Ele olhava para o pequeno ruivo. A  carinha de safado, toda vermelha de tesao. Ele batia uma punheta, seu pau babando na barriga. Vinícius olhou por cima de Fernando, vendo que a lancha chegava rapidamente. Logo os outros escaladores estariam ali.

– Temos que ser rápidos baby. Logo os dono da lancha vão chegar – disse Vinicius, bombando com força.

– Então soca meu macho. Me enche de leite – disse Fernando aumentado a velocidade da punheta.

– Cuzinho gostoso. Eu quero um dia experimentar essa rola gigante sua – disse Vinicius no alto do tesão. Ele bombava com força, metendo sem do.

– Fode meu cu vai isso, vou gozar haaaaaa isso…. Vai… Mete que vo gozar… Haaa – disse Fernando.

Vinícius olhou maravilhado aquela rola esguichar longos e fartos jatos de porra, voando e acertando até mesmo o rosto de fernando. Ele gemeu, pegando a porra da barriga e chupando. Ele passou a mão novamente, e colocou na boca de Vinícius.

– Hummmm vou gozar também caralho haaaaa – disse Vinicius.

Então ele sentiu aquele tesão explodindo, gozando, sentindo o gosto da porra de Fernando na boca.

Fernando sentiu aquele pau pulsar dentro. A porra quente e farta do gigante inundando todo seu cuzinho. Ele girou os olhos de tesão.

Vinícius sorriu ainda gozando, olhou por cima da beirada e viu a lancha vindo rapidamente. Havia dois homens nela, deitados. Pareciam transar. Um negro em cima de um cara branco. Mas havia algo errado. A lancha estava rápida demais. Vinícius deu mais duas bombadas, sentindo o pau sensível dentro de Fernando, queria gozar novamente.

Mas ele sentiu primeiro um tremor e depois escutou uma forte explosão.  Com susto, percebeu que a lancha colidiram na montanha. Então tudo começou a desmoronar. Fernando gritou, ainda agarrado a ele.

Mas nada puderam fazer, enquanto o lado da montanha em que estavam começava a ruir e cair, pedras caindo e a beirada se soltando, os dois desgrudaram no ar, gritando. Eles caíram na água, sendo soterrados pelose scombros que caiam.

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